SAÚDE
Museu do Instituto Evandro Chagas é inaugurado em Belém e reforça legado científico e cultural da conferência
SAÚDE
O Instituto Evandro Chagas (IEC), vinculado ao Ministério da Saúde, inaugurou nesta sexta-feira (14) o Museu do Instituto Evandro Chagas (MEV), novo espaço dedicado à ciência, memória e saúde pública na Amazônia. Com investimento de R$ 948 mil, o casarão histórico que sediou o IEC até o início dos anos 2.000 foi totalmente revitalizado e agora abriga sete exposições simultâneas. A entrega faz parte do legado estrutural da COP30 para a população de Belém.
A cerimônia de abertura contou com a presença do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que destacou o impacto da COP30 para o desenvolvimento urbano, científico e cultural da capital paraense.
“Mostra como Belém está ficando melhor e mais bonita com a COP30, né? Esse aqui é mais um legado da COP30, o investimento do Ministério da Saúde nessa grande reforma que mostra a história do Evandro Chagas, que é um grande instituto de pesquisa. Já ajudou muito a saúde pública e está ajudando cada vez mais”, afirmou Padilha.
O ministro destacou ainda o papel estratégico do IEC no enfrentamento dos impactos das mudanças climáticas na região amazônica.“As mudanças climáticas já afetam a saúde na região amazônica, então estudos, conhecimento, treinamento de profissionais… e agora o museu abre para a população. As escolas podem vir, as famílias podem vir, conhecer a história, o conhecimento, a ciência. É tão importante para a gente melhorar a saúde também”, completou Padilha.
Exposições e missão científica
O MEV reúne exposições próprias e de instituições parceiras, com foco na história da saúde pública, pesquisa científica, fotografia, arqueologia e memória amazônica. Entre elas:
Curadoria do MEV:
- IEC: Ontem e Hoje
- Joias da Arquitetura do Casarão
- O que o olho não vê: o invisível revelado pela microscopia
- Ciência & Fotografia
Instituições parceiras:
- Cientistas e Instituições Científicas e Tecnológicas da Amazônia (1822–2022) – UEPA
- Baba Loduncyne Tayandô – Memória em Arte – UFPA
- Astrofotografia – Centro de Ciências e Planetário do Pará (UEPA)
- Constelações Femininas: mulheres que iluminam a Ciência – UEPA
O museu tem como missão ampliar o acesso da sociedade ao conhecimento científico e à história da saúde pública no Brasil, valorizando especialmente a trajetória do IEC, referência nacional e internacional na pesquisa em doenças tropicais e vigilância em saúde.
Um patrimônio histórico recuperado
Construído na década de 1910 como residência familiar, o casarão foi alugado em 1936 pelo governo do Pará para sediar o então Instituto de Patologia Experimental do Norte (IPEN), que mais tarde se tornaria o Instituto Evandro Chagas. Agora restaurado, o espaço volta a ser ponto de encontro entre ciência, educação e cultura, reforçando o compromisso da COP30 com legados permanentes para a população.
Ministério da Saúde, com informações do Instituto Evandro Chagas
Fonte: Ministério da Saúde
SAÚDE
Governo do Brasil anuncia R$ 3 milhões em investimento para formação de doulas no SUS durante convenção nacional em Belém
Belém (PA) sediou, entre os dias 14 e 17 de maio, a 10ª Convenção Nacional de Doulas do Brasil (Conadoula). O evento, apoiado pelo Ministério da Saúde, teve como anfitriã a Associação de Doulas do Pará (AdouPA) e trouxe como tema “Da Amazônia ao Brasil que gesta: doula, território e o direito de gestar e nascer com dignidade”.
O encontro, realizado anualmente pela Federação Nacional de Doulas do Brasil (FenadoulasBR) em parceria com um estado-sede, reuniu, nesta edição, doulas, pesquisadoras, gestoras, movimentos sociais e representantes de diversas regiões do país para debater o fortalecimento de políticas públicas dedicadas ao cuidado integral, à humanização do parto e à garantia dos direitos reprodutivos, com foco na doulagem.
O Ministério da Saúde (MS) participou da programação com contribuições estratégicas sobre o papel das doulas no Sistema Único de Saúde (SUS). Durante o evento, foi anunciado um investimento inicial de R$ 3 milhões para a implementação da Estratégia Nacional de Formação de Doulas para o SUS. O anúncio foi feito pela coordenadora-geral de Ações Estratégicas de Educação na Saúde da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do MS, Érika Almeida, e representa um passo importante na ampliação e qualificação da atuação dessas profissionais na rede pública.
A edição de 2026 marcou um momento histórico para o movimento ao registrar, pela primeira vez, a participação de representantes dos 27 estados brasileiros, consolidando o caráter verdadeiramente nacional da convenção. A presença ampliada garantiu maior representação de doulas das Regiões Norte e Nordeste, territórios que concentram alguns dos maiores vazios assistenciais do país.
O debate ocorreu também em um contexto significativo, impulsionado pela recente sanção da Lei nº 15.381/2026, que regulamenta a profissão de doula no país, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, reforçando a centralidade do tema na agenda das políticas públicas de saúde.
A programação incluiu ainda a participação da coordenadora-geral de Regulação e Relações de Trabalho na Saúde, Etel Matielo, na mesa “Interfaces de Informação, Regulação e Gestão do Trabalho da Saúde”. Durante o debate, ela destacou a importância de estruturar e valorizar o trabalho das doulas no SUS. “É fundamental avançar na organização do trabalho e na criação de mecanismos de suporte e formação para que as doulas sejam reconhecidas como parte importante do cuidado em saúde”, afirmou.
Já Érika Almeida também integrou a reunião ampliada para escuta de coletivos de Doulagem Periférica e participou da mesa “Doulagem como Política Pública: perspectivas e debates”. Na ocasião, enfatizou o papel da escuta ativa e da inclusão social na construção de políticas mais equitativas. “A doulagem é também uma estratégia de transformação social, especialmente nos territórios mais vulnerabilizados, e exige um olhar atento às realidades periféricas”, destacou.
A presença do MS na 10ª Conadoula reafirma o compromisso com a valorização do trabalho das doulas e com a construção de políticas públicas estruturadas a partir da formação e qualificação dos trabalhadores e da regulação profissional na área da saúde no Brasil, para promover o cuidado humanizado, a equidade e o direito de gestar e nascer com dignidade em todo o país.
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Caroline Fogaça
Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
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