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VI CNIJMA: confira os passos para realizar a conferência na escola

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Está em curso a etapa mais importante da VI Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente (CNIJMA). A Conferência na Escola ocorre quando escolas de todo o país se envolvem em pesquisas, diálogos e reflexões sobre questões socioambientais que afetam o cotidiano da própria comunidade escolar em seu território. A etapa segue aberta até o dia 30 de junho às escolas públicas e particulares que desejam participar, sendo pré-requisito possuir ao menos uma turma dos anos finais do ensino fundamental (6º ao 9º ano). No Brasil, esse universo abarca 61.806 escolas, com um potencial para mobilizar mais de 775 mil professores e nove milhões de estudantes. 

O tema da VI CNIJMA é “Vamos transformar o Brasil com educação e justiça climática”. O termo justiça climática é usado por movimentos socioambientais para mostrar que a crise climática não é um assunto que deve ser enfrentado apenas do ponto de vista ambiental e por meio de soluções tecnológicas, mas principalmente em termos éticos e políticos. Nesse contexto, a educação ambiental torna-se fundamental para aprofundar a compreensão das causas e dos impactos da mudança do clima.  

A partir da Conferência na Escola, crianças e adolescentes são encorajados a construir, coletivamente, práticas para a prevenção de riscos e a adaptação a novas realidades. A troca de conhecimento em torno dessa temática nas escolas pode seguir alguns passos, que vão desde a preparação até a realização de um projeto de ação eleito. A CNIJMA é promovida pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), em parceria com o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Juntas, as pastas elaboraram um documento detalhado com esse passo a passo”, que pode ser acessado por meio da página da VI CNIJMA 

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Passo a passo – Os passos da Conferência na Escola podem ser divididos em três etapas principais (antes, durante e depois). Na primeira etapa, a escola entra no clima do evento, mobilizando esforços para aprender mais sobre o tema e comunicar o que se aprendeu. Durante a conferência, a escola deve organizar, propriamente, o dia da Conferência na Escola, quando pode haver uma apresentação dos projetos desenvolvidos pelos estudantes. Já no último momento da conferência, são indicados passos para que a escola tenha uma atuação efetiva, tanto na participação das etapas posteriores da conferência quanto na sua contribuição para promover a justiça climática no âmbito do seu território de atuação. Confira ações relativas a cada etapa: 

Antes 

  • Definir data da conferência 

  • Criar (ou recriar) e mobilizar a Com-Vida 

  • Pesquisar sobre o tema da conferência 

  • Elaborar projetos de ação   

  • Divulgar e mobilizar a comunidade   

Durante 

  • Escolher um facilitador ou facilitadora para coordenar os trabalhos 

  • Registrar as ideias 

  • Apresentar projetos de ação 

  • Avaliar e eleger o projeto vencedor 

  • Eleger delegado ou delegada e suplente da escola para as etapas seguintes   

  • Criar carta para autoridades 

Depois 

  • Confirmar adesão da escola no site da VI CNIJMA 

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  • Mobilizar parcerias   

  • Implantar a ação   

RegistroAs escolas que já realizaram a Conferência na Escola podem registrá-la no portal do MEC, por meio da página da VI CNIJMA. O registro é fundamental para garantir a participação das escolas nas próximas etapas da conferência e pode ser feito até o dia 5 de julho. 

Para o registro, é preciso cadastrar o projeto de ação, bem como os dados do delegado, do suplente e dos professores acompanhantes, e responder às questões sobre os resultados da conferência. Não é possível alterar as informações após o envio, efetivado quando a mensagem “formulário enviado com sucesso” aparece na tela. O link para a emissão do certificado de realização da VI CNIJMA na escola será enviado para o e-mail informado no registro. 

CNIJMA – A VI Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente funciona como um pretexto pedagógico para promover a educação ambiental nas escolas e estimular o público infantojuvenil a se tornar agente ativo de mudanças nas ações de mitigação e adaptação às mudanças do clima. A iniciativa foi realizada pela primeira vez em 2003. Nas cinco edições realizadas ao longo de 15 anos (2003-2018), mais de 20 milhões de pessoas participaram: crianças e adolescentes de 11 a 14 anos (como delegados); jovens de 18 a 29 anos (como mobilizadores, facilitadores, oficineiros e gestores); professores e profissionais das comunidades escolares; e gestores da educação e do meio ambiente. Cada edição mobilizou, em média, 14 mil escolas de todos os estados. 

