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Izalci critica gestão do DF e investimentos do BRB

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Em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (7), o senador Izalci Lucas (PL-DF) criticou a gestão do governo do Distrito Federal. Segundo o parlamentar, mesmo após alertas reiterados, o Banco Regional de Brasília (BRB) investiu no Banco Master, o que teria provocado um rombo de R$ 12 bilhões aos cofres públicos.

— Na prática, os servidores de compliance alertaram diversas vezes do que estava acontecendo no BRB, mas, mesmo assim, foram feitas várias transações, inclusive burlando os conselhos fiscais, conselho de administração — disse. 

O senador afirmou ainda que as ações do governo revelam desorganização, ao destacar a ausência de medidas como o pedido de recuperação. Ele também apontou falhas no pagamento de pessoal e problemas nos serviços de saúde do Distrito Federal. Além disso, citou a ação direta de inconstitucionalidade (Adin) movida pelo Ministério Público relacionada à venda de bens públicos para cobrir o déficit orçamentário.

— O DF era para ser um modelo para o Brasil. Aqui era para ser um modelo na saúde, na educação, na segurança, em todas as áreas. Nós temos o melhor IDH, nós temos a melhor receita, o maior orçamento dos municípios todos (…) Eu lamento muito, porque o BRB é um instrumento da população, é um instrumento importante para o desenvolvimento regional.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Projeto libera recursos no Orçamento para direitos humanos, educação e segurança

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O Congresso Nacional analisa projeto de lei que abre crédito especial no Orçamento de 2026 de R$ 25 milhões para várias dotações (PLN 10/26). A maior parte dos recursos será destinada à contribuição da União à Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Outras ações previstas são o pagamento de contribuições externas da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa), e medidas planejadas no âmbito do Plano AMAS (Amazônia: Segurança e Soberania).

De acordo com a mensagem que acompanha a proposta, a maior parte dos recursos será alocada por remanejamento orçamentário, mas cerca de R$ 10 milhões serão pagos por meio de “doações”.

Próximos passos
O projeto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento e, em seguida, pelo Plenário do Congresso (sessão conjunta da Câmara dos Deputados e do Senado Federal).

Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira

Fonte: Câmara dos Deputados

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