POLITÍCA NACIONAL
Marcos Rogério critica prisões de Bolsonaro e de Filipe Martins
POLITÍCA NACIONAL
Em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (13), o senador Marcos Rogério (PL-RO) afirmou que o Brasil atravessa um período de insegurança jurídica provocado por decisões do Supremo Tribunal Federal (STF). O parlamentar citou o caso do ex-assessor internacional da Presidência da República no governo de Jair Bolsonaro Filipe Martins, preso em 2024 na operação que investigou a suposta tentativa de golpe de Estado, e o do ex-presidente Jair Bolsonaro, que permanece em prisão domiciliar.
Segundo Marcos Rogério, ambos são exemplos de processos conduzidos de forma irregular, com prisões mantidas sem respaldo legal. O parlamentar destacou que, no caso de Bolsonaro, o Ministério Público decidiu não apresentar denúncia em um dos inquéritos, mas, ainda assim, a prisão foi mantida pelo ministro do STF Alexandre de Moraes. O senador argumentou que o caso de Filipe Martins expõe falhas do Judiciário. Para ele, a decisão representa afronta direta ao devido processo legal e fragiliza o Estado de direito no país.
— Nem em períodos excepcionais podem-se admitir medidas dessa natureza, que extrapolam, que desafiam a legalidade, que desafiam a Constituição Federal. Mas estamos a testemunhar fatos dessa magnitude, dessa gravidade. Esse caso do Filipe Martins me parece outra aberração, porque o acusam de ter feito uma viagem que ele não fez; acusam-no de ter participado de uma reunião em que ele não participou. O que me parece estar evidente é uma tentativa de uma delação forçada — declarou.
No mesmo discurso, o senador abordou a escalada da violência em diferentes regiões do país. Ele destacou que, em Rondônia, tanto em Porto Velho quanto no interior do estado, a criminalidade tem aumentado. Marcos Rogério afirmou que a ausência do poder público tem permitido a expansão do crime organizado, que passou a ocupar comunidades mais vulneráveis não apenas com a intimidação, mas também com a oferta de assistência a famílias carentes.
— Hoje, esse criminoso que antes apenas se valia dos instrumentos da violência para causar o medo e a dominação agora entende que, quando tem um Estado ausente, que não cumpre o seu papel com políticas sociais, com políticas educacionais, com investimentos em políticas públicas básicas, como o saneamento, por exemplo, surge um braço assistencial do crime organizado ocupando espaço em comunidades. E o que nós estamos observando? Nós estamos observando uma naturalização e uma aceitação por parte de uma sociedade de bem daquilo que não é normal — disse.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
POLITÍCA NACIONAL
Frentes parlamentares criticam fim da “taxa das blusinhas” e apontam concorrência desleal
Duas frentes parlamentares condenaram a decisão do governo federal de acabar com a chamada “taxa das blusinhas” — o imposto de importação de 20% cobrado sobre compras internacionais de até US$ 50. A isenção foi formalizada por meio de uma medida provisória assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e por uma portaria do Ministério da Fazenda.
As frentes parlamentares pelo Brasil Competitivo (FPBC) e em Defesa da Propriedade Intelectual e Combate à Pirataria (FPI) argumentam que a medida amplia a concorrência desleal e prejudica o setor produtivo nacional.
O presidente de ambas as frentes, deputado Julio Lopes (PP-RJ), criticou a falta de equilíbrio nas condições de disputa entre as plataformas estrangeiras e as empresas brasileiras. “Não existe competitividade quando o empresário brasileiro paga impostos altos e o produto importado entra sem tributação. Isso prejudica empregos, a produção nacional e o comércio formal”, afirmou o parlamentar.
Isonomia tributária
Em nota, a Frente pelo Brasil Competitivo afirmou que o tema exige uma discussão técnica profunda, especialmente devido aos impactos sobre pequenos e médios empreendedores nacionais. A frente propõe que, para garantir a isonomia, o governo ofereça tratamento tributário igualitário para compras nacionais de até R$ 250, em linha com os critérios aplicados ao comércio exterior.
Para a Frente em Defesa da Propriedade Intelectual, a medida enfraquece a indústria e o comércio formal, que seguem submetidos a uma elevada carga tributária e custos operacionais que não atingem as plataformas internacionais de comércio eletrônico.
Da Redação – WS
Fonte: Câmara dos Deputados
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