CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

POLÍCIA

Polícia Civil indicia autor de assassinato de indígena por homicídio triplamente qualificado

Publicados

POLÍCIA

A Delegacia Especializada de Homicídios de Rondonópolis concluiu nesta quarta-feira (18.10) o inquérito que investigou o assassinato do indígena Leonido Mano Kadojeba, de 23 anos, ocorrido no início deste mês na cidade.

O autor do crime, Leonardo Estevão, foi indiciado pelo delegado João Paulo Praisner por homicídio qualificado por motivo fútil, meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima.

Leonardo foi preso no dia 11 de outubro, em Cuiabá, durante furto a um supermercado. Ele estava com a prisão preventiva decretada pela 4a Vara Criminal da Comarca de Rondonópolis após representação da Polícia Civil.

Ao ser conduzido à Central de Flagrantes da Capital, foi constatado o mandado de prisão pelo homicídio em Rondonópolis. Leonardo foi encaminhado ao Centro de Ressocialização Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande, e está à disposição do Poder Judiciário.

Homicídio

O crime ocorreu no dia 03 de outubro, na Avenida Boa Esperança do bairro Arco-íris e teve como vítima o indígena de 43 anos. Conforme a apuração da DHPP, a vítima estava em uma residência ingerindo bebida alcoólica com outra pessoa, com quem acabou se envolvendo em uma discussão e foi atingida com sete golpes de faca na região lombar, sem que tivesse qualquer chance de defesa. Leonido não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local.

Leia Também:  Polícia Civil recupera 158 aparelhos celulares furtados ou roubados em Cuiabá e Várzea Grande

Os policiais da DHPP realizaram várias diligências e conseguiram identificar o autor do homicídio, Leonardo Estevão, de 23 anos, conhecido como ‘cigano’. Leonardo tem passagem criminal anterior por roubo majorado e após matar a vítima, abandonou a própria residência e fugiu.

Fonte: Policia Civil MT – MT

Propaganda

POLÍCIA

Polícia Civil cumpre mandados contra grupo investigado por esquema de influência em decisões judiciais

Publicados

em

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (25.6), a Operação Falsa Vantagem para cumprimento de ordens judiciais dentro de investigações que apuram a atuação de um grupo criminoso suspeito de envolvimento em um suposto esquema de influência em decisões judiciais mediante pagamento de valores.

Na operação, são cumpridos cinco mandados de busca e apreensão domiciliar expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela Gerência de Combate ao Crime Organizado e Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (GCCO/Draco).

A operação integra os trabalhos de investigação que apuram a atuação de um grupo suspeito de prometer influência em decisões judiciais mediante pagamento de vantagens indevidas. As investigações apuram os crimes de extorsão, exploração de prestígio, estelionato, corrupção e organização criminosa.

Entre os alvos estão um advogado, bacharéis em Direito, um policial penal e uma servidora pública do Poder Judiciário. A operação tem como objetivo apurar como os fatos ocorriam, se a prática criminosa era habitual, identificar desde quando o grupo atuava e localizar outras possíveis vítimas.

Leia Também:  Grupo é preso em flagrante pela Polícia Civil com fuzil, revólveres e munições na região Araguaia

Promessa de influência

De acordo com as investigações, o grupo teria prometido a familiares de um condenado a anulação da pena imposta pela Justiça, afirmando ter acesso à servidora responsável pelas decisões, cobrando o pagamento de R$ 150 mil em espécie pela garantia do benefício.

Segundo o apurado, a solicitação do pagamento em espécie teria sido utilizada para dificultar o rastreamento financeiro dos valores. Porém, a medida resultou apenas na redução da pena do condenado, e não em sua anulação, conforme havia sido prometido.

Insatisfeito com o resultado, o beneficiário passou a exigir a devolução dos valores pagos, circunstância que também é objeto da investigação.

Segundo o delegado responsável pelas investigações, Marlon Luz, os mandados buscam apreender aparelhos celulares, computadores, documentos e outros materiais que possam contribuir para o esclarecimento dos fatos e para a identificação de outros eventuais envolvidos.

Nome da operação

O nome “Falsa Vantagem” faz referência à promessa de obtenção de influência sobre decisões judiciais em troca de pagamento, criando nas vítimas a falsa expectativa de que haveria garantia de resultados favoráveis perante o Poder Judiciário.

Leia Também:  Polícia Civil recupera 158 aparelhos celulares furtados ou roubados em Cuiabá e Várzea Grande

As investigações prosseguem para apurar a extensão do esquema criminoso, identificar outras possíveis vítimas e individualizar a participação de cada investigado.

Operação Pharus

A operação integra as ações do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate à atuação de grupos criminosos em todo o Estado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA