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Ministro Carlos Fávaro anuncia investimentos do Mapa em Canarana
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Nas comemorações dos 45 anos de emancipação do município de Canarana, em Mato Grosso, o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, anuncia os mais recentes investimentos do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) para a cidade e região.
Fávaro participa da celebração do município neste domingo (15), às 9h, no Complexo Esportivo Municipal Gyancarlo Carneiro dos Santos. Além dos novos investimentos, Canarana, que é considera um dos maiores produtores de gergelim do mundo, tem sido beneficiada com a abertura de mercado da semente oleaginosa.
Desde 2023, o Mapa conquistou a abertura de cinco mercados para o gergelim: África do Sul, China, Coreia do Sul, Malásia e Mianmar. Desde então, as exportações em Mato Grosso aumentaram mais de 16 vezes, passando de 25,3 toneladas em 2022 para mais de 407,8 toneladas em 2025.
O município também foi contemplado com a política de modernização e expansão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), órgão do Mapa, proposta pelo ministro Carlos Fávaro. Em Canarana foi implantada uma Estação Meteorológica Automática (EMA), integrando a Rede Nacional de Monitoramento Meteorológico.
No último mês de dezembro, durante a entrega de máquinas do Programa Nacional de Modernização e Apoio à Produção Agrícola (Promaq), foram destinados um rolo compressor, um caminhão pipa e uma motoniveladora para o município de Canarana.
Outras ações desenvolvidas pelo Mapa para a cidade serão anunciadas pelo ministro durante a cerimônia deste domingo.
Serviço:
45º Aniversário de Canarana
Quando: Domingo, 15 de fevereiro
Horário: 9h (horário local)
Local: Complexo Esportivo Municipal Gyancarlo Carneiro dos Santos
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Mapa e Polícia Federal apreendem 48 toneladas de açúcar com suspeita de adulteração no Porto de Paranaguá (PR)
Uma operação conjunta do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e da Polícia Federal (PF) resultou na apreensão de aproximadamente 48 toneladas de açúcar VHP com suspeita de adulteração no corredor de exportação do Porto de Paranaguá (PR).
Durante teste preliminar realizado no momento da coleta das amostras, a fiscalização identificou a presença de materiais insolúveis, aparentemente areia, em quantidade superior ao limite permitido pela legislação, indicando possível adulteração da carga e desconformidade com os padrões de qualidade exigidos para o produto.
Esse tipo de análise é utilizado para verificar a pureza do açúcar e identificar possíveis contaminações ou adulterações.
Diante da suspeita, auditores fiscais federais agropecuários do Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal no Paraná (Sipov/PR) realizaram a coleta de amostras, encaminhadas ao Laboratório Federal de Defesa Agropecuária em Goiás (LFDA/GO) para confirmação analítica e adoção das medidas administrativas cabíveis.
A operação integra uma articulação permanente entre a Polícia Federal, autoridades portuárias e o Mapa no combate a fraudes em cargas de exportação, desenvolvida desde 2024. A atuação conjunta tem fortalecido a segurança, a rastreabilidade e a credibilidade das operações realizadas no Porto de Paranaguá, especialmente em cargas de granéis agrícolas, como soja, farelo de soja e açúcar.
Caso seja confirmada a presença de matéria estranha em níveis incompatíveis com os padrões regulamentares, a carga poderá ser desclassificada e considerada imprópria para consumo, conforme previsto na legislação federal. A confirmação de fraude também poderá resultar em sanções administrativas e desdobramentos criminais.
O Brasil é atualmente o maior produtor e exportador mundial de açúcar, responsável por cerca de 25% da produção global e aproximadamente 50% das exportações mundiais. Em 2024, o país exportou volume recorde de 38,24 milhões de toneladas, com receita superior a US$ 18,6 bilhões.
Operações de fiscalização são fundamentais para garantir a integridade das cargas exportadas, preservar a confiança dos mercados internacionais nos produtos agropecuários brasileiros e proteger a credibilidade do sistema de fiscalização nacional. Fraudes, adulterações ou contaminações em cargas destinadas à exportação podem comprometer mercados estratégicos, ampliar exigências sanitárias e gerar prejuízos econômicos e reputacionais ao agronegócio brasileiro.
A empresa responsável pela carga foi autuada. Como não há rastreabilidade sobre o material misturado ao açúcar, o produto foi considerado um risco à defesa agropecuária. Em razão disso, o Mapa deverá determinar a destruição da carga, conforme previsto na legislação ambiental vigente.
Informações à imprensa
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