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Tocantins sedia Abertura Nacional da Colheita da Soja 2025/26 em janeiro
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Inscrições abertas para o maior evento da sojicultura brasileira
Já estão abertas as inscrições para a Abertura Nacional da Colheita da Soja 2025/26, cerimônia que marca oficialmente o início simbólico da colheita da principal cultura agrícola do Brasil. O evento será realizado no dia 30 de janeiro de 2026, a partir das 8h, na Fazenda Alto da Serra, pertencente ao Grupo Wink, em Porto Nacional (TO).
A edição deste ano tem como anfitriã a APROSOJA Tocantins, e deve reunir produtores rurais, lideranças do setor, autoridades e especialistas do agronegócio de diversas regiões do país. As inscrições podem ser feitas pelo site: eventos.canalrural.com.br/abertura-colheita-soja.
Relevância econômica e social da soja no Brasil
A cerimônia simboliza o início de mais uma safra e reforça a importância da soja para a economia brasileira, representando geração de renda, empregos e desenvolvimento em todas as regiões produtoras.
Segundo Caroline Barcellos, presidente da Aprosoja Tocantins, sediar a abertura nacional é motivo de orgulho e reconhecimento.
“Receber a abertura da colheita é uma oportunidade de mostrar ao país a força do produtor tocantinense, a evolução das lavouras e o compromisso do setor com uma produção responsável”, destacou.
O presidente da Aprosoja Brasil, Maurício Buffon, também ressaltou o caráter simbólico do evento.
“Mais do que um marco no calendário agrícola, é um momento de diálogo com a sociedade e de valorização do produtor rural, além de reforçar a importância da soja para a balança comercial e a segurança alimentar do país”, afirmou.
Programação com transmissão ao vivo e palestras
A programação do evento será transmitida ao vivo pelo Canal Rural e pelas redes sociais, a partir das 9h, ampliando o alcance para produtores e público de todas as regiões do Brasil.
Entre os convidados confirmados, destaca-se o economista e biólogo Richard Rasmussen, conhecido pela atuação na divulgação científica e ambiental. Ele participará de um dos painéis temáticos, abordando a relação entre produção agrícola, conservação ambiental e desenvolvimento sustentável — temas centrais para o futuro do agronegócio nacional.
O evento é uma realização do Canal Rural e da Aprosoja Brasil, com apoio da Aprosoja Tocantins e do Grupo Wink.
Tema reforça transformação e protagonismo do Tocantins
Com o tema “Onde a soja cresce, a transformação acontece”, a Abertura Nacional da Colheita da Soja 2025/26 evidencia o papel estratégico do Tocantins no crescimento do agronegócio brasileiro. A iniciativa consolida o estado como referência na produção de soja e destaca o empenho da Aprosoja Tocantins em fortalecer a cadeia produtiva e valorizar o trabalho do produtor rural.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Pesca e aquicultura geram empregos em todo o país
Em média, o brasileiro consome 12 quilos de pescado por ano. O número é ainda maior em alguns estados como Ceará, Pernambuco e Amazonas, onde o consumo pode passar de 40 quilos por pessoa ao ano. Esse consumo só é possível porque contamos com uma longa cadeia produtiva, que envolve pescadores industriais e artesanais, armadores de pesca, aquicultores e uma indústria robusta, responsável pelo beneficiamento.
Atualmente, são mais de 1 milhão de pescadores profissionais registrados, sendo que mais de 507 mil mulheres. Na aquicultura, apenas em Águas da União, são 1.422 contratos vigentes, que geral 4.126 empregos diretos e outros mais de 16 mil indiretos.
Esses trabalhadores são responsáveis por mais de 1.780 milhão de toneladas de pescado ao ano (águas continentais e marinhas). Na aquicultura, são mais de 3,1 milhões de toneladas ao ano. Entre os produtos mais procurados estão o camarão, a tilápia, o tambaqui e outras espécies de peixes.
Mas o setor ainda pode ser fortalecido e gerar ainda mais empregos por meio do aumento do consumo. Em entrevista recente ao programa “Bom Dia, Ministro”, do Canal Gov, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, ressaltou a importância de incentivar o consumo pescado pelos brasileiros. “Estamos trabalhando para que a população deixe de comer peixe apenas no Natal e na Semana Santa, datas em que o consumo é principalmente de espécies estrangeiras, como o bacalhau”.
Ele também destacou a necessidade de políticas públicas para melhorar a rastreabilidade e a confiabilidade dos produtos de origem da pesca e aquicultura. “A gente precisa garantir que o pescado chegue com qualidade na mesa do nosso consumidor”.
Para o secretário Nacional da Pesca Artesanal, Cristiano Ramalho, a atuação do Ministério da Pesca e Aquicultura tem contribuído para o reconhecimento e a valorização dos trabalhadores do setor pesqueiro. “As nossas ações se conectam para ampliar a potencialidade do mundo do trabalho da pesca artesanal, que é associado ao modo de vida, à segurança alimentar e aos aspectos éticos e raciais nos territórios pesqueiros”, declarou.
A diretora do Departamento de Aquicultura em Águas da União, Juliana Lopes, exaltou o trabalho e a dedicação de todos que trabalham na pesca e aquicultura. “Neste Dia do Trabalhador, vamos celebrar quem faz das águas o seu sustento e a sua missão. Homens e mulheres que movimentam a economia, que alimentam o Brasil e que mantêm viva a tradição da pesca e da aquicultura. Por trás de cada produção, existe dedicação, resistência, resiliência e muito amor pelo que se faz”.
Acesse nosso Boletim e Painel da Estatística Pesqueira e Aquícola e saiba mais sobre o perfil dos trabalhadores e trabalhadoras das águas do Brasil.
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