MATO GROSSO
Corpo de Bombeiros socorre criança atropelada em frente à escola
MATO GROSSO
O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) socorreu, na segunda-feira (10.11), um menino de 11 anos vítima de atropelamento na Avenida Mato Grosso, em frente a uma escola no bairro Jardim das Palmeiras, em Lucas do Rio Verde (a 333,9 km de Cuiabá).
A equipe da 13ª Companhia Independente Bombeiro Militar (13ª CIBM) foi acionada por volta das 6h45 por populares para atender a ocorrência. Segundo informações, a criança teria sido atingida por uma motocicleta enquanto atravessava na faixa de pedestres.
No local, os bombeiros militares encontraram o menino caído ao solo, consciente e orientado, apresentando escoriações, um corte com sangramento na base do crânio e dores no braço direito. Após avaliação, foram descartadas fraturas ou hemorragias graves.
A equipe realizou a imobilização cervical, curativos e o transporte da vítima em prancha rígida até o Pronto Atendimento Municipal (PAM), onde o menino recebeu atendimento médico especializado.
Segurança no trânsito
O Corpo de Bombeiros Militar reforça a importância de que condutores e pedestres atuem com segurança no trânsito. Pedestres devem sempre atravessar nas faixas sinalizadas e observar o tráfego antes de cruzar a rua. Motoristas e motociclistas, por sua vez, devem reduzir a velocidade em áreas escolares e redobrar a atenção, garantindo a segurança de crianças e demais pedestres.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
MP recomenda suspensão de novos pacientes em clínica de reabilitação
A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Chapada dos Guimarães (a 65 quilômetros de Cuiabá) recomendou a suspensão imediata da admissão de novos pacientes no Centro de Tratamento Vida Serena Premier após identificar indícios de irregularidades no funcionamento da unidade. A medida foi adotada no âmbito de um inquérito civil instaurado para apurar supostas irregularidades na clínica, que atende pessoas com transtornos mentais e dependência química. As investigações começaram após denúncia encaminhada à Ouvidoria do Ministério Público de Mato Grosso. A apuração integra ações do projeto Escuta Pró-Ativa, coordenado pela ouvidora-geral do MPMT, procuradora de Justiça Eliana Cícero de Sá Maranhão Ayres Campos, que realiza visitas técnicas para verificar as condições de atendimento em unidades de acolhimento e tratamento. Neste ano, o projeto já promoveu fiscalizações em penitenciárias de Cuiabá e Várzea Grande, além de comunidades terapêuticas e clínicas localizadas em Várzea Grande e Chapada dos Guimarães. Durante as inspeções, relatórios técnicos apontaram possíveis inconsistências entre o licenciamento da unidade e as atividades efetivamente desenvolvidas no local. Em inspeção realizada na instituição, foram identificados cerca de 43 pacientes acolhidos. Também foram constatadas possíveis inadequações estruturais e indícios da realização de procedimentos típicos de unidades médico-hospitalares. De acordo com a promotoria, a fiscalização realizada pelo Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) constatou que a unidade realiza internações voluntárias, involuntárias e compulsórias. O relatório também apontou incompatibilidades entre os serviços prestados e o licenciamento sanitário então vigente, além de outras inconformidades administrativas e técnicas. O Ministério Público também constatou, durante a inspeção, a ausência de licença sanitária válida para o funcionamento da clínica. Conforme o procedimento, o alvará anteriormente apresentado perdeu a vigência e, até o momento, não houve comprovação da obtenção de uma nova autorização. Para o promotor de Justiça Leandro Volochko, a medida tem caráter preventivo e busca garantir a proteção dos pacientes. “Nosso objetivo é resguardar a saúde e a segurança das pessoas acolhidas enquanto os órgãos competentes analisam a regularidade do funcionamento da unidade e das atividades desenvolvidas no local”, destacou. Além da recomendação para suspender novas internações, a Promotoria requisitou informações sobre os pacientes atualmente acolhidos e determinou o envio de ofícios à Vigilância Sanitária e ao CRM-MT para a realização de novas fiscalizações.
Fonte: Ministério Público MT – MT



