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Compra, Venda e Aluguel de Imóveis no Brasil

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Comprar ou Alugar? Eis a Questão

Muitos brasileiros ainda veem a casa própria como um símbolo de conquista. Mas… será que ainda vale a pena? Vamos pensar. Comprar um imóvel no Brasil exige, geralmente, um financiamento que pode durar 20, 30 anos. Compromisso. Peso. Mas também estabilidade. Por outro lado, o aluguel da mobilidade, flexibilidade, e, em cidades com imóveis supervalorizados, pode ser até financeiramente mais inteligente.

Exemplo? Um apartamento de R$600 mil em São Paulo pode ter aluguel mensal de R$3.000. Isso representa 0,5% do valor total por mês — retorno baixo se você for o proprietário, e um custo-benefício interessante se for o inquilino. Então… quem está levando vantagem?

A Venda de Casas e a Reconfiguração Urbana

As periferias crescem. Os centros se verticalizam. A venda de casas, sobretudo em bairros tradicionais, tem diminuído nas capitais. Em contrapartida, cidades médias vêm ganhando destaque no cenário nacional. Ribeirão Preto, Londrina, Joinville… lugares antes secundários que hoje se tornam focos de investimento imobiliário.

Uma casa em Londrina que custava R$450 mil em 2022 agora não sai por menos de R$580 mil. Crescimento de mais de 28% em dois anos. É bolha? É tendência? Ninguém crava. Mas investidores atentos estão, definitivamente, de olho.

Investimento Imobiliário: Porto Seguro ou Ilusão?

“Imóvel é patrimônio.” Frase clássica de avó. Mas e hoje? Ainda faz sentido repetir isso? Em muitos casos, sim. Investidores institucionais vêm adquirindo blocos inteiros de apartamentos para aluguel por temporada. O Airbnb turbinou essa lógica. Imóveis Brasil agora estão sendo convertidos em minifábricas de renda passiva.

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Mas cuidado. O retorno pode parecer atraente, mas também há riscos. Sim, você pode descargar VPN para Mac e se proteger de muitos dos riscos do mundo digital, mas existem outras ameaças. Regulamentos municipais, sazonalidade, taxas de manutenção, inadimplência. O mercado não é um mar de rosas. Nem sempre quem compra para investir obtém sucesso. Aliás, um estudo da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) mostrou que cerca de 25% dos imóveis adquiridos como investimento em 2023 foram vendidos em menos de 18 meses.

O Papel da Tecnologia e das Novas Plataformas

Você ainda vai na imobiliária com tapete vermelho na entrada e cafézinho aguado? Pois saiba: isso está mudando – rápido. Hoje, plataformas digitais controlam o mercado. Sites, aplicativos e inteligência artificial ajudam a encontrar, negociar e até fechar contratos de compra e aluguel. E tudo isso sem sair de casa.

Vídeos em 360 graus, simulação de financiamento online, assinatura digital de contratos. Mas, ao mesmo tempo, avaliações falsas, reservas falsas e ataques de hackers também são uma realidade moderna. A resposta aos desafios de segurança cibernética – VeePN VPN trata de segurança e liberdade. O futuro é agora – embora ainda haja certa resistência, especialmente entre compradores mais velhos. O fato é que o mercado imobiliário no Brasil caminha, mesmo que a passos desiguais, rumo à digitalização.

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Credito: FreePik

O Inquilino e o Proprietário: Duelo ou Diálogo?

Nem sempre é fácil. A relação entre quem aluga e quem oferece o imóvel é, frequentemente, uma fonte de estresse. Atraso no pagamento? Multa. Falta de manutenção? Discussão. Mas a tendência, especialmente nos grandes centros, é que as relações fiquem mais profissionais. Contratos bem estruturados, mediação de empresas, gestão automatizada.

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Curiosamente, em 2024, quase 21% dos contratos de aluguel em São Paulo foram mediados por plataformas digitais que também oferecem suporte jurídico. Sinal dos tempos? Sem dúvida. E uma pista de que o futuro do aluguel pode ser menos pessoal, mas mais eficiente.

A Realidade dos Imóveis Populares

Enquanto os grandes investidores discutem ROI e valorização, há milhões de brasileiros lidando com outra questão: acesso. O programa Minha Casa, Minha Vida, recentemente reestruturado, voltou a impulsionar a construção de habitações populares. No entanto, a burocracia, a distância dos centros urbanos e a carência de infraestrutura ainda são barreiras.

Em 2023, o déficit habitacional no Brasil foi estimado em mais de 5,8 milhões de moradias, segundo a Fundação João Pinheiro. O número assusta. Mas também mostra o tamanho do mercado potencial — e da responsabilidade do setor público e privado.

Considerações Finais: Não Existe Fórmula Única

Comprar ou alugar? Investir ou esperar? Apostar em imóveis Brasil afora ou focar nas capitais? Não há respostas definitivas. O mercado imobiliário é cíclico, regionalizado, e profundamente influenciado por fatores como economia, política e comportamento social. A pandemia, por exemplo, revalorizou casas com quintal. Hoje, a tendência se equilibra novamente com a busca por praticidade.

Seja qual for o seu papel nesse cenário — comprador, vendedor, investidor ou inquilino — o ideal é agir com cautela, informação e olhar atento. Porque imóvel não é só cimento e tijolo. É história. É estratégia. E, muitas vezes, é também sonho.

