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Bahia Expande Produção de Algodão e Aumenta Expectativas de Produtividade
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A produção de algodão na Bahia continua a crescer, impulsionada pela expansão da área cultivada e pela forte demanda do mercado têxtil. De acordo com o boletim da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (AIBA), a área destinada ao cultivo de algodão na safra 2024/25 alcançou 413.123 hectares, marcando um incremento de 20% em relação ao ciclo anterior.
Esse crescimento reflete a confiança dos produtores na rentabilidade da cultura, que tem mantido preços atrativos no mercado internacional. O aumento da demanda por produtos têxteis e os incentivos à exportação têm impulsionado a ampliação das lavouras, consolidando a Bahia como um dos principais polos de produção do país.
Além da ampliação da área plantada, a expectativa é de que a produtividade também registre avanços nesta safra. O uso de sementes de alto rendimento e o investimento contínuo em manejo fitossanitário são fatores essenciais para garantir boas produtividades e reduzir o risco de perdas nas lavouras.
Outro fator que tem beneficiado a produção de algodão na Bahia é a implementação de tecnologias de monitoramento e manejo integrado de pragas. A utilização de controle biológico e a prática de rotação de culturas têm sido estratégias eficazes para minimizar os danos causados pelo bicudo-do-algodoeiro, uma das principais ameaças à cultura.
Com investimentos constantes em inovação e sustentabilidade, a produção de algodão na Bahia segue firmemente na busca pela consolidação no mercado global. Os produtores esperam que a safra 2024/25 continue na trajetória de crescimento, assegurando bons resultados econômicos e reforçando a competitividade do setor.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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ABCS propõe novas linhas de crédito e ampliação do INOVAGRO para o Plano Safra 2026/27
A Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) encaminhou ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) uma série de propostas para o Plano Safra 2026/2027. O documento reúne sugestões voltadas à ampliação do crédito rural, modernização das granjas e fortalecimento da competitividade da suinocultura brasileira.
As medidas defendidas pela entidade buscam adequar as linhas de financiamento às necessidades do setor, que demanda investimentos constantes em tecnologia, biosseguridade, automação e bem-estar animal.
Entre os principais pontos apresentados pela ABCS está a criação permanente de uma linha de crédito específica para retenção de matrizes suínas, com prazo de carência de dois anos para pagamento.
ABCS pede crédito específico para retenção de matrizes
Segundo a entidade, a suinocultura possui um ciclo produtivo mais longo em relação a outras cadeias pecuárias. O intervalo entre a inseminação da matriz e o abate dos animais gerados no ciclo reprodutivo pode chegar a nove meses.
Além disso, cada matriz permanece em produção, em média, durante cinco ciclos, totalizando aproximadamente 24 meses de atividade.
Com base em levantamentos da Embrapa Suínos e Aves referentes aos custos médios registrados em janeiro de 2026 nos estados da Região Sul, a ABCS calculou que o custo direto por matriz ao longo de 2,5 anos chega a R$ 6.791.
O estudo considera despesas com aquisição de matrizes, alimentação, medicamentos e vacinas.
A associação estima que seriam necessários aproximadamente R$ 239 milhões em recursos para atender cerca de 5% dos produtores independentes do país por meio da nova linha de crédito proposta.
Entidade solicita ampliação dos limites do INOVAGRO
Outro ponto defendido pela ABCS é a ampliação dos limites de financiamento do Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária (INOVAGRO).
A proposta prevê aumento do limite individual para R$ 4,5 milhões e do teto para operações coletivas para R$ 13,5 milhões.
Segundo a entidade, os investimentos são necessários para adequar as granjas às exigências previstas na Instrução Normativa nº 113/2020, que trata de bem-estar animal e práticas produtivas na suinocultura.
Os recursos seriam destinados principalmente para reformas em instalações de gestação, ampliação de maternidades, sistemas de climatização e automação das unidades produtivas.
A ABCS argumenta que as adequações são fundamentais para elevar a eficiência produtiva, reduzir o uso de antimicrobianos e atender exigências de mercado.
Proposta também prevê atualização do limite do Pronamp
A associação também sugeriu mudanças no enquadramento do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp).
A proposta encaminhada ao Mapa prevê elevação do limite de renda bruta anual de R$ 3,5 milhões para R$ 3,75 milhões.
De acordo com a entidade, a atualização é necessária diante do aumento dos custos de produção e das mudanças econômicas registradas nos últimos anos no setor agropecuário.
Setor cobra linhas de financiamento mais alinhadas à realidade da produção
Segundo o presidente da ABCS, Marcelo Lopes, as propostas têm como objetivo aproximar os mecanismos de crédito da realidade enfrentada pelos produtores rurais.
“A atividade exige investimentos contínuos em tecnologia, biosseguridade e bem-estar animal. Por isso, defendemos que os mecanismos de crédito acompanhem a dinâmica e as necessidades do setor”, afirmou.
As sugestões apresentadas pela ABCS reforçam a mobilização do setor produtivo em torno do Plano Safra 2026/2027, considerado estratégico para garantir competitividade, expansão da produção e modernização da agropecuária brasileira.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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