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UPL lança Nuvita, nova biossolução que eleva a eficiência nutricional de milho e soja

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Lançamento focado em nutrição inteligente de plantas

A UPL Ltd., fornecedora global de soluções agrícolas sustentáveis, anunciou o lançamento de Nuvita, uma biossolução voltada para as culturas de milho e soja. Desenvolvido com a tecnologia NPP (Natural Plant Protection) — plataforma global da empresa focada em insumos de origem natural e biológica — o produto tem como principal objetivo aumentar a produtividade por meio da nutrição inteligente das plantas.

Segundo Rogério Castro, CEO da UPL Brasil, a proposta é oferecer ao agricultor uma alternativa de alto desempenho com base científica sólida. “Em um cenário onde cada saca a mais impacta diretamente na rentabilidade, Nuvita chega ao mercado com resultados expressivos, mostrando que é possível otimizar o aproveitamento dos nutrientes pelas plantas, gerando mais produtividade com o mesmo nível de investimento em adubação”, destaca.

Tecnologia de ponta aliada à performance agronômica

A formulação de Nuvita combina nutrientes e extratos vegetais selecionados de forma criteriosa. Essa composição garante estabilidade, compatibilidade e alto desempenho agronômico, proporcionando uma ação eficaz quando aplicada via foliar.

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Um dos principais diferenciais da solução é seu impacto sobre a formação de aquaporinas — proteínas responsáveis pela criação de canais nas membranas celulares das plantas. Essas estruturas favorecem a absorção e o transporte interno de água e nutrientes, principalmente o nitrogênio, ampliando significativamente a eficiência nutricional.

Aumento comprovado na eficiência do uso do nitrogênio

De acordo com Luciane Balzan, gerente de Marketing Bio & Nutrição da UPL, estudos de campo comprovaram a eficácia da nova biossolução. “Com a aplicação foliar de Nuvita, observamos um aumento médio de 50% na eficiência de uso do nitrogênio em plantas de milho, melhorando o aproveitamento do adubo aplicado e resultando em lavouras mais desenvolvidas e produtivas”, explica.

Essa conclusão foi obtida a partir de pesquisas conduzidas em mais de 18 localidades do Brasil, onde foram analisados os índices de “Eficiência de Uso do Nitrogênio” — indicador que mede quantos quilos de grãos são produzidos para cada quilo de nitrogênio aplicado, levando em conta também o estoque do nutriente presente no solo.

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Benefícios também em cenários de estresse hídrico

Além da melhora na absorção de nutrientes, a solução demonstrou eficácia mesmo sob condições adversas. “Nuvita representa inteligência aplicada à nutrição vegetal. Ao tornar os processos de assimilação e conversão dos nutrientes mais eficientes, ele permite que as plantas aproveitem melhor os recursos disponíveis, inclusive em situações de estresse hídrico. O resultado são cultivos mais fortes, resilientes e produtivos”, conclui Luciane, que também é engenheira agrônoma e especialista em fertilidade e nutrição de plantas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fim da escala 6×1 acende alerta no agro para alta de custos e impacto nos alimentos

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Entidades do agronegócio intensificaram nesta semana a mobilização contra a proposta que altera o modelo de jornada de trabalho no país, incluindo o fim da escala 6×1 e a redução da carga semanal de 44 para 40 horas. O setor avalia que os impactos podem ser superiores à média da economia, com reflexos diretos sobre custos, emprego e preço dos alimentos.

Estimativa preliminar do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) indica que a mudança pode elevar os custos entre 7,8% e 8,6% em atividades como agropecuária, construção e comércio — acima da média nacional de 4,7% sobre a massa de rendimentos.

No campo, o posicionamento mais contundente partiu do Sistema Faep, que reúne a Federação da Agricultura do Estado do Paraná, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Paraná (Senar-PR) e sindicatos rurais. A entidade encaminhou ofício a deputados e senadores solicitando a não aprovação da proposta, sob o argumento de que a medida compromete a eficiência produtiva e a competitividade do setor.

Segundo levantamento do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema Faep, a redução da jornada pode gerar impacto de R$ 4,1 bilhões por ano apenas na agropecuária paranaense. A estimativa considera uma base de 645 mil postos de trabalho e uma massa salarial anual de R$ 24,8 bilhões.

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O estudo também aponta a necessidade de recomposição de 16,6% da força de trabalho para cobrir o chamado “vácuo operacional”, especialmente em atividades contínuas, como produção de proteínas animais e operações industriais ligadas ao agro.

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) também levou o tema à sua Comissão Nacional de Relações do Trabalho e Previdência Social. O debate interno reforçou a necessidade de que eventuais mudanças considerem as especificidades do campo, onde a produção segue ciclos biológicos e climáticos, muitas vezes incompatíveis com jornadas rígidas.

No segmento industrial, a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) reconheceu a importância da discussão sobre qualidade de vida no trabalho, mas alertou para os efeitos econômicos de alterações abruptas. Em nota, a entidade destacou que pressões de custo ao longo da cadeia produtiva tendem a impactar diretamente o preço final dos alimentos e o acesso da população, sobretudo de menor renda.

Entre os principais pontos de preocupação do setor está a dificuldade operacional de atividades que não podem ser interrompidas. Cadeias como suinocultura, avicultura e produção de etanol exigem funcionamento contínuo, o que demandaria aumento de quadro de funcionários para manter o mesmo nível produtivo.

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Na prática, isso significa elevação de custos e possível perda de competitividade, tanto no mercado interno quanto nas exportações. Há também o risco de repasse desses custos ao consumidor, pressionando os preços dos alimentos.

Outro fator destacado é a sazonalidade da produção agropecuária. Etapas como plantio, colheita e manejo animal dependem de condições climáticas e janelas operacionais específicas, o que limita a aplicação de modelos padronizados de jornada.

A proposta em discussão no Congresso — a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 — ainda está em fase de análise, mas tem mobilizado diferentes setores da economia. No caso do agronegócio, a avaliação predominante é de que mudanças estruturais nas relações de trabalho precisam ser acompanhadas de estudos técnicos aprofundados e regras de transição que evitem desequilíbrios na produção.

O setor defende que o debate avance, mas com base em dados e na realidade operacional do campo, para que eventuais ajustes na legislação não comprometam a oferta de alimentos nem a sustentabilidade econômica das atividades rurais.

Fonte: Pensar Agro

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