AGRONEGOCIOS
Espírito Madeira apoia Fórum sobre Qualidade da Madeira e impulsiona o fortalecimento do setor florestal
AGRONEGOCIOS
A Espírito Madeira – Design de Origem é uma das apoiadoras do Fórum Qualidade da Madeira, que acontecerá nos dias 13 e 14 de agosto, no Auditório da Findes, em Vitória (ES). As inscrições para o evento já estão abertas e podem ser feitas no site oficial: www.forumqm.com.br.
Promovido pelo Núcleo de Pesquisa em Qualidade da Madeira (Nuqmad), pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Florestais e pelo Centro de Ciências Agrárias e Engenharias da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), o evento será um marco para o setor madeireiro nacional. A iniciativa conta ainda com a correalização do Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais (Ipef) e o apoio da Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia da Madeira e da Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes).
Debates qualificados para promover o uso responsável da madeira
O Fórum tem como objetivo principal aprofundar as discussões sobre qualidade da madeira e sua importância para a produção florestal e a indústria, promovendo o intercâmbio de conhecimentos entre pesquisadores, especialistas e profissionais do setor.
Para a Espírito Madeira, que se dedica à valorização da madeira em aplicações de alto padrão, o evento está alinhado à missão de promover o uso inovador, responsável e sustentável da matéria-prima. “Ao apoiar o Fórum, reforçamos que este não é apenas um evento de dois dias, mas um movimento que conecta toda a cadeia produtiva e contribui diretamente para os negócios do setor”, afirma Paula Maciel, uma das organizadoras da empresa.
A programação trará painéis temáticos conduzidos por especialistas, abordando temas centrais como qualidade da madeira para produção de celulose, impacto da idade de corte, uso de espécies nativas, além de avanços nas técnicas de seleção genética e modelagem. Haverá também espaço para o debate de desafios enfrentados no processo de industrialização da madeira.
Integração entre indústria e academia
Estarão presentes representantes de grandes empresas como Suzano, Klabin, Eldorado Brasil e Veracel, além de pesquisadores de instituições científicas e acadêmicas. A participação desses profissionais promete enriquecer as discussões e contribuir para novas estratégias de uso eficiente da madeira, com foco na sustentabilidade e na inovação tecnológica.
Ao incentivar a troca de experiências e o fortalecimento de parcerias, o Fórum contribuirá para o desenvolvimento de pesquisas e tecnologias aplicadas à avaliação da qualidade da madeira. Essa conexão entre diferentes elos da cadeia florestal busca consolidar o evento como uma referência nacional no tema.
A Espírito Madeira – Design de Origem convida todos os profissionais, estudantes e interessados no setor a participarem desta importante iniciativa. A expectativa é de que o Fórum promova reflexões estratégicas e colabore ativamente para o futuro da cadeia florestal brasileira.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGOCIOS
Alta do petróleo e avanço dos biocombustíveis elevam preços internacionais dos alimentos
A nova alta dos preços internacionais dos alimentos acendeu um alerta, e também abriu oportunidades, para o agronegócio brasileiro. Relatório divulgado pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) mostra que os alimentos voltaram a subir em abril, puxados principalmente pelos óleos vegetais, em um movimento diretamente ligado à tensão no Oriente Médio, ao petróleo mais caro e ao avanço global dos biocombustíveis.
O Índice de Preços de Alimentos da FAO subiu 1,6% em abril e atingiu o maior nível desde fevereiro de 2023. Para o produtor brasileiro, porém, o dado mais importante está no comportamento do óleo de soja e das commodities ligadas à energia.
Com o aumento das tensões envolvendo o Irã e os riscos sobre o fluxo de petróleo no Estreito de Ormuz, o mercado internacional passou a precificar possível alta nos combustíveis fósseis. Na prática, petróleo mais caro torna o biodiesel mais competitivo e aumenta a demanda por matérias-primas agrícolas usadas na produção de energia renovável.
É justamente aí que o Brasil ganha relevância. Maior produtor e exportador mundial de soja, o país também ampliou nos últimos anos sua indústria de biodiesel. Com a mistura obrigatória de biodiesel no diesel em níveis mais elevados, cresce a demanda interna por óleo de soja, fortalecendo toda a cadeia produtiva.
O efeito tende a chegar dentro da porteira. Preços internacionais mais firmes para óleo vegetal ajudam a sustentar as cotações da soja, melhoram margens da indústria e podem aumentar a demanda pelo grão brasileiro nos próximos meses.
Além disso, o cenário fortalece a estratégia de agregação de valor do agro nacional. Em vez de depender apenas da exportação do grão bruto, o Brasil amplia espaço na produção de farelo, óleo e biocombustíveis, segmentos mais ligados à industrialização e geração de renda.
Os cereais também registraram leve alta internacional em abril. Segundo a FAO, preocupações climáticas e custos elevados de fertilizantes continuam influenciando o mercado global de trigo e milho.
Mesmo assim, os estoques mundiais seguem relativamente confortáveis, reduzindo o risco de uma disparada mais intensa nos preços dos grãos neste momento. Outro ponto que interessa diretamente ao produtor brasileiro está na carne bovina. O índice internacional das proteínas animais bateu recorde em abril, impulsionado principalmente pela menor oferta de bovinos prontos para abate no Brasil.
Isso ajuda a sustentar os preços internacionais da proteína brasileira e reforça a competitividade do país em um momento de demanda firme no mercado externo. Na direção oposta, o açúcar caiu quase 5% no mercado internacional diante da expectativa de aumento da oferta global, especialmente por causa da perspectiva de produção elevada no Brasil.
A FAO também revisou para cima sua projeção para a safra mundial de cereais em 2025, estimada agora em 3,04 bilhões de toneladas — novo recorde histórico. O cenário mostra que o mercado global de alimentos continua abastecido, mas cada vez mais conectado ao comportamento da energia, da geopolítica e dos biocombustíveis. Para o agro brasileiro, isso significa que petróleo, conflitos internacionais e política energética passaram a influenciar diretamente o preço da soja, do milho, da carne e até a rentabilidade dentro da fazenda.
Fonte: Pensar Agro
-
AGRONEGOCIOS3 anos atrás
Agrônomo mineiro recebe a Comenda do Mérito Agronômico, a mais alta distinção da categoria
-
MATO GROSSO3 anos atrás
Mar… ia
-
MATO GROSSO3 anos atrás
A solidão humana
-
Gourmet3 anos atrás
Molho Bolonhesa
-
Gourmet2 anos atrás
Brigadeiro
-
Gourmet2 anos atrás
Picolé detox
-
Gourmet2 anos atrás
Molho rosé
-
Gourmet2 anos atrás
Salpicão

