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Inclusão pra Valer debate o direito à educação inclusiva

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O próximo episódio do programa Inclusão pra Valer debaterá o direito à educação inclusiva e os paradigmas para assegurar que pessoas com deficiência tenham acesso ao ensino de qualidade. O segundo episódio da série de entrevistas vai ao ar na terça-feira, 25 de março, às 19h30, no Canal Educação, a TV do MEC. O programa é promovido pelo Ministério da Educação (MEC), sob orientação da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi).  

Ao longo da série, a pesquisadora em educação inclusiva e ativista pelos direitos das pessoas com deficiência, Mariana Rosa, recebe especialistas de diversas áreas para um bate-papo sobre a inclusão escolar de pessoas com deficiência. No segundo episódio, a convidada será a doutora em Educação Inclusiva, Martinha Dutra, que também é integrante do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável da Presidência da República (CDESS). No encontro, ela destacará sua experiência pessoal como criança cega e abordará a perspectiva da inclusão escolar, com foco no que é definido pela Constituição Federal de 1988. 

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Mariana Rosa e Martinha Dutra conversarão acerca das diferenças entre os quatro paradigmas do direito à educação para pessoas com deficiência: exclusão, segregação, integração e inclusão. O debate também abordará as escolas que valorizam as especificidades de cada estudante, oferecendo recursos de acessibilidade para o aprendizado, quando necessário. Outro tema do encontro será a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva Inclusiva (PNEEPEI), criada em 2008. 

Canal Educação  A TV do MEC pode ser assistida pelo canal aberto 2.3 em Brasília, no Rio de Janeiro e no Maranhão. Já São Paulo assiste pelo canal 1.3. Para saber outras formas de sintonizar o canal, o público pode acessar o portal do MEC. Também é possível acompanhar a TV do MEC ao vivo pelo site do Canal Educação e pelo portal do ministério. Além disso, é possível assistir todas as produções do Canal Educação no YouTube.   

Serviço  

Segundo episódio da série Inclusão pra Valer 

Data: 25 de março de 2025 (terça-feira) 
Horário: 19h30 (horário de Brasília)  
Reprises: 25/3 (terça): 23h30.  
26/3 (quarta): 6h, 13h e 20h30.  
29/3 (sábado): 11h30.  
30/3 (domingo): 21h. 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do Canal Educação 

Fonte: Ministério da Educação

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Brasil tem mais de 20 mil pedidos judiciais internacionais em andamento, cíveis e penais

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Brasília, 27/05/2026 – O Brasil tem hoje em andamento mais de 20 mil pedidos judiciais internacionais relacionados às áreas cíveis e penais, incluindo pedidos de extradição e de transferência de pessoas condenadas, somando-se os emitidos pelo país com os recebidos de outras nações.

O número foi informado, nesta quarta-feira (27), pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, em audiência pública na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados. “Tudo isso é um sinal de que o Brasil é ator relevante e demandado no Sistema Internacional de Justiça”, afirmou Lima.

Os pedidos são operados pela Secretaria Nacional de Justiça, sob comando da secretária Maria Rosa Guimarães Loula, especificamente pelo Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (DRCI), em articulação permanente com a Polícia Federal, o Ministério das Relações Exteriores, a Advocacia-Geral da União, o Ministério Público e a Defensoria Pública, além do Poder Judiciário e de outros parceiros.

“Esse trabalho apoia-se numa ampla rede normativa de mais de 120 acordos multilaterais e bilaterais. Na área penal, o Brasil mantém acordo de assistência jurídica com mais de 20 países e participa das Convenções das Nações Unidas contra o Crime Organizado, a Corrupção e os Crimes Cibernéticos. Vamos somar ainda, a tudo isso, tratados de extradição com cerca de 30 países e acordos de transferência de pessoas condenadas com outros 17. Instrumentos que dão efetividade às decisões judiciais com respeito à soberania e aos direitos fundamentais”, informou o ministro.

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Ele observou que decisões como a concessão de extradição ou a validação de atos internacionais são de competência do Supremo Tribunal Federal e do Superior Tribunal de Justiça, conforme o caso, e que o Ministério só pode se manifestar publicamente sobre esses temas com base em comunicações formais e dentro dos limites legais, inclusive quanto à proteção de dados e ao sigilo de investigações e recursos.

“O devido processo legal deve ser seguido em seu absoluto rigor. O esforço do Ministério da Justiça deve ser nessa direção, de manter um alto padrão de institucionalidade, que é o meu empenho”, assegurou Lima.

O ministro compareceu à Comissão para falar sobre a atuação internacional da Polícia Federal. Em sua exposição inicial, Wellington César Lima esclareceu que sua pasta não exerce função de direção da Polícia Federal, mas de supervisão finalística das atividades, sem interferência na condução técnica das investigações, atribuição exclusiva das autoridades policiais, conforme previsto na Constituição e na Lei nº 12.830/2013.

Desta forma, observou, não compete ao Ministério da Justiça determinar investigações, acelerar procedimentos ou acessar diligências sigilosas, sendo o controle da atividade policial exercido pelo Ministério Público e pelo Poder Judiciário. Também enfatizou que a autonomia técnica das investigações decorre da especialização institucional da Polícia Federal.

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O ministro reiterou a disposição permanente da pasta em manter diálogo transparente com o Parlamento e incorporar contribuições legislativas ao debate sobre segurança pública como política de Estado.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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