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Franca sedia lançamento das Rotas do Café de São Paulo e celebra tradição cafeeira com turismo sustentável

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A cidade de Franca, no interior paulista, será o cenário para o lançamento oficial das Rotas do Café de São Paulo, nos dias 9 e 10 de maio. O evento, que será realizado no Franca Shopping, tem como objetivo promover o turismo sustentável em regiões cafeeiras e valorizar a cultura e a história do café no estado. A iniciativa deve reunir cerca de 150 participantes, entre autoridades, produtores, empresários do setor de turismo e apreciadores da bebida.

Conexão entre cultura e turismo sustentável

Idealizada por Flávia Lancha, a proposta das Rotas do Café busca integrar o turismo de experiência com a tradição cafeeira paulista. A ideia é aproximar os consumidores da origem do café que consomem, fortalecendo o vínculo entre produção e consumo.

“O lançamento das Rotas do Café é uma conquista coletiva e uma oportunidade de transformar a relação do paulista com o café que produzimos. É um projeto que une tradição, inovação e desenvolvimento local”, afirma a idealizadora.

Programação diversificada para os amantes do café

A abertura oficial acontece na sexta-feira (9), às 18h, com um coquetel para os convidados. No sábado (10), das 10h às 20h, o público poderá participar de uma série de atividades, incluindo workshops, oficinas e a venda de cafés especiais produzidos na região.

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Entre os destaques da programação está o workshop “Café com Indicação Geográfica: Sabores da Alta Mogiana”, ministrado por Martha Grill, gestora executiva da Associação dos Cafés Especiais da Alta Mogiana (AMSC). A oficina abordará a certificação de origem dos cafés da região e a importância da Indicação Geográfica (IG) como diferencial de qualidade.

Alta Mogiana: tradição, identidade e sabor

Reconhecida nacional e internacionalmente pela excelência de seus grãos, a Alta Mogiana ganha ainda mais visibilidade com a iniciativa. A AMSC, responsável pela certificação da IG da região, aposta no turismo de experiência como uma ferramenta para valorizar a cadeia produtiva local.

“Diminuímos as distâncias entre quem produz e quem consome, realizando um trabalho de fortalecimento da identidade do nosso território, difundindo nossa cultura e tradição na produção sustentável dos mais doces cafés do Brasil”, destaca Martha Grill.

Franca Shopping apoia a valorização regional

A realização do evento no Franca Shopping simboliza o apoio do setor empresarial à valorização da cultura local e ao estímulo ao turismo regional.

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“Estamos muito felizes em receber o lançamento das Rotas do Café. Este é um projeto com potencial de movimentar a economia local e gerar orgulho para toda a população”, afirma Angelique Canabrava, gerente de marketing do empreendimento.

Rota Mogiana Paulista: a primeira etapa do projeto

A primeira rota em destaque será a Rota Mogiana Paulista, que abrange 16 municípios do estado de São Paulo e outros sete em Minas Gerais. A região é uma das mais tradicionais do país na produção de cafés especiais e se destaca pelo reconhecimento nacional e internacional da qualidade de seus grãos.

Turismo e café: uma combinação promissora

As Rotas do Café de São Paulo propõem uma conexão entre turismo, gastronomia, cultura e agricultura. A iniciativa pretende atrair visitantes para experiências autênticas em fazendas, cafeterias e pontos turísticos relacionados à história e à produção cafeeira do estado, contribuindo para o desenvolvimento sustentável das comunidades envolvidas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Tecnologia nutricional no hortifruti reduz perdas pós-colheita e melhora qualidade dos alimentos, aponta especialista

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O setor de hortifruti enfrenta um desafio crescente para equilibrar produtividade e qualidade, ao mesmo tempo em que busca reduzir perdas ao longo de toda a cadeia, do campo até o consumidor final. Por serem altamente sensíveis a fatores como clima, manejo nutricional, logística e armazenamento, frutas e hortaliças podem ter seu valor comercial comprometido por desequilíbrios ao longo do ciclo produtivo.

