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Série Inclusão pra Valer debate a acessibilidade na escola

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“A escola como local de acolhimento de diferenças é o tema da série Inclusão pra Valer desta terça-feira, 1º de abril, no Canal Educação, a TV do Ministério da Educação (MEC). O terceiro episódio da série vai ao ar às 19h30 (horário de Brasília) e conta com a orientação da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão do MEC (Secadi).   

Nos programas, a pesquisadora em educação inclusiva Mariana Rosa recebe especialistas de diversas áreas para um bate-papo sobre a inclusão escolar de pessoas com deficiência. No terceiro episódio, o convidado será o professor José Eduardo Lanuti, doutor em Educação da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp). Ele falará sobre adaptação, flexibilização, acessibilidade, diferenciação curricular, entre outras questões que compõem a perspectiva inclusiva dentro da escola.  

Na conversa, o professor explica a concepção do currículo escolar, destacando a possibilidade de se compreender dentro do termo não só os conteúdos trabalhados nas aulas, entendidos como conteúdos prescritivos, mas também as ações didáticas que os professores desenvolvem para que o assunto chegue até os estudantes, além dos próprios conhecimentos já trazidos pelos estudantes de suas vivências prévias. Sobre o currículo prescritivo, Lanuti explica a diferença entre tornar um currículo acessível e torná-lo adaptado.  

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As diferenças e as semelhanças do trabalho do professor de acessibilidade de sala comum e do professor de atendimento educacional especializado (AEE) também são explicadas pelo convidado na entrevista. De acordo com Lanuti, para o primeiro, as estratégias didáticas devem ser pensadas de maneira inclusiva, já para o segundo, o foco não é o conteúdo, mas os recursos, os instrumentos e os materiais utilizados na aula.  

Segundo Lanuti, o professor interessado em ampliar as possibilidades de acessibilidade não devem enquadrar os alunos de acordo com as deficiências que possuem.  

Canal Educação – A TV do MEC pode ser assistida pelo canal aberto 2.3 em Brasília, no Rio de Janeiro e no Maranhão. Já São Paulo assiste pelo canal 1.3. Para saber outras formas de sintonizar o canal, o público pode acessar o portal do MEC. Também é possível acompanhar a TV do MEC ao vivo pelo site do Canal Educação e pelo portal do Ministério. Além disso, é possível assistir a todas as produções do Canal Educação no YouTube.     

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Serviço: 

3º episódio Inclusão pra Valer – A escola como local de acolhimento de diferenças 

Data: 1º de abril de 2025 (terça-feira)
Horário: 19h30 (horário de Brasília) 
Reprises: 1º/4 (terça): 23h30   
2/4 (quarta): 6h, 13h e 20h30   
5/4 (sábado): 11h30 
6/4 (domingo): 21h 

 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do Canal Educação  

Fonte: Ministério da Educação

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MEC participa da 16ª Festa Literária das Periferias no Rio

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Ana Maria Gonçalves, Conceição Evaristo, Cidinha da Silva, Eliana Alves Cruz, Elisa Lucinda, Nei Lopes e Estêvão Ribeiro estão entre os autores que participam da 16ª edição da Festa Literária das Periferias (Flup), realizada de 23 a 27 de setembro no Rio de Janeiro. O evento ocorre no Teatro Municipal Carlos Gomes, na Sala Guarani e na Praça Tiradentes, com programação que reúne autores, pensadores, estudantes e professores e aborda temas relacionados à literatura negra, periférica e às matrizes ancestrais. 

Com o tema “As Filhas das Filhas das Filhas”, a edição homenageia a escritora Ana Maria Gonçalves, primeira mulher negra eleita para a Academia Brasileira de Letras (ABL). A programação conta também com a participação da pensadora norte-americana Kimberlé Crenshaw, além de intelectuais como Djamila Ribeiro, Cida Bento, Carla Akotirene, Jeferson Tenório, Sidnei Nogueira e Bianca Santana. A Flup inclui ainda atividades voltadas à produção audiovisual, entre elas trabalhos desenvolvidos pelo Laboratório de Narrativas Negras e Indígenas.  

O Ministério da Educação (MEC) participa da Flup por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi). Durante a programação, serão disponibilizados dois totens interativos para acesso ao MEC Livros, biblioteca digital de acesso público e gratuito. A programação completa da 16ª Flup pode ser consultada no site oficial do evento. 

A secretária da Secadi, Zara Figueiredo, pontuou que a literatura constitui um direito humano fundamental por sua capacidade de proporcionar o exercício da alteridade e a compreensão de dilemas existenciais. Também ressaltou que a literatura produzida por autores negros e periféricos expressa a diversidade cultural do país e aborda temáticas centrais da sociedade brasileira. Ela destacou ainda a relevância da presença do ministério no festival e enfatizou que a disponibilidade dessas obras na plataforma MEC Livros fortalece a representatividade, a autoestima e a aprendizagem dos estudantes na rede pública. 

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Literatura negra e acervo digital – A programação do festival também se relaciona ao acervo do MEC Livros, biblioteca digital e gratuita que reúne obras de diversos autores presentes na 16ª Flup. Entre os títulos disponíveis está o romance histórico Um Defeito de Cor, de Ana Maria Gonçalves, que inspira o tema desta edição do festival. Também integra a plataforma o título Canção para Ninar Menino Grande, de Conceição Evaristo, atualmente o quinto livro mais emprestado do acervo, além de outras obras da autora, como Becos da Memória, Ponciá Vicêncio, Literatura Negra: uma poética de nossa afro-brasilidade e Olhos d’água

O catálogo contempla também títulos como Um Exu em Nova York, Sobre-viventes! e Exuzilhar, de Cidinha da Silva; Nada Digo de Ti, que em Ti Não Veja, de Eliana Alves Cruz; Afro-Brasil Reluzentes, de Nei Lopes; e produções voltadas à infância e juventude, como Rê Tinta e a Revolução Escolar, de Elisa Lucinda, e Rê Tinta e o Pé de Jamelão, de Estêvão Ribeiro. 

O MEC Livros reúne autores de diferentes gerações, com obras de escritores como Maria Firmina dos Reis, Machado de Assis, Lima Barreto e Carolina Maria de Jesus, além de autores contemporâneos brasileiros e estrangeiros, entre eles Itamar Vieira Junior, Lilia Guerra, Eliane Marques, Tom Farias, Paulina Chiziane, Buchi Emecheta, Oyinkan Braithwaite, Akwaeke Emezi e Randall Kenan.  

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Sobre a plataforma – O MEC Livros é uma biblioteca digital de acesso público e gratuito, com mais de 25 mil títulos em formato digital, entre obras licenciadas e em domínio público. A plataforma integra ações relacionadas à ampliação do acesso à leitura e ao Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), em parceria com a Fundação Biblioteca Nacional, a Academia Brasileira de Letras, o Instituto Mojo de Comunicação Intercultural e a Companhia Editora de Pernambuco. 

O acesso pode ser feito via navegador ou aplicativo para dispositivos móveis, mediante login com a conta Gov.br. A plataforma permite o empréstimo gratuito de obras licenciadas, além da leitura ilimitada de títulos em domínio público. Para consultar o acervo e obter mais informações, acesse o portal do MEC Livros

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi e da Secretaria de Educação Básica (SEB)

Fonte: Ministério da Educação

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