Fonte: Angela Green

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações do agronegócio de Minas Gerais alcançam US$ 5,8 bilhões e mantêm estado entre líderes nacionais

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As exportações do agronegócio de Minas Gerais somaram US$ 5,8 bilhões entre janeiro e abril de 2026, consolidando o estado entre os três maiores exportadores do setor no Brasil. No período, foram embarcadas 4,8 milhões de toneladas de produtos agropecuários para mais de 160 países.

Apesar da retração de 11,9% no valor exportado e de 9,3% no volume em comparação ao mesmo período de 2025, Minas Gerais respondeu por 10,6% das exportações do agronegócio brasileiro, mantendo posição de destaque no comércio exterior nacional.

Segundo análise da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), a redução está concentrada em segmentos específicos de grande representatividade, especialmente café e complexo sucroalcooleiro, enquanto diversas outras cadeias produtivas apresentaram crescimento.

Diversificação fortalece desempenho do agro mineiro

De acordo com a assessora técnica da Seapa, Manoela Teixeira, o resultado evidencia o avanço da diversificação das exportações do estado.

Segmentos como carnes, sementes, algodão, papel, animais vivos, couros, frutas e bebidas registraram desempenho positivo, contribuindo para ampliar a presença de Minas Gerais em diferentes mercados internacionais.

O estado também mantém liderança em importantes cadeias exportadoras. No primeiro quadrimestre, Minas respondeu por:

  • 71% das exportações brasileiras de café;
  • 30,5% dos produtos apícolas;
  • 20,4% dos lácteos;
  • 12,8% das rações para animais;
  • 11,9% dos produtos hortícolas, leguminosas, raízes e tubérculos.

Ao todo, mais de 500 produtos diferentes foram comercializados no mercado internacional durante o período.

Café continua liderando exportações

O café permaneceu como principal produto da pauta exportadora mineira, gerando receita de US$ 3,2 bilhões.

Foram embarcadas aproximadamente 7,4 milhões de sacas ao exterior, porém o segmento registrou retração de 17,5% em valor e de 26% em volume na comparação com o primeiro quadrimestre do ano anterior.

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Mesmo com a queda, o produto continua sendo o principal responsável pelo desempenho do agronegócio estadual e pela forte presença mineira no comércio internacional.

Complexo soja mantém segunda posição

O complexo soja, formado por grãos, farelo e óleo, ocupou a segunda colocação entre os produtos mais exportados pelo estado.

As vendas externas totalizaram US$ 1,14 bilhão, com embarques de 2,71 milhões de toneladas.

Em relação ao mesmo período de 2025, houve redução de 2,8% na receita e de 8,9% no volume exportado.

Carnes lideram crescimento entre os principais setores

O grande destaque positivo do quadrimestre foi o segmento de carnes bovina, suína e de frango.

As exportações do setor alcançaram US$ 576,7 milhões e 160 mil toneladas, representando crescimento de 8,2% em valor e de 0,7% em volume.

A valorização da carne bovina no mercado internacional foi um dos principais fatores responsáveis pelo avanço da receita, reforçando a importância do segmento na pauta exportadora mineira.

Complexo sucroalcooleiro registra retração

As exportações do complexo sucroalcooleiro somaram US$ 268,7 milhões entre janeiro e abril.

O resultado representa queda de 22,9% na receita e recuo de 2,7% no volume embarcado em comparação ao mesmo período do ano passado.

A redução do valor médio da tonelada exportada foi um dos fatores que mais contribuíram para o desempenho negativo do setor.

União Europeia permanece principal destino

A União Europeia consolidou-se como o principal mercado para os produtos do agronegócio mineiro.

O bloco econômico importou US$ 1,7 bilhão em produtos do estado no primeiro quadrimestre, equivalente a 29,6% de toda a pauta exportadora do agro mineiro.

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Na comparação anual, houve queda moderada de 2,9% no valor e de 2,5% no volume embarcado.

O café continua dominando as vendas para o mercado europeu, representando 94,4% do valor exportado ao bloco.

Por outro lado, alguns segmentos vêm ampliando sua participação. Os produtos florestais registraram crescimento de 42,8% na receita, enquanto as exportações de carnes mais que dobraram, indicando oportunidades de diversificação e agregação de valor.

Mercosul amplia volume importado

Os países do Mercosul — Argentina, Uruguai, Paraguai e Bolívia — adquiriram US$ 82 milhões em produtos do agronegócio mineiro no período.

Embora a receita tenha recuado 2,1%, o volume exportado cresceu 10,1%, refletindo ajustes nos preços médios dos produtos comercializados.

A Argentina respondeu por 63,2% das compras do bloco, seguida por Uruguai, Paraguai e Bolívia.

Diferentemente da União Europeia, a pauta exportadora para o Mercosul apresenta maior diversidade. O café representa 38,3% das vendas, seguido por cacau e derivados, carnes, produtos vegetais, hortaliças, tubérculos, produtos florestais e alimentos processados.

Essa característica amplia as oportunidades para a indústria agroalimentar mineira, especialmente em segmentos de maior valor agregado, como bebidas, chocolates, lácteos e cafés especiais.

Perspectiva

Mesmo diante da retração observada no primeiro quadrimestre, Minas Gerais mantém posição estratégica no comércio exterior do agronegócio brasileiro. A força do café, o avanço das exportações de carnes e a crescente diversificação da pauta exportadora reforçam a competitividade do estado e ampliam as oportunidades de crescimento em mercados internacionais cada vez mais exigentes.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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