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Ministério do Turismo participa do Avistar 2025 e reforça apoio à observação da vida silvestre

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O Ministério do Turismo marcou presença no Avistar 2025 – Fórum Brasileiro de Observação de Aves, realizado nos dias 16 e 17 de maio, em São Paulo. Representante do Ministério do Turismo no evento, a coordenadora-geral de Produtos e Experiências Turísticas da pasta, Fabiana Oliveira, participou de painéis onde apresentou as principais ações do governo federal para o fortalecimento do turismo de observação de Vida Silvestre (TOVS) no Brasil.

Na programação oficial do Fórum TOVS, que celebrou sua terceira edição dentro da programação do Avistar, Fabiana integrou a mesa “Ações do MTur para o TOVS no Brasil”, na qual destacou iniciativas voltadas à estruturação de destinos e à qualificação de serviços turísticos em áreas naturais. O fórum se consolida como um espaço de articulação internacional e troca de experiências entre profissionais do setor, atraindo, neste ano, representantes de 13 países, entre eles, Argentina, México, Canadá, Estados Unidos, Portugal e Taiwan.

“O turismo de observação é uma atividade estratégica para o desenvolvimento sustentável dos nossos destinos. Além de promover a conservação ambiental, movimenta as economias locais e posiciona o Brasil como referência global em biodiversidade”, afirmou Fabiana.

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A programação contou, ainda, com rodada de negócios, palestras e estandes internacionais voltados ao fortalecimento de parcerias entre os setores público e privado. Um dos destaques foi o lançamento do Fórum Latino-Americano de Turismo de Observação, iniciativa que tem o Brasil como protagonista e busca consolidar a América Latina como polo do segmento.

Durante o evento, foi assinada uma Carta de Intenção para um Acordo de Cooperação Internacional envolvendo empresários, gestores de destinos turísticos e representantes governamentais. A proposta é estabelecer diretrizes éticas e sustentáveis para o desenvolvimento da atividade, com foco em qualificação profissional e preservação ambiental.

COP 30 – O fórum também integrou a agenda da Pré-COP 30, com o painel “Como os biólogos podem ajudar a enfrentar a crise climática?”, que discutiu a contribuição desses profissionais na governança ambiental, na gestão da biodiversidade e na formulação de políticas públicas.

Com uma programação diversificada, o Avistar 2025 reforça o compromisso do Brasil com o turismo sustentável, a valorização da vida silvestre e a construção de políticas públicas que conciliam preservação ambiental e desenvolvimento socioeconômico.

Por Lívia Albernaz 

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Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo 

Fonte: Ministério do Turismo

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Escola Nacional de Hip Hop já tem adesão de 22 estados

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As redes estaduais, distrital e municipais de educação têm até terça-feira, 30 de junho, para aderir ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Até 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam confirmado participação na iniciativa, que busca incorporar ao ambiente escolar saberes urbanos, periféricos e negros por meio da cultura e pedagogia hip-hop

A Escola Nacional de Hip-Hop integra a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e prevê investimento de R$ 50 milhões entre 2026 e 2027. A adesão deve ser realizada exclusivamente pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), mediante assinatura do termo de adesão.  

A proposta da Escola Nacional de Hip-Hop é fortalecer práticas pedagógicas que dialoguem com as vivências dos estudantes por meio de atividades ligadas à música, dança, grafite, batalhas de rima e formação cultural. Entre as ações previstas estão trilhas formativas voltadas à gestão de carreira de MCs, breaking olímpico, slams estudantis, batalhas de rima, atividades de grafite e experiências pedagógicas relacionadas ao hip-hop na educação. 

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Na educação básica, o hip-hop funciona como uma ferramenta de apoio ao sucesso acadêmico de estudantes em três grandes áreas: fortalecimento da identidade e da representatividade; integração de saberes e perspectivas decoloniais ao currículo; e melhoria do clima escolar, incluindo ações culturais que possam contribuir para reduzir o uso excessivo de celulares nos intervalos escolares. 

Adesão – No levantamento realizado em 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam aderido ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Entre as unidades da Federação que ainda não haviam formalizado a participação estão Amazonas, Espírito Santo, Mato Grosso e Paraná. 

Nas capitais, 22 das 26 cidades já haviam confirmado adesão. Apenas Boa Vista (RR), Manaus (AM) e Vitória (ES) ainda não haviam concluído o processo. 

O levantamento também mostra que a mobilização das redes municipais já alcança índices elevados em diversas unidades da Federação. O Amapá lidera o percentual de adesão entre os municípios, com 93,75%, seguido por Roraima (93,33%) e Acre (81,81%). Na sequência aparecem Maranhão (78,34%), Bahia (77,69%) e Rio de Janeiro (77,17%), demonstrando o avanço da implementação do programa em diferentes regiões do país. 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) 

Fonte: Ministério da Educação

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