 

Assessoria de Comunicação Social do MEC 

Fonte: Ministério da Educação

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Governo do Brasil anuncia programa para adimplentes dos Fies

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O governo federal anunciou, nesta segunda-feira, 29 de junho, a criação do Fies Empreendedor como parte das ações do Desenrola Adimplentes. O programa é destinado para egressos adimplentes do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) que estão em período de amortização do empréstimo estudantil e busca oferecer crédito para financiar as próximas etapas da trajetória profissional de estudantes recém-formados, com foco em atividades empreendedoras. Por meio da iniciativa, entre 50 mil e 125 mil pessoas terão acesso a uma linha de crédito reembolsável. 

O orçamento previsto para a ação é de até R$ 1 bilhão. A cerimônia de assinatura da Medida Provisória que cria o Desenrola Adimplentes teve a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e dos ministros da Educação, Leonardo Barchini, e da Fazenda, Dario Durigan. 

Barchini ressaltou que o Fies Empreendedor é um investimento inédito que trará inúmeros ganhos para o país. “Pela primeira vez, estamos auxiliando esses jovens egressos de escola pública, que conseguiram, com muita dificuldade, acessar o ensino superior, se formar e ficar em dia com os pagamentos do Fies. É muito difícil empreender no Brasil, mas com essa nova linha de crédito, vamos conseguir dar oportunidades para que eles possam estabelecer seu negócio e ter igualdade de condições. Daqui a alguns anos, esses jovens poderão dar retornos para o país”, defendeu. 

Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal serão os agentes financeiros responsáveis pelo programa, de acordo com as seguintes condições: juros de 11% ao ano; limite de financiamento de R$ 180 mil para pessoas jurídicas e R$ 80 mil para pessoas físicas; e prazo máximo de 96 meses para pessoas jurídicas e de 60 meses para pessoas físicas. 

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Desenrola Adimplentes – O programa é uma expansão do Novo Desenrola Brasil e foi concebido para reduzir o risco de inadimplência entre cidadãos que estão na informalidade e mantêm as obrigações financeiras em dia, ou possuem dívidas com atraso de até 90 dias, oferecendo condições mais favoráveis para a reorganização financeira e preservação da capacidade de pagamento. Com essa medida, inaugura-se a linha de crédito subsidiado, voltada aos trabalhadores informais e ao público que enfrenta juros elevados e condições desfavoráveis de acesso ao crédito. 

Para estar apto ao programa, o trabalhador não pode ter vínculo CLT, ser servidor público e beneficiário de aposentadoria ou de pensão do INSS. As condições estabelecidas são: taxa máxima de juros de 1,99% ao mês; prazos equivalentes à data remanescente da dívida original; limite de prestação; possibilidade de crédito adicional de até 50% do saldo devedor; e garantia do Fundo Garantidor de Operações (FGO). 

Nova linha de crédito – Durante o evento, também foi anunciada a linha de crédito consignado privado com garantia do FGTS, voltada ao trabalhador com vínculo formal de emprego. A ação consiste na disponibilização parcial do saldo do FGTS para garantir operações do crédito do trabalhador (crédito consignado privado). Com o uso das garantias, a taxa máxima de juros será limitada a 1,99% ao mês, sendo que as operações contratadas via CTPS poderão ter cobertura do FGTS de até 100% do valor nominal do crédito. Nas contratações feitas em canal próprio, a cobertura poderá ser de até 50%. 

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Desenrola Brasil – Desenvolvido pelo governo federal, a política visa apoiar famílias brasileiras na renegociação de dívidas em atraso. O programa permite a renegociação de débitos de cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal (CDC), contratados até 31 de janeiro de 2026 e com atraso entre 91 dias e dois anos. Os participantes podem obter descontos de até 90%, taxa máxima de juros de 1,99% ao mês, prazo de até 48 meses para pagamento, e possibilidade de utilização de parte do saldo do FGTS para amortização parcial ou quitação das dívidas. O objetivo é promover a recuperação financeira das famílias e reduzir os índices de inadimplência no país. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do Ministério da Fazenda 

Fonte: Ministério da Educação

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