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Conselho Curador do FGTS aprova recursos para campanha institucional e reforço da fiscalização trabalhista

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O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) aprovou, nesta quinta-feira (22), a destinação de recursos para a campanha de publicidade institucional de 2025, o fortalecimento das ações de fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e a incorporação de novos indicadores e ferramentas de gestão ao processo de elaboração do orçamento do Fundo. A reunião foi presidida pelo ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho.

Foram aprovados R$ 13 milhões para a realização da campanha de publicidade institucional do FGTS em 2025. O objetivo é ampliar a divulgação de informações relevantes sobre o Fundo, promovendo maior transparência, acessibilidade e efetividade do instrumento como política pública de proteção social e estímulo ao desenvolvimento econômico. O conselheiro Elson Ribeiro Póvoa, representante da Confederação Nacional da Indústria, destacou que a proposta da campanha foi amplamente debatida e reforçou que todas as ações publicitárias, assim como suas prestações de contas, passarão pela avaliação e aprovação do Conselho Curador.

Também foram aprovados R$ 15,4 milhões para ações voltadas ao fortalecimento da fiscalização do trabalho, incluindo a capacitação de novos auditores-fiscais do trabalho, a serem convocados pelo último concurso público. Os recursos contemplam ainda investimentos em serviços de tecnologia para o aprimoramento do FGTS Digital e na aquisição de equipamentos.

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Os conselheiros também aprovaram a adoção de novos indicadores e ferramentas de gestão para o processo de elaboração do orçamento do FGTS. A iniciativa é resultado do trabalho de um grupo criado em 2023 para atender a recomendações da Controladoria-Geral da União (CGU). Com as novas ferramentas, será possível projetar e acompanhar com mais precisão os resultados do Fundo, o que impacta diretamente na remuneração das contas vinculadas.

O Ministério das Cidades (MC) apresentou um informe sobre a nova linha de crédito habitacional do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), voltada à classe média. A iniciativa, aprovada na última reunião do Conselho Curador do FGTS, permite o financiamento de imóveis de até R$ 500 mil, com renda familiar de até R$ 12 mil e prazo de amortização de até 420 meses. Segundo a Caixa Econômica Federal (CEF), já foram realizadas mais de 500 simulações neste mês, com cerca de 3 mil propostas em andamento e 34 contratos assinados.

Confira a íntegra da reunião aqui.

 

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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CNE institui diretrizes para graduação em enfermagem

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O Conselho Nacional de Educação (CNE) publicou, nesta terça-feira, 19 de maio, a Resolução CNE/CES nº 1/2026, que institui as novas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) para os cursos de graduação em enfermagem bacharelado e licenciatura. 

A norma redefine princípios, competências e organização da formação na área, com foco na qualificação do ensino, na integração com o Sistema Único de Saúde (SUS) e no fortalecimento da formação humanista, ética, crítica e interprofissional. As novas diretrizes também ampliam a presença dos estudantes em cenários reais de prática desde o início da graduação e reforçam a articulação entre ensino, pesquisa e extensão. 

A publicação dessa resolução ocorre após 14 anos de debates entre as diversas associações de ensino e conselhos de classe da enfermagem. Dentro do CNE, o texto foi desenvolvido por uma comissão presidida pela conselheira Ludhmila Hajjar e relatada pela conselheira Beth Guedes. 

“As novas DCN’s de enfermagem são resultado de uma construção coletiva madura, conduzida em diálogo permanente com entidades científicas, profissionais, acadêmicas e representativas da área da saúde. Mais do que um texto normativo, elas expressam um processo contínuo de escuta, atualização e pactuação institucional em favor de uma formação conectada às transformações da sociedade, do SUS e do mundo do trabalho”, afirma Guedes. 

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Entre as principais mudanças está a definição de carga horária mínima de 4 mil horas para o bacharelado em enfermagem, exclusivamente no formato presencial, com tempo mínimo de integralização de cinco anos. O texto estabelece que as atividades teórico-práticas realizadas em serviços de saúde deverão corresponder a, no mínimo, 20% da carga horária total do curso. Já o estágio curricular supervisionado obrigatório deverá representar pelo menos 30% da carga horária total, sendo metade realizada na atenção primária à saúde e a outra metade na atenção hospitalar ou em serviços de média complexidade. 

Segundo a resolução, a formação deverá estar alinhada às necessidades sociais e sanitárias do país e aos princípios do SUS, contemplando promoção da saúde, prevenção de doenças, tratamento, reabilitação e cuidado integral das pessoas e comunidades. 

As novas diretrizes reforçam, ainda, conteúdos relacionados à diversidade, direitos humanos, relações étnico-raciais, gênero, sustentabilidade, educação ambiental, segurança do paciente e inclusão social, além da oferta de Libras no ensino, pesquisa e extensão. Também preveem o fortalecimento de metodologias ativas de aprendizagem e da integração ensino-serviço-comunidade, além da valorização da pesquisa científica e da educação permanente em saúde. 

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Na modalidade licenciatura, as diretrizes estabelecem formação voltada prioritariamente à atuação na educação profissional técnica de nível médio (EPTNM), especialmente na formação de técnicos e auxiliares de enfermagem. Outro ponto é a obrigatoriedade de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), além da manutenção do Núcleo Docente Estruturante (NDE) e da criação de programas de formação e desenvolvimento da docência em saúde nas instituições de ensino superior. 

Os cursos de graduação em enfermagem em funcionamento terão até 30 de junho de 2028, para adequar seus projetos pedagógicos e matrizes curriculares às novas diretrizes. Com a publicação da nova resolução, fica revogada a Resolução CNE/CES nº 3/2001, que orientava anteriormente os cursos de enfermagem no país. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do CNE 

Fonte: Ministério da Educação

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