CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

MATO GROSSO

Cine Teatro Cuiabá recebe o Show de Talentos do Curso de Verão 2026 neste domingo

Publicados

MATO GROSSO

Com apresentações de dança, música e artes cênicas, o Cine Teatro Cuiabá recebe o Show de Talentos do Curso de Verão 2026, neste domingo (15.2), às 16h. O espetáculo, promovido pelo Coletivo Rebuliço Cultural MT, é aberto ao público, com ingressos disponíveis na plataforma Sympla, e integra a agenda cultural do Carnaval da capital. A iniciativa recebe incentivos financeiros do edital MT Criativo – Edição Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB – Ciclo I), viabilizado pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT).


A apresentação celebra a diversidade artística e marca o encerramento de uma intensa programação formativa promovida pela Rebuliço Cultural MT. Com classificação livre, o Show de Talentos apresenta ao público coreografias criadas ao longo do Curso de Verão, e amplia o formato ao integrar dança, humor e música a fim de valorizar artistas mato-grossenses e promover intercâmbios nacionais e internacionais.

Entre as participações especiais está o artista cuiabano Eduardo Butakka, humorista, ator e diretor reconhecido nacionalmente, além de músicos da cena cultural de Mato Grosso, que consolidam o espetáculo como um encontro entre diferentes linguagens e expressões artísticas.

Leia Também:  Polícia Civil cumpre mandados contra funcionária de hospital que desviava valores de clientes de cirurgias plásticas

Ao todo são mais de 10 cidades de Mato Grosso e Rondônia participando: Cuiabá, Rondonópolis, Jaciara, Chapada dos Guimarães, Lucas do Rio Verde, Alta Floresta, Nova Ubiratã, Sorriso e Cacoal (RO). Há ainda presença de participantes de Portugal e Suécia. A programação inclui aulas técnicas, processos de criação e montagem coreográfica em Ballet Clássico, Jazz, Dança Contemporânea, Danças Urbanas, Sapateado e práticas corporais.


A formação reúne professores de projeção nacional: Erick Gutierrez (sapateado), Joe Siqueira (dança contemporânea), Marcella Borges e Filipe Moreira (balé clássico), Jean Mendes (danças urbanas) e Luma Strobel (acrobacia e linguagem circense). A iniciativa amplia a oferta de qualificação artística no próprio Estado, reduzindo a necessidade de deslocamento dos alunos para grandes centros e fortalecendo a formação local.

Com as atividades iniciadas no primeiro bimestre de 2024, a Rebuliço Cultural MT é composta por Luiz Carlos Bezerra, Rafaela Barbosa e Anna Flávia, artistas da dança que atuam como bailarinos, professores e produtores culturais.

A iniciativa surge do encontro de trajetórias comprometidas com a formação artística, a circulação da dança e a democratização do acesso à cultura em Mato Grosso. A missão do coletivo é promover e fortalecer a diversidade cultural e artística do estado ao fomentar a criação de espaços inclusivos de formação, encontro e troca.

Leia Também:  Desembargadora Clarice Claudino realiza primeira reunião de alinhamento para o próximo biênio

Serviço
Show de Talentos – Rebuliço em Férias | Curso de Verão 2026

Data: 15 de fevereiro de 2026
Local: Cine Teatro Cuiabá
Ingressos: Sympla
Classificação: público livre

Fonte: Governo MT – MT

Propaganda

MATO GROSSO

Estereótipos de gênero podem gerar injustiças no Direito de Família, alerta juíza

Publicados

em

Mulher de blazer preto fala ao microfone diante de plateia sentada. Ao fundo, telão com slide sobre campanha e banner do CEMULHER - Coordenadoria Estadual da Mulher“Não existe pai herói por fazer o que é sua obrigação, nem mãe menos dedicada por trabalhar fora”. A reflexão marcou a palestra da juíza Ana Graziela Vaz de Campos Alves Corrêa, titular da 2ª Vara Especializada de Família e Sucessões de Cuiabá, durante a capacitação das Equipes Multidisciplinares das Varas Especializadas de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, realizada na tarde desta quarta-feira (15) pelo Poder Judiciário de Mato Grosso.
Com o tema “Estereótipos de Gênero no Direito de Família”, a magistrada chamou a atenção para a necessidade de psicólogos, assistentes sociais e demais profissionais reconhecerem e romperem padrões culturais que ainda influenciam decisões judiciais e atendimentos às mulheres em situação de violência.
Segundo a juíza Ana Graziela, a ideia de que a mulher deve ser sempre a principal cuidadora dos filhos, enquanto o homem ocupa exclusivamente o papel de provedor, ainda provoca julgamentos que podem comprometer a imparcialidade dos processos. “A gente não pode taxar as pessoas por um estereótipo. O pai não é herói por cuidar do filho, porque isso é obrigação. Da mesma forma, a mulher não deixa de ser uma boa mãe porque trabalha o dia inteiro ou conta com uma rede de apoio para cuidar das crianças”, afirmou.
Plateia sentada assiste palestra em auditório. Ao fundo, palestrante de preto fala ao microfone diante de telão com slide e banner do CEMULHER.Atendimento sem julgamentos
Durante a palestra, a juíza explicou que esses estereótipos podem resultar em violência processual, quando preconceitos e ideias pré-concebidas interferem na forma como mulheres são ouvidas, acolhidas e avaliadas pelo sistema de Justiça.
Ela destacou que é preciso evitar perguntas e conclusões que responsabilizem a vítima pela violência sofrida ou coloquem em dúvida sua credibilidade. “Não adianta essa mulher ser vítima em casa e, quando chega ao Fórum, sofrer um outro tipo de violência praticada pelo próprio poder público. Ela precisa encontrar acolhimento, não julgamento”, comentou.
Ao abordar a evolução histórica dos direitos das mulheres, Ana Graziela lembrou que muitos padrões sociais foram construídos ao longo dos séculos e ainda se refletem nas relações familiares e nas decisões judiciais. Por isso, defendeu que magistrados e equipes técnicas utilizem o Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) como instrumento para reduzir vieses e garantir decisões mais justas.
Como mensagem final aos participantes, a magistrada reforçou que empatia e imparcialidade devem orientar a atuação de todos os profissionais que lidam com famílias e mulheres em situação de violência. “Precisamos quebrar os estereótipos de gênero. Um laudo deve ser construído sem julgamentos e baseado na realidade dos fatos. Quem trabalha com essas famílias precisa compreender o contexto em que elas vivem e atuar com empatia para evitar novas formas de violência”, concluiu.

Autor: Roberta Penha

Leia Também:  Comissão de Heteroidentificação divulga candidatos habilitados para Exame Nacional da Magistratura

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA