CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

BRASIL

Prazo para pedir isenção no Enem encerra sexta (2/5)

Publicados

BRASIL

O prazo para solicitar a isenção da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2025 termina na próxima sexta-feira, 2 de maio. Os interessados devem fazer a solicitação até as 23h59 (horário de Brasília), pela Página do Participante, com o login único do gov.br. O período também vale para as justificativas de ausência no Enem 2024.  

O Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) preveem a gratuidade para pessoas que se enquadram nos seguintes perfis: 

  • Estudantes matriculados na 3ª série do ensino médio (neste ano de 2025), em escola pública. 

  • Pessoas que fizeram todo o ensino médio em escola pública ou como bolsista integral em escola privada. 

  • Pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica, de família de baixa renda, com registro no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). 

Pé-de-Meia – Os participantes do programa Pé-de-Meia também podem solicitar isenção da taxa de inscrição. 

Leia Também:  Decreto que regulamenta o programa BR do Mar possibilitará redução dos custos logísticos em R$ 19 bilhões por ano

Justificativa de ausência – Quem não compareceu aos dois dias de Enem em 2024 precisa justificar a ausência caso queira participar da edição de 2025 gratuitamente. O prazo para realizar esse procedimento, por meio da Página do Participante, também é até sexta-feira, 2 de maio. 

Inscrição – Mesmo com a isenção confirmada, o estudante precisará fazer a sua inscrição, em período a ser divulgado. 

Confira o cronograma abaixo: 

Solicitação de isenção da taxa/Justificativa de ausência: 14 de abril a 2 de maio 

Resultado das solicitações de isenção da taxa/Justificativa de ausência: 12 de maio 

Período de recursos: 12 a 16 de maio 

Resultado dos recursos: 22 de maio 

Enem – O Exame Nacional do Ensino Médio avalia o desempenho escolar dos estudantes ao final da educação básica. Ao longo de mais de duas décadas de existência, o Enem tornou-se a principal porta de entrada para a educação superior no Brasil, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e de iniciativas como o Programa Universidade para Todos (Prouni). 

Leia Também:  MDIC participa de marco importante na ampliação e fortalecimento da economia circular

Instituições de ensino públicas e privadas utilizam o Enem para selecionar estudantes. Os resultados são utilizados como critério único ou complementar dos processos seletivos, além de servirem de parâmetro para acesso a auxílios governamentais, como o proporcionado pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). 

Os resultados individuais do Enem também podem ser aproveitados nos processos seletivos de instituições portuguesas que possuem convênio com o Inep para aceitarem as notas do Exame. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal. 

 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do Inep 

Fonte: Ministério da Educação

Propaganda

BRASIL

Education at a Glance 2026 reúne dados sobre escolaridade e investimento em educação

Publicados

em

O Ministério da Educação (MEC), por meio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), apresentou, nesta terça-feira, 29 de setembro, os dados brasileiros do relatório Education at a Glance (EaG) 2026. A produção do documento é coordenada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Nesta edição, o documento mostrou uma redução de 4,4 pontos percentuais na taxa de jovens que nem trabalham, nem estudam, nem têm formação (NEET). O indicador de pessoas de 18 a 24 anos que estavam nessa condição caiu de 26,8%, em 2016, para 22,4%, em 2024. O resultado é quase o dobro da redução média registrada pela OCDE no mesmo período (2,3 pontos). 

O relatório traz números referentes a programas brasileiros, como o Pé-de-Meia e o Bolsa Família. Nesse sentido, a OCDE aponta que o aumento das taxas de conclusão do ensino médio no Brasil, onde a proporção de jovens de 25 a 34 anos com escolaridade abaixo do ensino médio caiu 9,3 pontos percentuais entre 2016 e 2024, está associado aos avanços observados no período de implementação de políticas e incentivos financeiros. 

Em relação à escolaridade da população de 25 a 64 anos, 39,6% dos brasileiros tinham o ensino médio como maior nível concluído em 2024, percentual próximo à média dos países da OCDE em 2025, de 38,7%. Na educação superior, os percentuais eram de 22,3% no Brasil e 42,6% na média da organização. Quanto à conclusão do nível de ensino, 79% dos estudantes brasileiros haviam concluído até dois anos após a duração teórica do curso, ante 85% na média dos países da OCDE. Ao final da duração prevista, em 2022, os percentuais eram de 75% no Brasil e 76% na média da organização. Um ano depois, chegavam a 79% e 82%, respectivamente.  

