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Semeadura da nova safra de trigo começa com redução na área plantada

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Semeadura da safra 2025 inicia com expectativas de menor área plantada

A semeadura da safra de trigo 2025 começou em Goiás e Minas Gerais, com os plantios nos principais estados produtores, como Paraná e Rio Grande do Sul, previstos para iniciar entre maio e junho. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) já aponta uma redução de 9,3% na área destinada ao cultivo do cereal em comparação com 2024, o que pode impactar a oferta do produto na próxima safra. A área cultivada está projetada para 2,77 milhões de hectares.

Expectativa de produtividade maior pode compensar a diminuição da área

Segundo os pesquisadores do Cepea, embora a diminuição da área plantada com trigo seja uma realidade, o crescimento da produção vai depender diretamente da produtividade das lavouras. No entanto, a produtividade média nacional estimada pela Conab é de 3,06 toneladas por hectare, o que representa um aumento de 18,5% em relação ao ano passado. Esse avanço na produtividade pode ajudar a compensar a redução da área e resultar em uma produção de 8,47 milhões de toneladas de trigo em 2025, o que significaria um aumento de 7,4% sobre o volume registrado em 2024.

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Influência da valorização moderada do trigo no mercado

De acordo com os especialistas do Cepea, a valorização mais contida nos preços do trigo ao produtor em relação aos preços do mercado atacadista pode impactar negativamente a atratividade do cultivo do cereal nesta temporada. Essa dinâmica de mercado tende a influenciar as decisões dos produtores, levando-os a reavaliar o cultivo de trigo em relação a outras alternativas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de açúcar somam 1,6 milhão de toneladas no line-up e mantêm forte ritmo de embarques nos portos do Brasil

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O line-up de navios nos portos brasileiros aponta que o país deve exportar 1,606 milhão de toneladas de açúcar na semana encerrada em 17 de junho, mantendo o Brasil como um dos principais fornecedores globais da commodity.

O volume, apesar de expressivo, representa redução em relação à semana anterior, quando estavam programadas 1,860 milhão de toneladas para embarque. O levantamento considera embarcações já atracadas, em fila de espera ou com previsão de chegada até 13 de julho.

Porto de Santos concentra maior parte dos embarques

O Porto de Santos (SP) segue como principal hub exportador de açúcar do país, concentrando 1.325.530 toneladas programadas no período.

Na sequência aparecem o Porto de Paranaguá (PR), com 278.000 toneladas, Recife (PE), com 20.300 toneladas, e Maceió (AL), com 8.774 toneladas.

Predomínio do açúcar VHP nas exportações

A composição da carga mostra predominância do açúcar VHP, que responde pela maior parte dos embarques, com 1.461.304 toneladas.

Também estão previstos embarques de Crystal B150 (100 mil toneladas), TBC (32.300 toneladas), açúcar refinado A-45 (7 mil toneladas) e VHP ensacado, equivalente a 6.000 toneladas.

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Exportações de açúcar somam 1,6 milhão de toneladas em junho

Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) indicam que o Brasil exportou 1.603.237 toneladas de açúcar em junho, com receita de US$ 574,98 milhões no acumulado do mês.

A média diária exportada ficou em 178,137 mil toneladas, enquanto a receita média diária atingiu US$ 63,887 milhões, considerando nove dias úteis no período.

Receita diária recua, mas volume cresce na comparação anual

Na comparação com junho de 2025, houve aumento no volume exportado, mas queda na receita e nos preços médios.

A receita diária recuou 11,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando o valor médio era de US$ 72,166 milhões.

Já o volume diário embarcado cresceu 5,8%, acima das 168,399 mil toneladas registradas em junho de 2025.

Preço médio do açúcar recua no mercado externo

O preço médio do açúcar exportado em junho de 2026 ficou em US$ 358,6 por tonelada, representando queda de 16,3% frente aos US$ 428,5 por tonelada observados em junho de 2025.

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O recuo reflete um cenário internacional mais pressionado, apesar da manutenção de um forte fluxo físico de exportações brasileiras, sustentado pela competitividade do país no mercado global.

O desempenho do setor reforça o Brasil como protagonista no comércio mundial de açúcar, com volumes elevados de embarque, ainda que sob pressão de preços no mercado internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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