BRASIL
Macena inaugura terceiro Ponto de Apoio ao Trabalhador de Mobilidade Urbana no DF
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O secretário-executivo do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), Chico Macena, participou nesta quarta-feira (7) da inauguração do terceiro Ponto de Apoio ao Trabalhador de Mobilidade Urbana do Distrito Federal, localizado no Setor Hoteleiro Norte, em Brasília.
O espaço é resultado de uma parceria entre o MTE e o Governo do Distrito Federal (GDF) e foi criado para oferecer melhores condições de trabalho, conforto e acolhimento aos trabalhadores da mobilidade urbana, como motoristas de aplicativos. O local conta com infraestrutura equipada com banheiros, acesso à internet, pontos de recarga para celulares, espaço para refeições e área de descanso.
Outras duas unidades já foram implantadas no Gama e em Águas Claras, ampliando a rede de apoio aos trabalhadores do setor no Distrito Federal.
Durante a inauguração, Chico Macena anunciou que uma parceria entre o Ministério do Trabalho e Emprego e a Fundação Banco do Brasil permitirá a implantação de 100 Pontos de Apoio ao Trabalhador de Mobilidade Urbana em diferentes regiões do país.
Segundo o secretário-executivo, a iniciativa representa um avanço na valorização desses profissionais e na promoção de condições mais dignas de trabalho. “Esses trabalhadores precisam ter direitos e espaços adequados de apoio. Esse ponto representa mais dignidade, acolhimento e qualidade de vida para quem passa horas nas ruas trabalhando”, afirmou.
Macena também destacou a importância da parceria com o GDF, responsável pela cessão dos espaços utilizados para implantação das unidades. Além disso, informou que o governo federal estuda alternativas de financiamento para facilitar a renovação da frota de veículos utilizada por motoristas de aplicativos e taxistas.
BRASIL
MTE debate impactos da automação e da Inteligência Artificial no futuro do trabalho
O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), em parceria com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), realizou nesta quinta-feira (7) o XXVII Seminário Mensal da Rede de Observatórios do Mercado de Trabalho. O encontro virtual debateu os impactos da automação e da Inteligência Artificial no mundo do trabalho, com o tema “Como novos investimentos em automação e Inteligência Artificial afetam o trabalho: substituição ou adaptação?”.
O palestrante do seminário foi o secretário de Desenvolvimento Industrial, Inovação, Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Uallace Moreira. Participaram como debatedores o economista do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Thiago Miguez, e o economista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), Rodolfo Viana.
Durante a apresentação, Uallace Moreira destacou que a política da Nova Indústria Brasil (NIB) está articulada ao Novo PAC e ao Plano de Transformação Ecológica (PTE), formando uma estratégia integrada para impulsionar o desenvolvimento econômico, a inovação tecnológica e a geração de empregos de qualidade. Segundo ele, as três iniciativas dialogam em áreas como conectividade, digitalização, transição energética, bioeconomia, descarbonização e fortalecimento das cadeias produtivas.
O secretário ressaltou que a transformação digital da indústria é uma das missões centrais da Nova Indústria Brasil, com metas de transformar digitalmente 25% da indústria até 2026 e 50% até 2033. Entre os setores estratégicos estão semicondutores, robôs industriais e produtos e serviços digitais avançados.
Uallace Moreira também apresentou ações voltadas à neoindustrialização e à adaptação produtiva do país diante das mudanças tecnológicas. Entre elas, citou o Plano Mais Produção, que prevê investimentos de R$ 653 bilhões até 2025 para promover uma indústria mais inovadora, digital, produtiva e sustentável.
A subsecretária de Estatísticas e Estudos do Trabalho do MTE, Paula Montagner, mediou o debate e reforçou que a discussão sobre automação e Inteligência Artificial precisa estar associada à construção de políticas públicas voltadas à qualificação profissional, à inclusão produtiva e à proteção do trabalho, garantindo que o avanço tecnológico da Micro e Pequenas empresas, de modo a que contribuam para o desenvolvimento econômico local e regional com geração de emprego e trabalho decente.
Thiago Miguez destacou que a automação e a Inteligência Artificial podem ampliar a produtividade e a competitividade da indústria brasileira, mas ressaltou que esse processo precisa estar acompanhado de investimentos em qualificação, e também de reorganização dos espaços produtivos, o que envolve o apoio do Sistema S.
Já Rodolfo Viana afirmou que as transformações tecnológicas exigem o fortalecimento do diálogo social, o aprimoramento do sistema nacional de inovação e investimentos em educação e qualificação profissional. Segundo ele, os avanços da inovação precisam ocorrer com proteção aos trabalhadores, redução das desigualdades e maior integração entre o parque industrial brasileiro e as universidades.
O seminário debateu ainda os desafios da qualificação profissional e da adaptação dos trabalhadores às novas tecnologias. Os participantes destacaram que o avanço da automação e da Inteligência Artificial exige políticas públicas voltadas à formação profissional, à inovação e à proteção do trabalho, de forma a garantir que a transformação tecnológica contribua para o desenvolvimento econômico com inclusão social.
Confira aqui O Seminário XXVII Rede OMT
https://www.youtube.com/watch?v=1hU46QLiXoM
Rede de Observatórios do Trabalho
A Rede de Observatórios do Trabalho, coordenada pelo Observatório Nacional do Mercado de Trabalho (ONMT), é uma iniciativa do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) em parceria com o DIEESE voltada à produção colaborativa de conhecimento sobre o mundo do trabalho para subsidiar políticas públicas, o debate público e o diálogo social. A rede reúne gestores públicos, conselheiros, pesquisadores e técnicos de observatórios do trabalho com o objetivo de fortalecer estudos, metodologias e análises sobre emprego, qualificação e desenvolvimento, promovendo a cooperação entre instituições e o compartilhamento de informações em âmbito nacional, estadual e municipal. Baseada em princípios como trabalho digno, inclusão social, participação e gestão descentralizada, a Rede busca aprimorar as políticas públicas de trabalho por meio da articulação entre diferentes atores sociais e da construção coletiva de conhecimento aplicado à realidade do mercado de trabalho brasileiro.
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