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Observatório reúne dados para orientar políticas de combate à pobreza energética no Brasil

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O Ministério de Minas e Energia (MME), em parceria com a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), reúne no Observatório Brasileiro de Erradicação da Pobreza Energética (Obepe) indicadores para apoiar a formulação de políticas públicas voltadas à redução das desigualdades no acesso à energia.

Desenvolvido no âmbito do Projeto Tecendo Conexões, o observatório disponibiliza uma plataforma interativa com dados nacionais sobre pobreza energética. A ferramenta combina referências internacionais e bases públicas brasileiras para oferecer um diagnóstico consistente das condições energéticas e socioeconômicas da população.

O conteúdo permite identificar vulnerabilidades, mapear desigualdades regionais e orientar ações mais eficazes no enfrentamento da pobreza energética no país.

De acordo com resolução do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), no contexto da Política Nacional de Transição Energética (PNTE), a pobreza energética é a situação em que domicílios ou comunidades não dispõem de acesso a uma cesta básica de serviços energéticos ou não têm suas necessidades energéticas plenamente atendidas.

O Obepe reafirma o compromisso do Governo do Brasil com o desenvolvimento sustentável, a inclusão social e a transição energética justa, alinhando-se às diretrizes estratégicas do setor energético nacional. 

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Acesse o observatório.

Com informações da Empresa de Pesquisa Energética

 

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Turismo brasileiro cria 86 mil empregos formais em um ano e ultrapassa 2,4 milhões de trabalhadores no setor

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Após registrar recordes de passageiros na aviação doméstica e na chegada e gastos de turistas internacionais, o turismo brasileiro segue celebrando excelentes resultados em 2026. Agora, o setor também comemora avanços na geração de empregos, reforçando seu papel como um dos protagonistas da economia brasileira. Dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), de março de 2026, revelam que, em um ano, o setor criou 86.826 postos de trabalho com carteira assinada, totalizando 2.404.921 trabalhadores no setor.

O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, celebrou os bons números e destacou o bom momento que o setor vive em 2026. “São sucessivas estatísticas e indicadores que colocam o turismo como setor essencial na geração de riqueza para o país e de renda para a população. Só temos a comemorar! Isso mostra que estamos no caminho certo. O turismo ganhou destaque no governo Lula e segue em constante ritmo de crescimento”, afirmou Gustavo Feliciano.

O resultado é ainda mais positivo quando analisado o comparativo mensal. Em março de 2025, o saldo de empregos formais criados (diferença entre admissões e demissões) foi negativo em 7.118 postos de trabalho, ou seja, mais desligamentos do que contratações. Na época, o total de trabalhadores empregados no turismo era de 2.318.095 pessoas. Já em março deste ano, o saldo foi positivo em 7.959 empregos.

“São mais vagas criadas, o que demonstra o crescimento sustentável do setor. O turismo tem sido um dos principais motores da economia brasileira”, celebrou o ministro.

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No trimestre, o saldo também é mais positivo este ano. De janeiro a março, foram criadas 11.570 vagas, número maior em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram gerados 6.589 empregos.

Os dados são do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) e analisa os números de ocupações formais em oito atividades características do turismo: alojamento, alimentação, transporte (terrestre, aquaviário e aéreo), aluguel de transporte, agências de viagem, e cultura e lazer.

Setores que mais se destacaram

Comparando os primeiros trimestres de 2025 e 2026, a alimentação foi a atividade com maior saldo de um ano para o outro, com 44.618 vínculos adicionais (resultado final da diferença entre o total de admissões e demissões, somando os dois períodos).

Na sequência, aparecem alojamento, com 13.386 vagas criadas, e transporte terrestre, com 11.142 empregos.

Bons números

O turismo brasileiro acumula alta em todos os indicadores em 2026.

  • Turismo de negócios: Faturamento de R$ 1,47 bilhão em março (31% maior que o valor contabilizado no mesmo período do ano anterior, de R$ 1,12 bilhão). No primeiro trimestre o faturamento foi de R$ 3,57 bilhões (12% maior que os R$ 3,17 bilhões registrados em março de 2025 e o maior da série histórica, iniciada em 2022). Os dados são da Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas (Abracorp).
  • Gastos de turistas estrangeiros: Foram gastos R$ 16 bilhões entre janeiro e março (crescimento de 12% em relação aos valores movimentados no primeiro trimestre do ano passado, que somaram R$ 14,2 bilhões). Considerando apenas o mês de março, houve aumento de 0,43% em relação ao mesmo período de 2025, quando as receitas foram de R$ 4,62 bilhões. Os dados são do Banco Central.
  • Passageiros em voos domésticos: Foram 25,2 milhões de passageiros, de janeiro a março deste ano (6,17% maior que no mesmo período do ano passado, quando 23,7 milhões de pessoas voaram pelo Brasil). Março: 8 milhões de passageiros (1,3% maior que as 7,9 milhões de pessoas que voaram pelo país em março do ano passado). Dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
  • Turistas internacionais: Em março, 1,05 milhão de turistas vieram de outros países (aumento de 13% na comparação com o mesmo mês de 2025). Nos três primeiros meses do ano, o país registrou 3,742 milhões de chegadas de turistas internacionais, número superior ao do primeiro trimestre do ano passado, que registrou a chegada de 3,739 milhões de turistas. Recorde histórico, tanto para março quanto para o primeiro trimestre. Os dados são do Ministério do Turismo, Polícia Federal e Embratur.
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Por Marco Guimarães e João Alberto Pedrini
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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