POLÍCIA
Homem é preso pela Polícia Civil após abusar sexualmente de criança de 10 anos enquanto ela dormia
POLÍCIA
Um homem de 34 anos foi preso em flagrante pela Polícia Civil, em Nova Ubiratã, na terça-feira (06.02) pelo estupro de uma criança de 10 anos.
A mãe da vítima procurou a Delegacia de Nova Ubiratã e denunciou que seu cunhado teria abusado sexualmente de sua filha. Os abusos ocorreram na terça-feira e em outras ocasiões anteriores.
O suspeito praticava os abusos na casa da vítima, onde ia quando a mãe da criança saía para o trabalho. Ele se aproveitava da ausência da cunhada e entrava no quarto em dormiam a vítima e suas irmãs, todas menores de idade, e praticava atos libidinosos contra a menina de 10 anos.
As três crianças foram acolhidas e ouvidas em escuta especializada, onde relataram os abusos. A criança de 10 anos foi encaminhada para exame de corpo de delito na Politec, acompanhada pela mãe e por integrantes do Conselho Tutelar.
A delegada Jéssica Assis, que lavrou a prisão em flagrante, explica que o ato de satisfazer à lascívia, própria ou de terceiro, ou seja, a prática de ato libidinoso com menor de 14 anos configura o crime de estupro de vulnerável, independentemente ou não da superficialidade da conduta.
A Polícia Civil representou ao poder Judiciário pela conversão do flagrante em prisão preventiva. O autor do crime passará por audiência de custódia.
Fonte: Policia Civil MT – MT
POLÍCIA
Polícia Civil, Crefito-9 e Vigilância Sanitária flagram falso terapeuta ocupacional que atende crianças em Cuiabá
A Polícia Civil, o Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 9ª Região (Crefito-9) e a Vigilância Sanitária Municipal de Cuiabá realizaram, na manhã dessa quinta-feira (18.06), uma ação conjunta de fiscalização, que constatou o exercício ilegal da profissão de um terapeuta ocupacional em uma clínica localizada no bairro Altos do Coxipó, em Cuiabá.
A fiscalização foi desencadeada após o Crefito-9 receber uma denúncia informando que um homem, de 54 anos, estaria se apresentando como terapeuta ocupacional e realizando atendimentos, principalmente de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), sem possuir formação ou habilitação legal para o exercício da profissão.
A Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor foi acionada e, durante as diligências, a equipe da Decon e fiscais do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional verificaram que o suspeito não possui registro profissional nem formação compatível com a atividade exercida. Segundo os levantamentos iniciais, ele realizava atendimentos em uma clínica improvisada instalada em imóvel residencial, divulgando e oferecendo serviços típicos da terapia ocupacional.
Além das irregularidades relacionadas ao exercício profissional, a Vigilância Sanitária Municipal constatou que o estabelecimento funcionava sem Alvará Sanitário e sem outras autorizações obrigatórias para o exercício da atividade, tendo sido lavrado termo de notificação para regularização. Os fiscais também identificaram indícios de que o local não possuía estrutura adequada para o atendimento especializado de pacientes, especialmente crianças.
No decorrer da fiscalização, foram encontrados documentos relacionados aos atendimentos realizados. Entre eles, uma nota fiscal emitida pela prestação de serviços de terapia ocupacional no valor de R$ 15.360.
Outro aspecto que chamou a atenção das equipes foi a suspeita de que parte dos atendimentos pudesse estar relacionada a pacientes beneficiados por decisões judiciais que determinam ao Poder Público o custeio de tratamentos especializados. A hipótese será apurada pela Polícia Civil no decorrer das investigações.
O delegado titular da Decon, Rogério Ferreira, destacou que a atuação integrada dos órgãos de fiscalização é fundamental para proteger consumidores e pacientes, especialmente crianças em situação de vulnerabilidade.
“Estamos tratando de uma atividade que exige formação específica, capacitação técnica e registro profissional. Quando alguém se apresenta falsamente como profissional da saúde, além de colocar em risco a segurança dos pacientes, compromete a confiança da população nos serviços especializados”, ressaltou.
A Polícia Civil instaurou procedimento policial para apurar a prática de exercício ilegal da profissão, bem como eventual crime contra a fé pública, uso de documento falso ou outras infrações que venham a ser identificadas durante as investigações.
Fonte: Policia Civil MT – MT