O relatório também apresentou que, entre os jovens de 25 a 34 anos, a proporção de brasileiros com escolaridade abaixo do ensino médio passou de 35%, em 2016, para 25,8%, em 2024, uma redução de 9,3 pontos percentuais. No mesmo período, a parcela com educação superior passou de 19,2% para 24,2%. Ainda entre os jovens dessa faixa etária, a parcela cuja maior escolaridade concluída era o ensino médio passou de 45,8%, em 2016, para 50,1%, em 2024. Na média dos países da OCDE, em 2025, os percentuais de jovens com escolaridade abaixo do ensino médio, com ensino médio e com educação superior eram de 12,3%, 37,9% e 47,4%, respectivamente.  

Leia Também:  Sisu+ 2026 disponibiliza 935 vagas no Rio Grande do Sul

Investimentos – No que se refere aos recursos destinados à educação, as despesas governamentais brasileiras corresponderam a 4,5% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2023, ante 4% na média dos países da OCDE. O relatório também mostra que, entre 2015 e 2023, o indicador passou de 5,5% para 4,6% no Brasil e de 4,4% para 4,2% na média dos países da organização com dados disponíveis para os dois anos.  

Tema central – Em cada edição, o documento prioriza um tema para análise dos dados. A escassez de professores nos países participantes foi a questão central do EaG 2026. A publicação trata o assunto como um fenômeno multifacetado que deve considerar diferentes manifestações. O índice de 9% de professores não plenamente qualificados no Brasil está alinhado com a média da OCDE (9,1%), mostrando que esse é um desafio global de formação e retenção. Ademais, para fins de comparação internacional, a OCDE adota um conceito ampliado de qualificação. 

O programa Mais Professores para o Brasil, criado pelo MEC em 2025 e transformado em política nacional por meio de lei em 2026, é uma das frentes para ampliar a valorização docente. “O país passou anos discutindo como atrair talentos para a docência e agora o MEC transformou esse debate em política pública concreta. Temos ações articuladas para atrair os melhores estudantes para as licenciaturas, melhorar a qualidade da formação inicial, aproximar futuros professores da realidade das escolas, apoiar o ingresso na carreira e garantir valorização profissional e salarial. Com o Pé-de-Meia Licenciaturas, aumentamos em 106% as matrículas de estudantes de alto desempenho no Enem, de 2024 a 2026. Cada vez mais jovens estão enxergando na docência um projeto de vida”, defende o ministro da Educação, Leonardo Barchini. 

Leia Também:  MME e Procon intensificam fiscalização e 56 postos no Distrito Federal são notificados

As medidas começaram ainda em 2023, quando o MEC passou a promover uma ampla agenda de fortalecimento da docência. Outras ações são o fim das licenciaturas cursadas no formato de educação a distância; a reformulação da formação inicial, com mais qualidade e presencialidade; o fortalecimento da inserção dos estudantes nas escolas por meio do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (Pibid), que acaba de se tornar lei; e o monitoramento anual da qualidade da formação com o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) das Licenciaturas, que antes era realizado a cada três anos. 

“Também consolidamos uma política de valorização salarial que assegura ganho real ao piso nacional do magistério. Ainda há desafios históricos a enfrentar, mas o Brasil voltou a ter uma política estruturada, contínua e abrangente para formar, atrair, reconhecer e valorizar seus professores”, conclui. 

Education at a Glance – O Education at a Glance é uma publicação anual da OCDE que reúne indicadores sobre diferentes dimensões dos sistemas educacionais e permite a comparação entre os países participantes. O relatório é resultado do trabalho realizado no âmbito do Programa de Indicadores dos Sistemas Educacionais da OCDE. O Brasil participa da publicação desde sua primeira edição, em 1997.  

O Inep é o responsável pelo tratamento dos dados, o cálculo dos indicadores e o envio das informações do Brasil para a publicação. Os dados nacionais que subsidiam o cálculo de indicadores do EaG têm como fontes o Censo Escolar, o Censo da Educação Superior e outras pesquisas, como as domiciliares do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e os dados da pós-graduação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A íntegra do relatório está disponível para consulta no site da OCDE. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do Inep 

Fonte: Ministério da Educação

Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA