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MEC celebra avanço do PNLD no Dia Nacional do Livro

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No Dia Nacional do Livro, comemorado neste 29 de outubro, o Ministério da Educação (MEC) celebra o poder transformador da leitura e os avanços de políticas públicas que garantem o acesso ao livro em todo o Brasil. Em diferentes frentes, a pasta tem ampliado o alcance de programas, apoiado bibliotecas e valorizado a produção literária nacional, reforçando o compromisso com a formação de leitores e com a democratização do conhecimento. 

Por meio do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD), o principal responsável por fazer o livro chegar às salas de aula da rede pública, foram adquiridos, somente em 2025, mais de 74 milhões de exemplares para 26 milhões de estudantes em 120 mil escolas, com investimento de R$ 1,2 bilhão, incluindo a distribuição. Também está em negociação mais 136,8 milhões de livros para os 7 milhões de estudantes do ensino médio. O processo, executado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e pela Secretaria de Educação Básica (SEB), envolve diversas etapas — desde a avaliação pedagógica e a escolha dos professores até a negociação com as editoras e a entrega às escolas. 

Neste ano, o MEC também concluiu a avaliação de 122 coleções do ensino médio e 64 da educação de jovens e adultos (EJA). Atualmente, encontra-se em execução a análise de 1.561 obras literárias voltadas para o PNLD Educação Infantil. 

A secretária de Educação Básica, Kátia Schweickardt, resume o espírito do programa: “A cada ciclo o PNLD se fortalece como uma grande política pública de acesso com qualidade, proporcionando o letramento do mundo e da palavra aos nossos estudantes brasileiros e brasileiras.” 

“O livro é uma das ferramentas mais potentes da transformação social. Cada exemplar que chega a uma escola pública representa a oportunidade de ampliar horizontes, inspirar novos caminhos e fortalecer o direito à educação de qualidade”, destacou a presidente do FNDE, Fernanda Pacobahyba. 

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Ampliação do acesso – Em 2025, o MEC deu passos importantes para ampliar o alcance do programa. Pela primeira vez, o PNLD passou a atender bibliotecas públicas e comunitárias, em uma ação conjunta com o Ministério da Cultura (MinC). A iniciativa destinou R$ 24,5 milhões à distribuição de 4,1 milhões de livros, beneficiando cerca de 4 mil bibliotecas — e a meta é chegar a 9 mil em todo o país. 

Outra novidade é o PNLD Equidade, que vai reunir obras voltadas à diversidade cultural, representatividade e inclusão. O objetivo é fortalecer uma educação mais plural e próxima da realidade dos estudantes, com acervos direcionados também a escolas e bibliotecas cadastradas no Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas (SNBP). 

O MEC também trabalha na criação do Sistema Nacional de Bibliotecas Escolares, instituído por meio de Grupo de Trabalho lançado em agosto. O projeto tem o intuito de integrar e fortalecer os acervos das escolas públicas, garantindo que mais estudantes tenham acesso a espaços de leitura atualizados e acolhedores. 

E o futuro já está em pauta: a partir de 2026, o PNLD Digital vai disponibilizar os livros também em formato eletrônico, permitindo que professores e alunos das redes públicas acessem o conteúdo em qualquer lugar. A proposta busca ampliar o alcance do programa e incentivar o uso pedagógico da tecnologia. 

Retomada na EJA – Entre as outras ações está a retomada do PNLD voltado à educação de jovens e adultos (EJA), público que volta a ser atendido pelo programa após mais de dez anos. Com investimento de R$ 177 milhões, a iniciativa garante o direito à leitura e ao aprendizado para quem não pôde concluir os estudos na idade regular. 

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Cultura, identidade e leitura como transformação – Além das políticas de distribuição, o MEC tem investido na valorização da produção literária e da diversidade cultural. Em julho, promoveu o Seminário para a 1ª Bienal Afro-Brasileira do Livro, evento preparatório que celebra a literatura afro-brasileira e seu papel na construção da identidade nacional. 

Outro destaque foi o lançamento do material didático para a educação popular, que amplia o acesso ao conhecimento em cursinhos, movimentos sociais e espaços comunitários. A iniciativa da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) reforça a ideia de que a leitura é um direito que deve alcançar todos os territórios. 

As ações do MEC mostram que o livro é mais do que um recurso pedagógico, mas constitui um elo entre a escola, a cultura e a sociedade. Da educação infantil à EJA, das bibliotecas escolares às comunitárias, a política do livro segue sendo uma das bases da educação pública brasileira. Desse modo, o Ministério da Educação celebra não apenas as páginas impressas, mas tudo o que elas representam: acesso, diversidade e futuro. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB e do FNDE 

Fonte: Ministério da Educação

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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

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O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

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Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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