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Soja mantém oscilações moderadas em Chicago e recua levemente nesta terça-feira
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Os contratos futuros da soja registram leves recuos na Bolsa de Chicago nesta terça-feira (25). Por volta das 8h55 (horário de Brasília), as cotações apresentavam quedas entre 3,75 e 4,75 pontos nos principais vencimentos, com o contrato para maio sendo negociado a US$ 10,02 por bushel e o de agosto a US$ 10,10 por bushel. O mercado segue operando de forma técnica, sem uma direção clara, devido à ausência de novidades relevantes.
Os investidores permanecem ajustando suas posições antes da divulgação dos novos dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), prevista para 31 de março. O relatório trará, entre outras informações, as projeções de intenção de plantio para a safra 202/ – sendo este o primeiro levantamento oficial da nova temporada.
“O mercado sofre pressão técnica e fundamental, com traders, fundos e especuladores adotando uma postura cautelosa e aguardando novidades para definir uma direção. Na ausência de fatores impulsionadores, as cotações tendem a recuar, e a principal preocupação dos agentes altistas é evitar que os preços futuros da soja caiam abaixo da marca psicológica de US$ 10,00 por bushel”, aponta relatório da Cerealpar.
A consultoria também destaca que a pressão sazonal da chegada da nova safra sul-americana segue no radar, assim como as incertezas geopolíticas, com ênfase na guerra comercial entre os Estados Unidos e seus principais parceiros.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Diesel S-10 dispara mais de 7% em abril e pressiona custos do transporte no Brasil
O preço do diesel S-10 registrou forte alta nos postos brasileiros em abril, consolidando um movimento de pressão sobre os custos logísticos e o transporte no país. Segundo dados do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), o combustível avançou mais de 7% na comparação com março, alcançando média de R$ 7,61 por litro.
O diesel comum também apresentou elevação relevante no período, com alta de 6,42%, chegando a R$ 7,46 por litro. O levantamento considera abastecimentos realizados em uma base de mais de 21 mil postos credenciados em todo o Brasil.
Diesel lidera alta entre combustíveis
Entre os principais combustíveis, o diesel foi o que registrou a maior variação em abril. A gasolina teve aumento de 3,45%, com preço médio de R$ 6,90 por litro, enquanto o etanol hidratado apresentou leve alta de 0,62%, sendo comercializado a R$ 4,86.
De acordo com o diretor de Unidades de Negócio da Edenred Mobilidade, Vinicios Fernandes, o movimento de alta reflete fatores estruturais e conjunturais. “Abril foi marcado por uma pressão significativa nos preços do diesel, influenciada pelo cenário de oferta e demanda e por ajustes nas refinarias”, destacou.
Conflito no Oriente Médio impacta mercado
O avanço dos preços está diretamente ligado ao cenário internacional, especialmente às tensões no Oriente Médio envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã. O conflito tem provocado instabilidade no mercado global de petróleo, afetando cadeias de abastecimento e elevando custos.
No Brasil, o impacto é ampliado pela dependência externa: cerca de 25% do diesel consumido no país é importado. A Petrobras, principal produtora nacional, também atua como importadora, o que torna o mercado sensível às oscilações internacionais.
O último reajuste promovido pela estatal ocorreu em meados de março, mas os efeitos do cenário global continuam sendo repassados ao consumidor final.
Governo tenta conter alta
Diante da escalada de preços, o governo federal implementou medidas para reduzir o impacto, incluindo programas de subsídio ao diesel. A iniciativa busca amenizar os custos, principalmente para o setor de transporte e o agronegócio, altamente dependentes do combustível.
Alta atinge todo o país
Os dados do IPTL indicam que todas as regiões brasileiras registraram aumento no preço do diesel em abril. O Nordeste apresentou as maiores altas percentuais em relação a março, enquanto a região Norte concentrou os preços médios mais elevados.
O movimento reforça a preocupação com os custos logísticos no Brasil, especialmente em um momento de intensificação das atividades no campo e escoamento da produção agrícola.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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