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Crédito rural de 3% ao ano: veja como funciona a nova linha
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Com mais de R$ 700 milhões já intermediados, a ConsulttAgro oferece crédito rural com juros a partir de 3% ao ano e prazos de até 15 anos, criando alternativas que impulsionam a modernização e novos investimentos no campo. O produtor rural brasileiro enfrenta, mais uma vez, um cenário que parece testar diariamente sua capacidade de resistência. A escalada dos juros encarece o crédito rural, compromete o planejamento e pressiona margens já afetadas pelo aumento dos custos de produção. Para completar, a irregularidade das chuvas adiciona uma camada extra de incerteza, reduzindo previsibilidade e ampliando riscos tanto para quem planta quanto para toda a cadeia que depende da estabilidade no campo. Mesmo diante dessas dificuldades, a relevância do agronegócio brasileiro permanece incontestável. O país, que figura entre os maiores produtores e exportadores de alimentos do planeta, sustenta uma responsabilidade que ultrapassa suas fronteiras: garantir abastecimento para bilhões de pessoas em um mundo cada vez mais demandante. A força do agro, construída com tecnologia, resiliência e capacidade produtiva, segue sendo peça fundamental na segurança alimentar global.
Além de alimentar o mundo, o setor continua desempenhando papel estratégico na sustentação da economia nacional. Em momentos de instabilidade, é o motor do PIB que mantém o país em movimento, gera empregos, atrai investimentos e sustenta divisas. E, embora o acesso ao crédito oficial enfrente limitações e entraves, existem alternativas sólidas e cada vez mais atraentes além do Plano Safra, capazes de oferecer ao produtor condições mais adequadas para financiar sua produção e seguir cumprindo sua função vital para o Brasil e para o mundo.
Mas não é só de crédito rural oferecido pelo governo – através do Plano Safra – que o produtor rural vive. A empresa ConsulttAgro, das consultoras financeiras Gabriela Rodrigues e Tainara Casagrande, é um exemplo disso. As empresárias são especialistas em captação de recursos para o setor do agronegócio, com taxas a partir de 3% a.a. e 15 anos para pagar, oferecendo ótimas condições para aquisição de áreas rurais e compra de maquinário, com taxas atrativas e condição de pagamentos facilitadas, incluindo plano safra.
Juntas somam mais de 10 anos no mercado financeiro e já liberaram mais de R$ 700 milhões em crédito para os produtores rurais. As profissionais trabalham em parceria com mais de 20 instituições financeiras bancárias, administradoras de crédito privada e fundos de investimentos, buscando sempre a melhor linha de crédito e direcionamento para cada cliente. Segundo Gabriela, uma das premissas da empresa é entender qual o principal objetivo do produtor rural e oferecer as melhores opções e condições para que o produtor tome o crédito.
“Bom, nosso primeiro passo é sempre identificar a necessidade do cliente, garantias que possui, cadastro e faturamento. Buscamos sempre a melhor taxa, custo de operação e prazos de pagamentos que se adequam ao perfil do produtor” – ressaltou a profissional. Tainara destaca que as garantias que o produtor rural possui e prazo para o pagamento da dívida são determinantes para alcançar melhores condições. “A garantia vai depender da linha de crédito que adequa ao perfil de cada cliente, temos linhas que o próprio imóvel serve, 1×1, até linhas que solicitam garantia 3×1. Por isso, no primeiro contato é primordial que as informações sejam claras e objetivas” – nos revelou a consultora. Rogério Oliveira, do Grupo R.O., em Querência (MT), relatou: “Encontrei, após muita pesquisa, uma consultoria de crédito diferenciada, humana e que entendesse a minha realidade. Foi assim que conheci a ConsultAgro. Desde então, tenho recebido toda a orientação sobre linhas de crédito. A equipe, extremamente humana e atenta às necessidades do cliente, analisou meu caso e apresentou a melhor solução. E não para por aí: eles estão me acompanhando em todas as etapas da contratação do crédito mais adequado, além de oferecer orientações sobre o uso responsável do capital.” Segundo o produtor, “A equipe da Gabriela e da Tainara é única – não há nada igual no mercado em termos de qualidade, humanização, suporte, orientação e, principalmente, transparência. É uma verdadeira inovação no setor de crédito para o agronegócio. Parabéns às empresárias Gabriela e Tainara por essa iniciativa, que veio para revolucionar o mercado de crédito agrícola no Brasil.”
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✅ Taxas imbatíveis: a partir de 3% ao ano.
✅ Prazos flexíveis: até 15 anos para pagar.
✅ Atendimento rápido e sem burocracia.
Fonte: ConsulttAgro
Fonte: Portal do Agronegócio
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Dólar hoje recua para R$ 4,94 com mercado atento à ata do Copom e tensões no Oriente Médio
O dólar iniciou esta terça-feira (5) em queda frente ao real, refletindo ajustes do mercado após a valorização registrada na sessão anterior e a expectativa em torno da ata do Comitê de Política Monetária (Copom). A moeda norte-americana abriu o dia cotada a R$ 4,94, com recuo de 0,29% nas primeiras negociações.
Na véspera, o câmbio encerrou em alta de 0,32%, a R$ 4,9677, pressionado por cautela externa e movimentações técnicas. Já o Ibovespa fechou em queda de 0,92%, aos 185.600 pontos, influenciado por realização de lucros e incertezas no cenário internacional.
Mercado financeiro hoje: foco na ata do Copom
O principal driver doméstico desta terça-feira é a divulgação da ata do Copom, documento que detalha a decisão mais recente sobre a taxa Selic. O mercado busca sinais mais claros sobre o ritmo e a duração do ciclo de juros no Brasil.
A expectativa é que o Banco Central reforce a postura cautelosa diante de um ambiente ainda desafiador, com inflação sob controle, mas sujeita a pressões externas, especialmente vindas do câmbio e dos preços de commodities.
Cenário internacional pressiona câmbio e commodities
No exterior, investidores seguem atentos à agenda econômica e, principalmente, à escalada das tensões no Oriente Médio. O conflito tem potencial de impactar diretamente os preços do petróleo, o que influencia moedas emergentes como o real e setores estratégicos do agronegócio.
A volatilidade nos mercados globais também afeta o fluxo de capital estrangeiro, elemento-chave para a formação do câmbio no Brasil.
Ibovespa: abertura ainda indefinida
O Ibovespa inicia o pregão desta terça-feira sob expectativa, após encerrar o último pregão em baixa. O desempenho do índice deve refletir tanto o cenário externo quanto a leitura do mercado sobre a comunicação do Banco Central.
Setores ligados a commodities, como petróleo e mineração, tendem a reagir diretamente às oscilações internacionais.
Indicadores acumulados
- Dólar
- Semana: +0,32%
- Mês: +0,32%
- Ano: -9,49%
- Ibovespa
- Semana: -0,92%
- Mês: -0,92%
- Ano: +15,19%
Impactos para o agronegócio
A oscilação do dólar segue como fator central para o agronegócio brasileiro. A valorização da moeda americana tende a favorecer exportadores, aumentando a competitividade dos produtos no mercado internacional. Por outro lado, a queda do dólar pode pressionar margens, especialmente em setores altamente dolarizados, como fertilizantes e defensivos.
Além disso, o comportamento das commodities energéticas, influenciado pelo cenário geopolítico, pode impactar custos logísticos e de produção no campo.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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