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Produção de morango cai no RS e preços disparam com baixa oferta e aumento da demanda turística

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Produção abaixo do esperado em Caxias do Sul e Gramado

A produção de morango segue abaixo do esperado na região administrativa de Caxias do Sul, especialmente em Gramado, segundo o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar. A instituição aponta que, embora haja flores e frutos em desenvolvimento, o volume colhido ainda é inferior ao normal para o período.

As condições climáticas recentes favoreceram o aumento da incidência de ácaro-rajado, exigindo o uso de defensivos agrícolas — que, segundo técnicos, nem sempre têm eficácia total. Apesar disso, a Emater indica perspectiva positiva para o fim do ano, com boas expectativas de colheita durante o Natal Luz, período de forte presença de turistas na região.

Alta demanda turística eleva preços do morango em Gramado e Nova Petrópolis

O aumento no fluxo de visitantes e a baixa oferta do produto elevaram significativamente os preços do morango in natura. Em Gramado, o quilo é vendido entre R$ 25 e R$ 35, enquanto o morango congelado custa cerca de R$ 12/kg.

Em Nova Petrópolis, o relatório registra tendência de alta, com o preço variando de R$ 20 a R$ 30/kg nas vendas para Ceasas, intermediários e mercados, e chegando a R$ 35/kg no varejo direto. A combinação de demanda crescente e colheita limitada tem sustentado o cenário de cotações firmes nessas regiões turísticas.

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Pelotas mantém estabilidade com boa qualidade dos frutos

Na região administrativa de Pelotas, o boletim da Emater indica leve redução na oferta, mas com boa floração e sanidade das plantas. Os produtores têm conseguido controlar o avanço de oídio e ácaro, e o aumento da insolação nas últimas semanas contribuiu para melhorar a coloração e o sabor dos frutos.

Os preços permanecem estáveis, variando entre R$ 15 e R$ 35 por quilo, dependendo da qualidade e do destino da produção.

Santa Rosa inicia nova floração com boas perspectivas

Na região de Santa Rosa, os produtores já iniciam um novo ciclo de floração. As cultivares Royal Roice e San Andreas apresentam bom desempenho, enquanto a Albion enfrenta mortalidade de plantas em alguns talhões.

O morango classificado está sendo comercializado a R$ 30/kg, enquanto os frutos destinados à produção de sucos e geleias são vendidos a R$ 18/kg. A demanda é considerada adequada, e o desempenho geral das lavouras indica boa recuperação nas próximas semanas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Suínos no Brasil: preços do animal vivo e da carne atingem mínimas históricas mesmo com exportações recordes

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Queda nos preços persiste no mercado de suínos

O mercado brasileiro de suínos continua enfrentando um cenário de forte pressão sobre os preços. Mesmo com o desempenho positivo das exportações, as cotações do animal vivo e da carne seguem em trajetória de queda, refletindo condições desfavoráveis no mercado interno.

Demanda doméstica enfraquecida limita reação

A baixa procura no mercado interno, já observada ao longo de março, se manteve na primeira quinzena de abril. O enfraquecimento do consumo doméstico permanece como um dos principais entraves para a recuperação dos preços, reduzindo a capacidade de reação do setor.

Oferta elevada e forte concorrência pressionam cotações

Além da demanda enfraquecida, o setor enfrenta um ambiente de elevada oferta e forte concorrência. De acordo com agentes consultados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), esse cenário tem intensificado o movimento de desvalorização tanto do suíno vivo quanto da carne suína.

Quedas mais intensas desde janeiro indicam sobreoferta

Entre os dias 7 e 14 de abril, as cotações do suíno vivo registraram as quedas mais expressivas desde janeiro deste ano. O comportamento reforça a percepção de sobreoferta no mercado interno, ampliando a pressão sobre os preços.

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Preços atingem os menores níveis em anos

Em termos reais, os valores do suíno vivo atingiram os níveis mais baixos desde março de 2022. Já os preços da carne suína recuaram ao menor patamar desde maio de 2020, conforme levantamento do Cepea.

Cenário exige atenção do setor produtivo

Diante de uma oferta elevada e do consumo doméstico ainda enfraquecido, o mercado de suínos segue desafiador. Mesmo com o suporte das exportações em níveis recordes, o equilíbrio entre oferta e demanda interna será decisivo para uma possível recuperação dos preços nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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