CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

MATO GROSSO

Cidadania e combate à desinformação são temas do II Prêmio Nacional de Jornalismo do Judiciário

Publicados

MATO GROSSO

As pessoas interessadas em concorrer ao II Prêmio Nacional de Jornalismo do Poder Judiciário – Direitos Humanos e Tecnologia deverão escolher um dos dois eixos temáticos na hora de inscrever seus trabalhos. O primeiro visa dar destaque à atividade do Judiciário no combate à violação dos direitos humanos, na garantia da cidadania e na preservação do meio ambiente. O outro está relacionado à inteligência artificial (IA), inclusão digital e desinformação.

Os trabalhos inscritos no Eixo 2 devem mencionar a atuação jurídica ou administrativa dos tribunais superiores e dos conselhos no uso da IA e na inclusão digital, envolvendo a democratização da tecnologia e o combate ao mau uso dela, como a disseminação de desinformação. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por exemplo, é um dos órgãos do Judiciário com permanente atuação no enfrentamento da desinformação e dos discursos de ódio, bem como na defesa da regulamentação do uso da IA nas eleições.

Cada profissional pode inscrever um trabalho em cada eixo temático. Também é necessário optar por uma das cinco categorias: jornalismo escrito (impresso ou on-line), vídeo, áudio, fotojornalismo e jornalismo regional. As especificações sobre o formato do envio dos materiais de acordo com cada categoria estão disponíveis no edital do prêmio. 

Leia Também:  "Show em Mato Grosso foi um dos melhores desse ano; energia do público foi singular", afirma DJ Alok

As inscrições podem ser feitas até 30 de junho. Os melhores trabalhos sobre a Justiça brasileira vão receber R$ 5 mil. A cerimônia de premiação está prevista para acontecer em 10 de setembro. Podem concorrer trabalhos publicados no Brasil entre 1º de fevereiro de 2024 e 31 de janeiro de 2025.

Iniciativa conjunta

O II Prêmio Nacional de Jornalismo do Poder Judiciário é uma iniciativa conjunta do Supremo Tribunal Federal, do TSE, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), do Tribunal Superior do Trabalho (TST), do Superior Tribunal Militar (STM), do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Conselho da Justiça Federal (CJF). 

O prêmio tem como objetivo incentivar a produção de reportagens que evidenciem o papel do Judiciário na promoção da cidadania, dos direitos humanos e da justiça social. A iniciativa reconhece a importância da imprensa como mediadora do debate público e busca fortalecer os laços entre os tribunais superiores e a sociedade na defesa dos direitos fundamentais. 

As reportagens serão avaliadas por comissões julgadoras compostas de representantes da imprensa ou da academia, ministros ou integrantes da alta administração dos tribunais superiores e de conselhos participantes, além de membros de entidade associativa. 

Leia Também:  PM apreende duas armas de fogo, 292 munições e prende homem por porte ilegal e ameaça

A avaliação levará em conta, ao menos, cinco critérios: 

  • conexão com o tema principal; 
  • relevância do conteúdo para o Poder Judiciário e para a sociedade; 
  • qualidade editorial e jornalística; 
  • criatividade; e  
  • originalidade na abordagem.  

Acesse a página do prêmio.

GR/LC/DB

#DescriçãodaImagem: A imagem mostra um fundo cinza com o texto ” II Prêmio Nacional de Jornalismo do Poder Judiciário – Direitos Humanos e Tecnologia”.

Fonte: TRE – MT

Propaganda

MATO GROSSO

Reserve esta data: encontro em Canarana busca fortalecer diálogo entre povos indígenas e Judiciário

Publicados

em

Um evento para promover a escuta ativa e a troca de saberes entre nações indígenas, representantes do Poder Judiciário e instituições parceiras. Assim será o encontro “Diálogo com as Nações Indígenas”, realizado no município de Canarana-MT, em 4 de setembro de 2026. A iniciativa tem como foco fortalecer a participação direta dos povos indígenas nos processos, assegurando o respeito aos seus modos de vida, línguas e formas de organização.
A atividade será realizada das 8h às 12h, no Salão de Eventos do Sicredi Araxingu, e integra uma proposta de diálogo intertécnico e intercultural, voltada à aproximação entre o Poder Judiciário e as diferentes realidades socioculturais dos povos indígenas. A metodologia privilegia a oralidade e o reconhecimento das origens indígenas, permitindo que diferentes visões sobre justiça, território, meio ambiente e direitos sejam compartilhadas.
O encontro será coordenado pelo diretor-geral da Esmagis-MT, desembargador Márcio Vidal, e pelo juiz de Direito titular da 1ª Vara da Comarca de Canarana, Carlos Eduardo de Moraes e Silva. A ação reforça a importância de uma atuação do Judiciário baseada na escuta qualificada, no respeito às formas de organização dos povos indígenas e na valorização do diálogo intercultural como instrumento para decisões mais justas e fundamentadas.
A ação está alinhada à Resolução n. 454/2022 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que orienta os órgãos do Judiciário a adotarem práticas compatíveis com as especificidades socioculturais indígenas, garantindo comunicação acessível, escuta qualificada e participação efetiva nos processos judiciais. Além disso, o projeto dialoga com marcos legais nacionais e internacionais, como a Constituição Federal de 1988 (artigos 231 e 232), a Convenção n. 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e a Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas.
O encontro contará com a participação de magistrados(as), assessores e servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso, indígenas, representantes da Prefeitura de Canarana, do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) e da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), além de estudantes e comunidade acadêmica. A expectativa é que a reunião contribua para reduzir conflitos, fortalecer o diálogo institucional e promover decisões judiciais mais sensíveis, inclusivas e alinhadas às realidades dos povos indígenas.
Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.

Autor: Lígia Saito

Leia Também:  Polícia Civil cumpre mandados contra grupo que atuava com delivery de drogas na região metropolitana

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA