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Ministro Alexandre Silveira assume assento no Conselho da Bacia do Rio Doce durante anúncio de R$ 1,6 bilhão em saúde pelo Governo Federal

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O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, tomou posse nesta sexta-feira (26/9) no Conselho Federal de Participação Social da Bacia do Rio Doce e Litoral Norte Capixaba (CFPS Rio Doce). Durante o evento, com a presença do presidente Lula, foram anunciados R$ 1,6 bilhão em investimentos para a construção de 104 novos serviços do Sistema Único de Saúde (SUS) em 48 municípios beneficiados pelo Novo Acordo do Rio Doce.

A composição do Conselho foi definida pelo acordo de repactuação da reparação dos danos causados pelo rompimento da barragem de Fundão, operada pela Samarco Mineração S.A., em novembro de 2015, no município de Mariana (MG). O Conselho atuará como instância central e permanente de controle social das obrigações federais estabelecidas no novo acordo.

“Assumir esse assento no conselho representa mais um compromisso do Ministério de Minas e Energia e do Governo liderado pelo presidente Lula com a reparação integral e transparente das comunidades atingidas pelo rompimento da barragem em Mariana. O conselho terá papel estratégico ao garantir participação social, acompanhamento e fiscalização permanentes das ações, fortalecendo a confiança entre a sociedade e o poder público”, afirmou o ministro Alexandre Silveira.

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Os investimentos anunciados nesta sexta-feira serão aplicados na construção e reforma de Unidades Básicas de Saúde (UBS), Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), Policlínicas e Hospitais. Também estão previstas novas Unidades Odontológicas Móveis (UOM) e centros de referência voltados à vigilância em saúde.

Além disso, serão realizadas ações de ampliação e capacitação de equipes profissionais, implementação de projetos de saúde digital e telessaúde, e aquisição de insumos, medicamentos, ambulâncias e equipamentos. O Ministério da Saúde também destinará R$ 745 milhões para a construção de quatro unidades de referência no atendimento a pessoas expostas a substâncias tóxicas e no monitoramento da qualidade da água.

Planos de ação
Os recursos serão executados com base nos Planos de Ação elaborados pelas prefeituras dos 48 municípios e apresentados à governança do Programa Especial de Saúde do Rio Doce. Está prevista a construção ou reforma de 51 UBS em 37 cidades, CAPS em 34, UPA em 11 e oito policlínicas em sete municípios.

Entre as unidades de maior destaque estão o Hospital-Dia de Santana do Paraíso (MG), equipado para pequenas cirurgias e exames diagnósticos, e um Hospital Universitário em Mariana (MG), que contará com a parceria do campus da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP).

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Em Governador Valadares (MG), será implantado o Centro de Referência das Águas, com estrutura para monitoramento permanente da qualidade da água em todo o território da Bacia do Rio Doce. A iniciativa envolve parcerias com a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), a Instituição Federal de Minas Gerais (IFMG) e a Univale.

Também estão previstos três Centros de Referência em Exposição a Substâncias Químicas, localizados em Mariana (MG), Governador Valadares (MG) e no Espírito Santo. Esses locais de atendimento oferecerão resposta técnica qualificada, apoio e orientação aos serviços e profissionais de saúde das regiões atendidas.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | E-mail: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Indicadores de equidade racial avançam nas redes municipais de ensino

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O Diagnóstico Equidade 2026, elaborado pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), apresenta aumento nos indicadores relacionados à implementação de políticas de educação para as relações étnico-raciais (Erer) nas redes municipais de ensino.  

Entre os indicadores analisados, a institucionalização apresentou um aumento de 17,1 pontos. O índice passou de 38,7 pontos, em 2024, para 55,8, em 2026. No Brasil, a média geral dos indicadores relacionados à implementação passou de 26,6, em 2024, para 34,7, em 2026, um crescimento de 8,1 pontos. O resultado indica que mais redes municipais estão estruturando políticas, ações e mecanismos para enfrentar desigualdades raciais e promover a diversidade. 

O índice geral é a média que considera a institucionalização de diferentes aspectos da implementação das políticas de Erer, como gestão, formação, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento, mapeados pelo Diagnóstico Equidade. O resultado está ligado ao primeiro biênio de execução da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), em regime de colaboração interfederativa.   

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As políticas de equidade racial na educação têm o objetivo de enfrentar as desigualdades raciais e contribuir para a redução do hiato de aprendizagem entre estudantes negros e brancos. Para isso, promovem ações que valorizam a diversidade, combatem o racismo e garantem condições mais equitativas para que todos os estudantes tenham acesso, permanência e aprendizagem com qualidade.  

Confira os dados comparativos gerais da Erer de 2024 no Brasil, em comparação a 2026, divulgados no Diagnóstico Equidade 2026:  

Secretarias municipais 

2024 

2026 

Índices 

Brasil 

Brasil 

Geral 

26,6 

34,7 

Institucionalização 

38,7 

55,8 

Formação 

20,4 

28,7 

Gestão 

26,0 

27,0 

Material Didático 

31,1 

34,2 

Financiamento 

20,6 

39,9 

Avaliação e Monitoramento 

45,0 

60,2 

Metodologia – O levantamento contou com 44 perguntas dirigidas às secretarias de educação de estados, municípios e do Distrito Federal. Foram realizadas 32 questões sobre Erer e 12 sobre educação escolar quilombola (EEQ).  

Para acompanhar os resultados, as informações foram organizadas em indicadores que avaliaram áreas como gestão, formação de profissionais, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento. Os índices recebem notas de 0 a 100.   

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As respostas foram declaradas pelos responsáveis pelas secretarias de educação ou, no caso dos municípios, pela prefeitura, o que contribui para a confiabilidade das informações. O questionário e os indicadores foram construídos com a participação de especialistas, pesquisadores e profissionais com experiência em políticas de equidade racial e combate ao racismo.  

Resultados do Diagnóstico de Equidade 2026  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi 

Fonte: Ministério da Educação

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