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PM e PRF detém integrantes de facção criminosa, apreende armas e recupera carro roubado em Cáceres

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Policiais militares da Força Tática do 6º Comando Regional e a Polícia Rodoviária Federal desarticularam uma quadrilha formada por integrantes de uma facção criminosa, nesta terça-feira (24.6), em Cáceres (220 km de Cuiabá). Entre os suspeitos estão três homens e quatro adolescentes. Na ação, as equipes recuperaram um veículo roubado e recolheram duas armas de fogo, 33 munições e três carregadores.

Durante desdobramento da Operação Tolerância Zero no combate às facções criminosas, as equipes receberam denúncia de que um veículo modelo Onix, com registro de roubo em Rondonópolis e ocupado pelos suspeitos, estaria numa residência no bairro Carvalhada.

Diante das informações, os policiais se deslocaram ao local informado e flagraram três homens saindo do imóvel, acompanhados por um motorista de aplicativo, e seguiram para praça localizada na Rua 13 de Junho. Os suspeitos foram abordados e identificados no local. Eles confessaram as informações apresentadas na denúncia.

Em seguida, revelaram sobre outras quatro pessoas escondidas na casa e diversas armas de fogo e munições no local. Os policiais intensificaram o policiamento na região e flagraram quatro homens, que correram para o fundo do imóvel.

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Os suspeitos arremessaram pela janela duas pistolas, munições e carregadores. Diante da situação, as equipes entraram na casa e realizaram abordagem dos outros integrantes da quadrilha. O veículo e os armamentos foram levados à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Polícia Civil, Crefito-9 e Vigilância Sanitária flagram falso terapeuta ocupacional que atende crianças em Cuiabá

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A Polícia Civil, o Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 9ª Região (Crefito-9) e a Vigilância Sanitária Municipal de Cuiabá realizaram, na manhã dessa quinta-feira (18.06), uma ação conjunta de fiscalização, que constatou o exercício ilegal da profissão de um terapeuta ocupacional em uma clínica localizada no bairro Altos do Coxipó, em Cuiabá.

A fiscalização foi desencadeada após o Crefito-9 receber uma denúncia informando que um homem, de 54 anos, estaria se apresentando como terapeuta ocupacional e realizando atendimentos, principalmente de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), sem possuir formação ou habilitação legal para o exercício da profissão.

A Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor foi acionada e, durante as diligências, a equipe da Decon e fiscais do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional verificaram que o suspeito não possui registro profissional nem formação compatível com a atividade exercida. Segundo os levantamentos iniciais, ele realizava atendimentos em uma clínica improvisada instalada em imóvel residencial, divulgando e oferecendo serviços típicos da terapia ocupacional.

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Além das irregularidades relacionadas ao exercício profissional, a Vigilância Sanitária Municipal constatou que o estabelecimento funcionava sem Alvará Sanitário e sem outras autorizações obrigatórias para o exercício da atividade, tendo sido lavrado termo de notificação para regularização. Os fiscais também identificaram indícios de que o local não possuía estrutura adequada para o atendimento especializado de pacientes, especialmente crianças.

No decorrer da fiscalização, foram encontrados documentos relacionados aos atendimentos realizados. Entre eles, uma nota fiscal emitida pela prestação de serviços de terapia ocupacional no valor de R$ 15.360.

Outro aspecto que chamou a atenção das equipes foi a suspeita de que parte dos atendimentos pudesse estar relacionada a pacientes beneficiados por decisões judiciais que determinam ao Poder Público o custeio de tratamentos especializados. A hipótese será apurada pela Polícia Civil no decorrer das investigações.

O delegado titular da Decon, Rogério Ferreira, destacou que a atuação integrada dos órgãos de fiscalização é fundamental para proteger consumidores e pacientes, especialmente crianças em situação de vulnerabilidade.

“Estamos tratando de uma atividade que exige formação específica, capacitação técnica e registro profissional. Quando alguém se apresenta falsamente como profissional da saúde, além de colocar em risco a segurança dos pacientes, compromete a confiança da população nos serviços especializados”, ressaltou.

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A Polícia Civil instaurou procedimento policial para apurar a prática de exercício ilegal da profissão, bem como eventual crime contra a fé pública, uso de documento falso ou outras infrações que venham a ser identificadas durante as investigações.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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