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Comissão debate regulação da inteligência artificial na área da saúde

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A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados debate, nesta terça-feira (5), a regulação da inteligência artificial (IA) na área da saúde. O debate será realizado às 16h30, no plenário 7, e será interativo.

O debate foi solicitado pelos deputados Dr. Ismael Alexandrino (PSD-GO), Zé Vitor (PL-MG), Júnior Mano (PSB-CE) e Silvia Cristina (PP-RO).

Os parlamentares ressaltam que a IA já é amplamente utilizada no setor, com aplicações que vão de suporte ao diagnóstico a cirurgias assistidas por robótica. Eles destacam, no requerimento para o debate que “com os recentes avanços da IA generativa, a tecnologia apresenta potencial significativo para, em um futuro próximo, transformar o cuidado ao paciente e a indústria da saúde”.

Os deputados acrescentam que o debate é necessário para “prover ao povo brasileiro acesso aos benefícios que o uso da IA pode trazer e, por outro lado, resguardar nosso povo dos riscos trazidos pelo uso dessa tecnologia”.

Da Redação – RL

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Fonte: Câmara dos Deputados

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Comissão debate impactos fiscais e trabalhistas da contratação de funcionários como pessoa jurídica

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A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados discute, na terça-feira (28), os impactos fiscais, orçamentários, sociais e trabalhistas da contratação de pessoas para prestar serviços como empresa (Pessoa Jurídica ou PJ), e não como empregadas com carteira assinada.

Atualmente, há uma discussão no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre quando a chamada “pejotização”, ou seja, a contratação de um trabalhador como PJ ou autônomo, é legal e quando pode esconder uma relação de emprego (Tema 1.389).

O debate será às 14 horas, em plenário a ser definido. A audiência atende aos requerimentos dos deputados Rogério Correia (PT-MG) e Bohn Gass (PT-RS).

No documento em que pedem o debate, os parlamentares ponderam que a pejotização afeta direitos sociais previstos na Constituição, além de ter impactos na arrecadação previdenciária, no financiamento da seguridade social, do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Também aponta risco de precarização das relações de trabalho e de enfraquecimento da proteção jurídica dos trabalhadores.

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Os deputados argumentam ainda que o julgamento do tema pelo STF pode ter efeitos duradouros sobre o modelo de contratação de trabalho no País e sobre a base de financiamento do Estado.

Da Redação – RL

Fonte: Câmara dos Deputados

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