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Cafeicultores de Minas Gerais conquistam premiação internacional de qualidade

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Três cafés arábica de Minas Gerais destacaram-se no Prêmio Ernesto Illy de Qualidade Sustentável do Café para Espresso, superando 760 amostras de todo o Brasil.

Os vencedores, Décio Bruxel (Cerrado Mineiro), Matheus Lopes Sanglard (Matas de Minas) e Flávio da Costa Figueredo (Sul de Minas), além de ostentarem o título de melhores cafés nacionais, representarão o Brasil no 9º Prêmio Internacional de Café Ernesto Illy, em novembro, em Nova York.

A conquista reforça a posição de Minas Gerais como principal fornecedor de grãos brasileiros para a empresa italiana Illy. O presidente da companhia, Andrea Illy, ressalta o compromisso com a agricultura regenerativa e reconhece o Brasil como um importante player nesse segmento.

Para Illy, enfrentar os desafios climáticos na cafeicultura exige métodos que preservem a biodiversidade e otimizem a gestão dos recursos naturais, promovendo a regeneração natural do solo e a redução das emissões de CO2.

A empresa se destaca por seu compromisso com a sustentabilidade, comprando diretamente dos produtores e seguindo o protocolo Sustainable Procurement Process da DNV, alinhado aos ODS da ONU.

Leia Também:  A Evolução Genética e Tecnológica na Pecuária: Caminho para a Sustentabilidade e Produtividade

Desde 1991, o Prêmio Ernesto Illy já reconheceu mais de 1.500 cafeicultores brasileiros e distribuiu mais de R$ 8 milhões em prêmios. O café brasileiro, presente no blend illy, é degustado em milhões de xícaras diariamente em mais de 140 países, consolidando a qualidade e a tradição do café nacional no cenário internacional.

A premiação evidencia a excelência dos cafés de Minas Gerais e o compromisso da Illy com a sustentabilidade e a valorização do trabalho dos cafeicultores brasileiros.

Fonte: Pensar Agro

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El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

Leia Também:  A Evolução Genética e Tecnológica na Pecuária: Caminho para a Sustentabilidade e Produtividade

 

Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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