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Governo de MT realiza formatura de militares do Corpo de Bombeiros nesta segunda-feira (7)

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) realiza nesta segunda-feira (7.7), às 19h, a cerimônia de formatura do primeiro Curso de Formação de Oficiais (CFO) promovido integralmente pela corporação, bem como a promoção de oficiais e praças.

Na ocasião, também será feita a ativação do Sistema Estadual de Atendimento Pré-Hospitalar. O evento acontece na Arena Pantanal, em Cuiabá, em alusão ao Dia Nacional dos Bombeiros, celebrado em 2 de julho.

Participam da solenidade o governador Mauro Mendes, o comandante-geral do CBMMT, coronel BM Flávio Glêdson Vieira Bezerra, e o secretário de Estado de Segurança Pública, coronel PM César Augusto de Camargo Roveri, entre outras autoridades civis e militares.

Durante a cerimônia, será realizada a formatura da primeira turma de oficiais formada pelo CBMMT, composta por 19 aspirantes, dos quais apenas cinco não são do Estado. Além deles, também serão promovidos dois oficiais e 170 praças da corporação. A solenidade marcará ainda a ativação do Sistema Estadual de Atendimento Pré-Hospitalar, que visa ofertar um serviço mais rápido, completo e eficiente à população.

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Com a ativação do sistema, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) passa a fazer parte do Centro Integrado de Operações da Segurança Pública (Ciosp) de Mato Grosso, o que possibilitará ao Corpo de Bombeiros Militar reforçar a atuação em ocorrências desse tipo nos municípios da Baixada Cuiabana, incluindo Cuiabá, Várzea Grande, Chapada dos Guimarães e Poconé.

Serviço
Assunto: Formatura de militares do Corpo de Bombeiros de Mato Grosso
Data: 07 de julho, às 19h
Local: Arena Pantanal, Portão A – Setor Oeste – Rua Traçaia, S/N, Bairro Verdão

Fonte: Governo MT – MT

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Autocomposição e Justiça Restaurativa ganham destaque em palestra em Rondonópolis

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Em um cenário de crescente judicialização no país, o Poder Judiciário apresentou aos militares do 18º Grupo de Artilharia de Campanha, em Rondonópolis (218km de Cuiabá), caminhos alternativos para resolução de conflitos. Durante palestra realizada nesta segunda-feira (18), o juiz Wanderlei José dos Reis destacou como a autocomposição e a Justiça Restaurativa vêm sendo utilizadas para estimular o diálogo e fortalecer a cultura da paz.

Um dos pontos que mais chamou atenção durante o encontro foi o relato do comandante do 18º GAC, tenente-coronel Joel Reis Alves Neto, sobre a aplicação prática dos ensinamentos da Justiça Restaurativa dentro da própria unidade militar. O magistrado destacou, inclusive, a satisfação em saber que conceitos apresentados anteriormente ao comandante passaram a ser utilizados no cotidiano do quartel.

“O comandante me falava que aplicou aqui no quartel ensinamentos e fundamentos da Justiça Restaurativa. Isso é maravilhoso. É uma filosofia de pacificação que busca o diálogo, a reconstrução das relações e a solução dos conflitos de forma mais humana”, afirmou o juiz.

O tenente-coronel Joel ressaltou que a proposta da Justiça Restaurativa tem contribuído para fortalecer o ambiente institucional e melhorar as relações interpessoais entre os militares. “São ferramentas importantes porque trabalham o diálogo, a escuta e o respeito mútuo. Esses princípios ajudam não apenas na resolução de conflitos, mas também na construção de um ambiente mais equilibrado e colaborativo dentro da instituição”, destacou o comandante.

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Cultura da paz e diálogo

Homem de terno e gravata fala em evento, usando microfone preso à roupa. Ao fundo, banner do Cejusc de Rondonópolis reforça contexto institucional de palestra e orientação ao público.Durante a palestra, o juiz Wanderlei José dos Reis explicou que o Brasil ainda possui uma forte cultura de litigiosidade, em que grande parte dos conflitos acaba sendo transformada em processos judiciais. “O brasileiro ainda tem uma cultura muito forte do litígio. Tudo vira processo. O Judiciário busca justamente mudar essa lógica, substituindo a cultura da guerra pela cultura da paz”, explicou.

Segundo o magistrado, métodos como conciliação, mediação e Justiça Restaurativa permitem soluções mais profundas e humanizadas, especialmente em conflitos familiares, escolares e comunitários. “O juiz consegue encerrar o processo, mas muitas vezes não consegue encerrar o conflito humano. A Justiça Restaurativa e a mediação trabalham justamente essa reconstrução do diálogo”, afirmou.

Papel do Cejusc

Ao apresentar o funcionamento do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), o magistrado explicou que a unidade atua de forma preventiva e busca resolver demandas antes mesmo da abertura de processos judiciais. “O Cejusc é uma unidade diferenciada do Judiciário. Muitas vezes não existe processo. Existe diálogo, escuta e construção conjunta de soluções”, disse.

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O juiz também destacou que o fortalecimento da autocomposição e das práticas restaurativas integra a Política Nacional de Tratamento Adequado de Conflitos, criada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). “A missão do Judiciário é pacificar socialmente. E a autocomposição se tornou uma ferramenta fundamental para alcançar esse objetivo”, concluiu.

Autor: Roberta Penha

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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