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IBPecan busca código comum no Mercosul para noz-pecã e amplia esforços para abrir mercado na China

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IBPecan propõe código fiscal específico para noz-pecã no Mercosul

O Instituto Brasileiro de Pecanicultura (IBPecan) atua em duas frentes estratégicas para fortalecer o setor: a criação de uma nomenclatura comercial comum para a noz-pecã no Mercosul e a ampliação das exportações, com destaque para a China. A proposta do código fiscal específico, conhecido como Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM), foi tema de reuniões recentes com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado (Sedec).

Objetivos do código comum são alinhamento internacional e proteção contra taxações indevidas

De acordo com Demian Segatto da Costa, do comitê gestor do Pró-Pecã, o código visa dois objetivos principais: alinhar o Brasil aos padrões usados pelos maiores exportadores, como Estados Unidos e México, e evitar a aplicação indevida de impostos, situação comum na Europa, onde a noz-pecã pode ser confundida com a noz-da-pérsia e sofrer taxação incorreta.

Para fortalecer a iniciativa, o IBPecan pretende articular a proposta com associações de produtores da Argentina e do Uruguai, buscando consolidar o interesse conjunto do bloco.

Expansão no mercado chinês é prioridade para o IBPecan

Embora o Brasil já possua autorização para exportar noz-pecã descascada à China, o Instituto busca agora a liberação para venda do produto com casca. Segundo Costa, a abertura depende da realização de uma missão diplomática para inspeção fitossanitária dos pomares brasileiros.

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Sedec deve apoiar agilização da inspeção fitossanitária

Para acelerar o processo e otimizar custos, o IBPecan solicitou à Sedec que interceda junto ao Ministério da Agricultura para que a inspeção dos pomares de pecã seja incluída em futuras visitas técnicas chinesas já programadas para outras culturas no país.

Estratégia inclui participação em feiras internacionais e uso de programas de fomento

Durante as negociações, o IBPecan também se comprometeu a apresentar à Sedec uma agenda de feiras internacionais relevantes para 2026, buscando aproveitar os incentivos para exportação oferecidos pelo governo do Rio Grande do Sul.

Próximos passos burocráticos para a nova nomenclatura

O encaminhamento da proposta para criação do código fiscal passará por um processo formal: será enviada à Secretaria da Fazenda, que encaminhará ao Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e, posteriormente, o governo brasileiro levará a pauta às reuniões do Mercosul para aprovação.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Dia do Churrasco: veja quais estilos de cerveja harmonizam melhor com cada tipo de carne e acompanhamentos

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O Dia do Churrasco é celebrado no Brasil em 24 de abril desde 2003. A data foi escolhida em referência ao Dia da Tradição Gaúcha, também comemorado em 24 de abril, quando, em 1948, foi fundado o primeiro Centro de Tradições Gaúchas (CTG).

Apesar da diversidade de estilos de churrasco ao redor do mundo, o brasileiro é um dos mais reconhecidos internacionalmente e atrai turistas interessados na tradição. Nesse contexto, a cerveja se mantém como a bebida mais associada ao consumo de churrasco, e a harmonização correta pode tornar a experiência ainda mais completa.

De acordo com o mestre cervejeiro da Ashby, Alexandre Vaz, a escolha do estilo ideal de cerveja para cada tipo de carne ou acompanhamento faz diferença no equilíbrio de sabores.

Picanha combina com India Pale Ale

A picanha é um dos cortes mais tradicionais e valorizados do churrasco brasileiro. Retirada da parte nobre da alcatra, a carne se destaca pelo sabor marcante e pela camada de gordura, que garante suculência.

Para harmonizar, a indicação é a India Pale Ale (IPA), cerveja de perfil mais complexo e amargo. Segundo especialistas, ela ajuda a limpar o paladar entre as mordidas, realçando o sabor da carne.

Frangos e carnes brancas pedem cervejas leves como Pilsen

Carnes brancas, como o frango, ganham novas nuances quando preparadas na brasa. Por serem opções mais leves, o ideal é optar por cervejas que não sobreponham o sabor do alimento.

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A Pilsen é a principal recomendação nesse caso. De origem tcheca, é uma cerveja leve, refrescante e de alta drinkability, ideal para acompanhar pratos mais suaves.

Linguiça harmoniza com Pale Ale

A linguiça suína é presença quase obrigatória nos churrascos brasileiros. Por ser mais gordurosa, pede uma cerveja que ajude a equilibrar essa característica.

A Pale Ale é a sugestão indicada. Com corpo médio e baixo amargor, ela ajuda a suavizar a gordura e traz notas maltadas que lembram cereais e caramelo, complementando o sabor do embutido.

Cupim pede contraste com cervejas Porter

O cupim é uma carne bastante apreciada no churrasco por sua combinação de gordura e fibras. Para uma experiência diferenciada, a harmonização indicada é com cervejas do estilo Porter.

Esse estilo apresenta notas de chocolate, café e creme. A combinação funciona pelo contraste entre o sabor salgado da carne e o perfil levemente adocicado da bebida.

Queijo coalho harmoniza com cerveja de trigo Weiss

O queijo coalho, bastante tradicional no Nordeste e popular em todo o Brasil, também marca presença no churrasco e pode ser servido como alternativa às carnes.

A cerveja do estilo Weiss é a mais indicada. Produzida com trigo, possui baixo amargor, notas de cravo e banana e alta carbonatação, o que ajuda a realçar o sabor do queijo e equilibrar sua gordura.

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Pão de alho combina com Pilsen puro malte

Outro acompanhamento tradicional do churrasco é o pão de alho, preparado com alho, azeite ou manteiga. A iguaria se tornou presença frequente nas churrasqueiras brasileiras.

A harmonização ideal é com cerveja Pilsen puro malte, leve e refrescante, com amargor suave, que preserva o sabor do pão sem interferências.

Sobre a Ashby

A Ashby foi fundada em 1993 por Scott Ashby, norte-americano que chegou ao Brasil em 1992. Em 1990, ele iniciou sua formação como mestre cervejeiro na Universidade da Califórnia e posteriormente trabalhou na cervejaria Wasatch, nos Estados Unidos.

No Brasil, Scott fundou a primeira microcervejaria do país na cidade de Amparo (SP), com o objetivo de introduzir o conceito de cervejas especiais no mercado nacional. A escolha da localização considerou a qualidade da água da região, fator essencial para a produção de cervejas.

As águas de Amparo possuem equilíbrio ideal entre sais e minerais, o que contribui para a produção de chopes e cervejas de alta qualidade.

Com a atuação da Ashby, o mercado brasileiro passou a conhecer e expandir o consumo de cervejas especiais, antes restritas a nichos específicos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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