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TCE-MT integra acordo interinstitucional em defesa da integridade e transparência na gestão pública

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Crédito: Tony Ribeiro/TCE-MT
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Parceria entre instituições reforça compromisso com transparência e boa gestão. Clique aqui para ampliar.

O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, destacou o papel do controle externo na construção de uma gestão pública mais íntegra ao assinar termo de cooperação interinstitucional voltado ao combate à corrupção e à defesa do patrimônio público. O acordo foi firmado nesta segunda-feira (20), na abertura do curso “Programa Nacional de Capacitação e Treinamento para a Recuperação de Ativos e o Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro – Avançado”, realizado pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).  

De acordo com Sérgio Ricardo, o esforço conjunto visa garantir que os recursos públicos cheguem efetivamente à população. “Quem precisa de todos nós, servidores, é a população, é a população que sofre, que reivindica, que tem direitos que não são atendidos, que não são obedecidos e quem tem que organizar isso somos nós, que temos funções públicas importantes”, destacou.

Crédito: Tony Ribeiro/TCE-MT
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O presidente do TCE-MT, conselheiro Sérgio Ricardo, afirmou que a instituição atuará como parceira permanente na capacitação. Clique aqui para ampliar.

Ainda segundo o presidente, para garantir esses resultados, o TCE-MT atuará como parceiro permanente na capacitação. “Há palavras muito importantes nesse convênio, como orientação, treinamento e qualificação.  Não é só punição. Acredito que ninguém entra no serviço público com a intenção de errar, por isso é importante a proposta de treinar o gestor. E muitas dessas ações, o Tribunal de Contas já vem desenvolvendo. Em dezembro, vamos concluir nosso MBA em Gestão de Cidades, que está qualificando mil pessoas, entre prefeitos, vereadores, secretários e servidores”, explicou.

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Na ocasião, o presidente do TJMT, desembargador José Zuquim Nogueira, detalhou ações previstas, como campanhas educativas, treinamentos, compartilhamento de informações e acompanhamento de processos judiciais.  “Esse termo tem um objetivo claro somar esforços para proteger o dinheiro público e combater crimes como corrupção, lavagem de dinheiro e atos de improbidade administrativa. Vamos trabalhar juntos para ensinar e orientar nossos servidores estaduais e municipais sobre como prevenir esses crimes e mostrar à população os prejuízos causados pela corrupção.”

Ao citar uma série de avanços econômicos do Brasil nas últimas décadas, o governador Mauro Mendes enfatizou que a corrupção e a ineficiência administrativa vêm impedindo que o país alcance o desenvolvimento. “É um esforço para proteger o dinheiro público, que é importante para investir em políticas públicas que vão trazer muitos benefícios ao cidadão e à sociedade. Com todos trabalhando juntos, se verdadeiramente fizermos o melhor que cada um pode fazer, nós teremos excelentes resultados”, pontuou.

Por sua vez, o procurador-geral do Ministério Público (MPMT), Rodrigo Fonseca, reforçou a necessidade de integrar informações e ações entre instituições para tornar mais eficiente o combate à improbidade e à má gestão do dinheiro público. “Temos que agir cada vez mais de forma preventiva para evitar que haja esse, né, desperdício de dinheiro público. E, ao mesmo tempo, temos que agir de forma repressiva, sendo mais ágeis, seja na celebração de acordos ou nas decisões judiciais. Então, o termo faz uma interação entre os programas de informações entre as instituições públicas.”

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Capacitação fortalece enfrentamento à criminalidade

A capacitação integra o Programa Nacional de Capacitação e Treinamento para a Recuperação de Ativos e o Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro, concebido pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública em parceria com órgãos especializados. O programa configura importante estratégia institucional voltada à difusão de boas práticas, à padronização de procedimentos e à consolidação de conhecimentos técnico-jurídicos no enfrentamento da criminalidade econômica organizada.O evento é realizado pelo Comitê Interinstitucional de Defesa do Patrimônio Público (CIPP) do TJMT e busca garantir que, ao final do curso, os participantes sejam capazes de compreender o funcionamento do Sistema Nacional de Combate à Lavagem de Dinheiro e Recuperação de Ativos, com ênfase no papel institucional do Poder Judiciário.

Para o desembargador Hélio Nishiyama, coordenador do Comitê, o enfrentamento qualificado da criminalidade organizada e dos crimes econômicos constitui um dos mais relevantes desafios do sistema de justiça brasileiro. “A crescente sofisticação das organizações criminosas, aliada à complexidade das operações financeiras utilizadas para ocultação de bens, direitos e valores de origem ilícita, impõe a necessidade de constante aperfeiçoamento técnico por parte dos magistrados e demais operadores do direito”, pontuou.

Também participaram da mesa de abertura o corregedor-geral da Justiça, desembargador Ulisses Rabaneda; o desembargador José Luiz Leite Lindote; o supervisor do Núcleo de Cooperação Judiciária (NCJUDE), desembargador Wesley Sanchez Lacerda; o controlador-geral do Estado, Paulo Farias Nazareth Netto; o secretário de Segurança Pública, coronel César Augusto de Camargo Roveri; e a delegada-geral da Polícia Judiciária Civil, Daniela Silveira Maidel.

Secretaria de Comunicação/TCE-MT
E-mail: [email protected]
Telefone: 3613-7561

Fonte: TCE MT – MT

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Júri de Tangará da Serra condena três homens a mais de 90 anos de reclusão

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O Tribunal do Júri de Tangará da Serra condenou três homens a penas que, somadas, ultrapassam 90 anos de reclusão pelos crimes de homicídio qualificado, roubo majorado e corrupção de menores. A sessão de julgamento foi presidida pelo juiz da 1ª Vara Criminal da comarca, Ricardo Frazon Menegucci e durou cerca de 17 horas, teve início as 9h de quinta-feira (09) e foi encerrada na madrugada desta sexta-feira (10).
Os crimes ocorreram em maio de 2024, em um contexto de disputa entre facções criminosas. A acusação aponta que os réus invadiram uma residência, renderam os moradores, levaram a vítima para uma área de pastagem, onde foi assassinada. Os réus ainda subtraírem uma motocicleta e aparelhos celulares e envolverem dois adolescentes na ação criminosa.
Os jurados reconheceram a autoria e a materialidade dos crimes, acolheram todas as qualificadoras do homicídio constantes da decisão de pronúncia e condenaram os réus E.S.S., G.M.A. e G.N.S. também pelos crimes conexos de roubo majorado e corrupção de menores.
Na sentença, o juiz fixou a pena de 29 anos e 20 dias de reclusão para E.S.S., 29 anos e 20 dias de reclusão para G.M.A. e 33 anos, 7 meses e 13 dias de reclusão para G.N.S. Os três também foram condenados ao pagamento de 10 dias-multa e deverão cumprir a pena em regime inicial fechado.
Ao proferir a sentença, o magistrado determinou a execução imediata das penas, conforme entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a soberania dos veredictos do Tribunal do Júri.
O processo tramita no Processo Judicial Eletrônico (PJe) sob o nº 1007264-63.2024.8.11.0055. A sentença é passível de recurso.

Autor: Alcione dos Anjos

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Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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