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Tailândia projeta nova alta na produção de açúcar em 2025/26 após crescimento expressivo neste ano
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Produção de açúcar cresce na Tailândia e expectativa é de novo avanço em 2025/26
A Tailândia, segundo maior exportador mundial de açúcar depois do Brasil, encerrou a safra 2024/25 com um avanço expressivo na produção do adoçante e já projeta nova elevação para o ciclo seguinte. De acordo com o Escritório do Conselho de Cana e Açúcar, o aumento na oferta foi impulsionado por chuvas favoráveis e pelos preços atrativos da cana-de-açúcar.
Crescimento de 17,6% na safra atual
Segundo Thawat Hamarn, diretor de estratégia e planejamento do órgão tailandês, a produção de açúcar na temporada 2024/25 foi de 10,03 milhões de toneladas, alta de 17,6% em relação às 8,8 milhões de toneladas colhidas na temporada anterior. Na safra passada, a produção havia registrado queda superior a 20%. A safra 2024/25 foi finalizada em abril.
Nova alta é esperada para 2025/26
Para a safra 2025/26, a previsão inicial é de uma leve elevação na produção, para 10,05 milhões de toneladas. No entanto, esse número poderá ser revisado em setembro, após o encerramento da estação chuvosa, segundo Thawat. Mesmo com os preços do açúcar mais fracos no mercado internacional, a expectativa é positiva.
Queda nos preços internacionais não afeta otimismo
Nesta semana, os contratos futuros do açúcar bruto negociados na bolsa ICE atingiram os menores níveis em quatro anos. A queda foi motivada pela melhora nas condições climáticas nos principais produtores asiáticos — incluindo Índia, Tailândia e China — e pelo início da colheita no Brasil, maior produtor global.
Expansão da área plantada de cana-de-açúcar
Outro fator que sustenta a perspectiva de crescimento é o aumento da área plantada. Para a safra 2025/26, a área de cultivo de cana-de-açúcar alcançou 10,5 milhões de rai (equivalente a 1.680.000 hectares), uma elevação de pouco mais de 8% frente aos 9,7 milhões de rai da safra anterior, segundo Thawat.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Bioestimulantes ganham espaço nos pomares e ajudam frutas a resistirem ao estresse climático
Estresse climático desafia produção de frutas no Brasil
A fruticultura brasileira enfrenta desafios crescentes diante das oscilações climáticas e das mudanças nas condições ambientais. Culturas como citros, uva, maçã e manga estão entre as mais sensíveis aos chamados estresses abióticos, provocados por fatores como escassez hídrica, altas temperaturas e salinidade do solo.
Essas condições afetam diretamente o desenvolvimento das plantas, comprometendo tanto a produtividade quanto a qualidade final dos frutos. Diante desse cenário, produtores vêm ampliando o uso de tecnologias naturais voltadas à proteção fisiológica dos pomares, com destaque para os bioestimulantes agrícolas.
Extratos de algas fortalecem resistência das plantas
Entre as soluções mais utilizadas no manejo de estresse vegetal estão os extratos da alga Ascophyllum nodosum, reconhecida por sua elevada capacidade de adaptação a ambientes extremos.
A espécie é encontrada nas águas frias do Atlântico Norte, especialmente nas regiões costeiras do Canadá, Irlanda e Noruega, onde enfrenta condições severas de salinidade, variações de maré e oscilações intensas de temperatura.
Segundo Bruno Carloto, gerente de marketing estratégico da Acadian Sea Beyond no Brasil e Paraguai, essas características naturais da alga são transferidas às plantas por meio dos extratos utilizados no campo.
“As condições extremas favoreceram o desenvolvimento de mecanismos naturais de resistência. Quando aplicados nas culturas agrícolas, esses compostos ajudam a aumentar a tolerância das plantas aos diferentes tipos de estresse”, explica.
Plantas mantêm desenvolvimento mesmo sob pressão ambiental
Pesquisas e aplicações práticas no campo mostram que os bioestimulantes atuam fortalecendo processos fisiológicos internos das plantas.
Em períodos de seca, calor intenso ou outras condições adversas, culturas tratadas tendem a apresentar maior estabilidade no desenvolvimento vegetativo e reprodutivo, reduzindo perdas produtivas.
De acordo com especialistas, esse suporte fisiológico é decisivo para preservar etapas fundamentais do ciclo produtivo, como formação, enchimento e qualidade dos frutos.
Qualidade da fruta se torna fator estratégico
Na fruticultura, manter o equilíbrio entre produtividade e qualidade é essencial para atender tanto o mercado interno quanto as exigências da exportação.
Segundo Bruno Carloto, compreender a resposta das plantas ao ambiente se tornou um diferencial estratégico para o manejo moderno dos pomares.
“Quando ajudamos a planta a lidar melhor com o estresse, ela mantém o desenvolvimento e isso se reflete diretamente na produtividade e na qualidade dos frutos”, destaca.
Bioestimulantes avançam no manejo sustentável dos pomares
O avanço dos bioestimulantes acompanha a busca do setor por soluções mais sustentáveis e eficientes diante das mudanças climáticas.
Com maior resiliência das plantas, produtores conseguem reduzir impactos ambientais sobre a produção e ampliar a segurança produtiva em culturas altamente dependentes de condições climáticas equilibradas.
A tendência é de crescimento no uso dessas tecnologias nos próximos anos, especialmente em regiões sujeitas a extremos climáticos e maior pressão sobre os recursos hídricos.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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