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Chico Macena participa nesta terça-feira (29) da 9ª Mesa Redonda da Sociedade Civil União Europeia-Brasil no MRE
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O ministro do Trabalho e Emprego em exercício, Chico Macena, participa nesta terça-feira (29) da 9ª Mesa Redonda da Sociedade Civil União Europeia–Brasil, no Palácio do Itamaraty, sede do Ministério das Relações Exteriores (MRE), em Brasília (DF). O evento, que segue até quarta-feira (30), tem como objetivo fortalecer a cooperação entre as partes, ampliar a participação democrática e promover o desenvolvimento sustentável, reunindo representantes da sociedade civil organizada do Brasil e da União Europeia, além de autoridades governamentais e instituições internacionais.
“Estamos comprometidos com um novo contrato social que reconheça o cuidado como um bem público, que combata a divisão sexual e racial do trabalho, e que fortaleça a democracia no mundo do trabalho por meio do diálogo social e da negociação coletiva”, explica Macena, que será um dos expositores do Painel 3 – Desafios do Mundo do Trabalho no Contexto da Transformação Digital, na sala San Tiago Dantas, às 15h15.
A Mesa Redonda é um fórum permanente de diálogo no âmbito da Parceria Estratégica Brasil–União Europeia, composta por 12 membros nomeados por cada parte. As reuniões ocorrem de forma alternada entre os dois continentes, e os resultados são apresentados às cúpulas de chefes de Estado e de Governo do Brasil e da UE. O mecanismo já proporcionou encontros em Bruxelas, Belém, Antuérpia, Brasília e Porto, discutindo temas como crise econômica, clima, coesão social e segurança alimentar.
9ª Mesa Redonda da Sociedade Civil União Europeia–Brasil
Data: 29 e 30 de julho de 2025
Local: Palácio do Itamaraty – Ministério das Relações Exteriores
Endereço: Esplanada dos Ministérios, Bloco H – Brasília (DF)
Painel com participação do ministro Chico Macena:
Tema: Desafios do Mundo do Trabalho no Contexto da Transformação Digital
Horário: 15h15
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Indicadores de equidade racial avançam nas redes municipais de ensino
O Diagnóstico Equidade 2026, elaborado pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), apresenta aumento nos indicadores relacionados à implementação de políticas de educação para as relações étnico-raciais (Erer) nas redes municipais de ensino.
Entre os indicadores analisados, a institucionalização apresentou um aumento de 17,1 pontos. O índice passou de 38,7 pontos, em 2024, para 55,8, em 2026. No Brasil, a média geral dos indicadores relacionados à implementação passou de 26,6, em 2024, para 34,7, em 2026, um crescimento de 8,1 pontos. O resultado indica que mais redes municipais estão estruturando políticas, ações e mecanismos para enfrentar desigualdades raciais e promover a diversidade.
O índice geral é a média que considera a institucionalização de diferentes aspectos da implementação das políticas de Erer, como gestão, formação, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento, mapeados pelo Diagnóstico Equidade. O resultado está ligado ao primeiro biênio de execução da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), em regime de colaboração interfederativa.
As políticas de equidade racial na educação têm o objetivo de enfrentar as desigualdades raciais e contribuir para a redução do hiato de aprendizagem entre estudantes negros e brancos. Para isso, promovem ações que valorizam a diversidade, combatem o racismo e garantem condições mais equitativas para que todos os estudantes tenham acesso, permanência e aprendizagem com qualidade.
Confira os dados comparativos gerais da Erer de 2024 no Brasil, em comparação a 2026, divulgados no Diagnóstico Equidade 2026:
|
Secretarias municipais |
2024 |
2026 |
|
Índices |
Brasil |
Brasil |
|
Geral |
26,6 |
34,7 |
|
Institucionalização |
38,7 |
55,8 |
|
Formação |
20,4 |
28,7 |
|
Gestão |
26,0 |
27,0 |
|
Material Didático |
31,1 |
34,2 |
|
Financiamento |
20,6 |
39,9 |
|
Avaliação e Monitoramento |
45,0 |
60,2 |
Metodologia – O levantamento contou com 44 perguntas dirigidas às secretarias de educação de estados, municípios e do Distrito Federal. Foram realizadas 32 questões sobre Erer e 12 sobre educação escolar quilombola (EEQ).
Para acompanhar os resultados, as informações foram organizadas em indicadores que avaliaram áreas como gestão, formação de profissionais, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento. Os índices recebem notas de 0 a 100.
As respostas foram declaradas pelos responsáveis pelas secretarias de educação ou, no caso dos municípios, pela prefeitura, o que contribui para a confiabilidade das informações. O questionário e os indicadores foram construídos com a participação de especialistas, pesquisadores e profissionais com experiência em políticas de equidade racial e combate ao racismo.
Resultados do Diagnóstico de Equidade 2026
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi
Fonte: Ministério da Educação



