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MEC e governo do RS discutem implementação do Propag
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O ministro da Educação, Camilo Santana, recebeu, nesta quarta-feira, 11 de junho, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite. O objetivo da reunião foi discutir a implementação do Programa Juros por Educação, iniciativa que pactua metas de avanço na educação profissional e tecnológica (EPT) dos estados em troca do abatimento das dívidas dos entes com a União. A política faz parte do Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag).
Santana destacou a importância do diálogo para o aperfeiçoamento do programa: “É um desafio que interessa ao Brasil e que, com certeza, enfrentaremos juntos, ouvindo governadores e construindo em conjunto com quem executa as políticas na ponta”.
O governador Eduardo Leite reafirmou o compromisso do estado com a expansão das vagas de educação profissional: “O programa nos determina ofertar mais vagas de EPT, e nós vamos ofertar, vamos cumprir as metas pactuadas”. Entre os integrantes da comitiva gaúcha, estavam as secretárias de Estado da Educação, Raquel Teixeira; da Fazenda, Pricilla Santana; e de Planejamento, Governança e Gestão, Danielle Calazans.
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Leia mais: MEC institui Comitê de Governança do Propag
Propag – O Programa Juros por Educação faz parte do Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados. Criado pelo governo federal, o Propag permite que parte dos juros da dívida dos estados com a União sejam investidos em educação profissional técnica de nível médio. O objetivo é gerar desenvolvimento social com responsabilidade fiscal, por meio da renegociação do valor devido pelos estados à União.
A iniciativa foi elaborada a partir do diálogo com governadores, o Senado Federal e a Câmara dos Deputados. O programa de refinanciamento inclui as dívidas firmadas no âmbito das Leis nº 8.727/1993 e nº 9.496/1997, das Leis Complementares nº 159/2017, nº 178/2021 e nº 201/2023 e da Medida Provisória nº 2.192-70/2001.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria Executiva
Fonte: Ministério da Educação
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Senacon amplia fiscalização e endurece combate a abusos contra consumidores no ambiente físico e digital
Entre as principais iniciativas do período, estão a força-tarefa nacional contra preços abusivos de combustíveis, ações de repressão a plataformas ilegais de apostas, medidas cautelares para proteção de consumidores superendividados, regulamentação da transparência em aplicativos de transporte e delivery e operações de combate à pirataria no comércio digital.
No eixo de combustíveis, a Senacon coordenou uma força-tarefa nacional iniciada em março de 2026, em articulação com órgãos federais, estaduais e municipais de fiscalização. A operação resultou na fiscalização de mais de 10 mil postos em todos os estados e no Distrito Federal, além da emissão de mais de 6 mil notificações e da aplicação de multas que podem chegar a R$ 14 milhões no âmbito do Código de Defesa do Consumidor (CDC).
O relatório também destaca o endurecimento das medidas contra plataformas ilegais de apostas e mercados preditivos. As ações coordenadas resultaram no bloqueio de mais de 39 mil sites irregulares, na remoção de mais de 200 aplicativos e no envio de mais de 1.600 notificações a instituições financeiras.
No combate ao superendividamento, a Senacon adotou medida cautelar contra o Banco de Brasília (BRB) após identificar práticas de retenção indevida de renda em contas-salário. A decisão determinou a cessação de débitos automáticos sem consentimento válido, a comunicação individual aos consumidores afetados e a obrigação de informar de forma clara o direito de cancelamento.
Outro destaque do período foi a regulamentação da transparência em aplicativos de transporte e entrega, por meio da Portaria nº 61/2026. A norma obriga as plataformas a informarem, de forma clara, a composição e a destinação dos valores cobrados dos consumidores. Após o período de adaptação, a Senacon iniciou a fase de fiscalização para verificar o cumprimento das regras.
O relatório ainda aponta a criação de comissão especializada para enfrentamento de irregularidades no comércio digital, com foco na circulação de produtos falsificados, não homologados e adulterados em plataformas digitais.
De acordo com o documento, as ações desenvolvidas no período refletem a atuação simultânea da Senacon nos mercados físico e digital, com fortalecimento da integração federativa, ampliação da capacidade sancionatória do Estado e modernização dos mecanismos de proteção ao consumidor.
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