Especialistas apontam que parte significativa dessas perdas tem origem ainda na fase de cultivo, o que reforça a importância de um manejo nutricional mais preciso e tecnificado desde o início da produção.

Perdas começam no campo e impactam toda a cadeia produtiva

De acordo com a engenheira agrônoma Fernanda Dantas, especialista em Desenvolvimento Técnico de Mercado da Nitro, muitas perdas atribuídas ao pós-colheita têm origem no campo.

Segundo a especialista, falhas no manejo nutricional comprometem a resistência, a uniformidade e a vida útil dos produtos, afetando diretamente a qualidade final.

“Embora as perdas sejam mais visíveis no transporte, armazenamento e varejo, grande parte delas começa no campo, com desequilíbrios nutricionais que reduzem a qualidade dos frutos e hortaliças”, explica.

Esse cenário impacta diretamente a rentabilidade do produtor, aumenta custos operacionais, reduz a eficiência da cadeia produtiva e contribui para o desperdício de alimentos, além de pressionar os preços ao consumidor.

Nutrição vegetal avança com tecnologias mais precisas

Nos últimos anos, o setor de nutrição vegetal passou por uma evolução significativa, com o desenvolvimento de soluções mais específicas e eficientes para o manejo de hortifruti.

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Entre as principais inovações estão fertilizantes especiais, bioestimulantes, aminoácidos e tecnologias de nutrição foliar de alta eficiência, que contribuem para maior tolerância ao estresse e melhor aproveitamento dos nutrientes pelas plantas.

Segundo Fernanda Dantas, erros comuns no manejo ainda comprometem o desempenho das lavouras.

“Aplicações desbalanceadas de nutrientes, excesso de nitrogênio, deficiência de cálcio e micronutrientes, além do uso de programas genéricos sem considerar solo, clima e estágio da cultura, estão entre os principais problemas observados no campo”, destaca.

Manejo adequado melhora qualidade e reduz perdas pós-colheita

Um manejo nutricional equilibrado tem impacto direto nos principais atributos valorizados pelo mercado, como coloração, firmeza, uniformidade e desenvolvimento adequado dos frutos.

Nutrientes como cálcio, potássio e micronutrientes desempenham papel fundamental na formação estrutural das plantas e na conservação pós-colheita, aumentando a resistência dos produtos durante transporte e armazenamento.

Como resultado, alimentos com melhor padrão de qualidade apresentam maior aceitação no mercado, melhor valorização comercial, redução de perdas e maior competitividade para o produtor.

Além disso, práticas nutricionais mais eficientes contribuem para a sustentabilidade da produção, com melhor aproveitamento de insumos e redução de perdas por lixiviação, permitindo produzir mais com menor uso de recursos naturais.

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Monitoramento e agricultura de precisão são fundamentais

Para alcançar melhores resultados, especialistas recomendam que o produtor adote um acompanhamento constante da lavoura, com base em análises de solo e foliares, além de observação técnica no campo.

Sinais como desuniformidade, queda de vigor, frutos deformados, baixa produtividade e perda de firmeza podem indicar desequilíbrios nutricionais e necessidade de ajuste imediato no manejo.

“A base técnica é semelhante entre os produtores, mas a estratégia deve ser ajustada conforme estrutura, tecnologia disponível e nível de investimento. Hoje existem soluções acessíveis para diferentes perfis de produção, permitindo ganhos de produtividade e qualidade em todas as escalas”, afirma Fernanda Dantas.

Tecnologia nutricional fortalece competitividade do hortifruti brasileiro

Com o avanço das tecnologias nutricionais e a adoção de práticas mais precisas de manejo, o setor de hortifruti tende a reduzir perdas ao longo da cadeia e elevar o padrão de qualidade exigido pelo mercado.

A tendência é de maior profissionalização da produção, com integração entre tecnologia, monitoramento e sustentabilidade, fortalecendo a competitividade do produtor e contribuindo para um sistema alimentar mais eficiente.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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