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Trump afirma que Lula pode ligar “a qualquer momento” para tratar de tarifas e relações bilaterais
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Trump se diz aberto a conversar com Lula
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (1º) que o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, pode entrar em contato com ele “a qualquer momento” para discutir questões comerciais entre os dois países.
A declaração ocorre em meio a recentes atritos relacionados a tarifas e políticas econômicas que impactam as relações bilaterais. Segundo Trump, o canal de diálogo com o governo brasileiro está aberto para tratar de temas sensíveis que envolvem o comércio exterior.
Contexto de tensões comerciais
A fala do presidente norte-americano surge em um momento de tensão entre Brasil e Estados Unidos, motivada principalmente por medidas tarifárias e decisões que afetam exportações e importações de produtos entre as duas nações. O gesto de Trump é interpretado como um sinal de disposição para resolver eventuais impasses por meio da diplomacia direta.
Relações diplomáticas em foco
As declarações reforçam a importância do diálogo entre os líderes das maiores economias do continente americano e podem representar um avanço nas negociações comerciais. A possibilidade de contato direto entre os presidentes também indica a relevância estratégica da relação bilateral para ambos os países, especialmente em um cenário de incertezas no comércio global.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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USDA projeta exportação de 49 milhões de sacas e safra recorde no Brasil
O Brasil deve exportar 49 milhões de sacas de café (60 kg) na safra 2026/27, volume que sinaliza uma retomada robusta do protagonismo brasileiro no mercado global. A projeção, divulgada nesta quarta-feira (03.06) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), fundamenta-se na expectativa de uma safra nacional recorde, estimada em mais de 70 milhões de sacas.
O dado é um divisor de águas: enquanto o primeiro quadrimestre de 2026 acumulou apenas 11,5 milhões de sacas exportadas — uma queda de 24% frente ao mesmo período de 2025, fruto de estoques internos exauridos por safras anteriores limitadas — o USDA identifica, a partir de abril, o início de uma reversão dessa tendência, com a oferta crescendo para atender à forte demanda internacional.
Um dos pontos de maior atenção é a sinalização de avanço no acordo entre União Europeia e Mercosul. Atualmente, o Brasil já tem isenção tarifária para o café verde na Europa. Contudo, o produto de maior valor agregado — o solúvel, sobre o qual incide uma taxa de 9%, e o torrado e moído (7,5%) — ainda enfrenta barreiras que favorecem concorrentes como o Vietnã. A expectativa é que, com a gradativa redução dessas tarifas a zero nos próximos quatro anos, o café brasileiro ganhe um fôlego extra para dominar o mercado europeu.
O USDA projeta que os estoques finais da safra 2026/27 alcancem 4,4 milhões de sacas, um aumento frente aos 3,8 milhões previstos para o ciclo atual. Com a promessa de uma colheita volumosa, superando a marca de 70 milhões de sacas, o Brasil tem potencial para elevar suas exportações em até 30%. O desafio agora é equilibrar essa oferta recorde com a volatilidade cambial e as variações climáticas que ditam o ritmo da porteira para fora.
Fonte: Pensar Agro
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