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Mapa, Embrapa e Instituto 17 promovem debates sobre manejo de dejetos da suinocultura e produção de biogás

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e o Instituto 17, promoveu workshops sobre o tema “Panorama Atual do Manejo de Dejetos na Suinocultura, Emissões de Metano e Potencial de Biogás” nos estados do Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul. A iniciativa reuniu integrantes dos Grupos Gestores Estaduais do Plano ABC+, pesquisadores, técnicos e lideranças ligadas à produção animal e à sustentabilidade.

Os encontros tiveram como objetivo apresentar dados atualizados sobre o manejo de resíduos da suinocultura, com foco nos impactos relacionados às emissões de metano e nas oportunidades de aproveitamento energético por meio da produção de biogás. As informações debatidas devem contribuir para a construção e o aprimoramento das metas estaduais do Plano ABC+, fortalecendo o monitoramento e a adoção de tecnologias sustentáveis e apoiando a redução das emissões de gases de efeito estufa na agropecuária.

A programação incluiu a apresentação de estudos sobre o potencial da cadeia produtiva da suinocultura nos dois estados, além de debates e troca de experiências entre os participantes. Casos de sucesso relacionados ao aproveitamento de dejetos animais para geração de energia e iniciativas voltadas ao desenvolvimento de soluções sustentáveis para o setor também integraram a agenda dos eventos.

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Os resultados apresentados reforçaram a importância de informações técnicas qualificadas para orientar a formulação de políticas públicas e o acompanhamento das ações previstas no Plano ABC+. O material deverá subsidiar o monitoramento das metas estaduais e fortalecer a agenda de sustentabilidade da agropecuária brasileira.

A realização dos workshops integra os esforços do Plano ABC+ para ampliar a adoção de práticas produtivas sustentáveis e incentivar soluções que promovam ganhos ambientais, econômicos e sociais para o setor agropecuário.

Informações à imprensa
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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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Cacau oscila perto de US$ 4 mil por tonelada com atenção ao clima na África Ocidental

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O mercado internacional de cacau opera em um cenário de acomodação de preços, com as cotações se mantendo próximas da faixa de US$ 4 mil por tonelada. Após semanas de forte volatilidade, o ativo passa por um movimento de consolidação, influenciado principalmente por fatores climáticos nas principais regiões produtoras.

De acordo com análise da StoneX, o contrato CCN6 apresentou leve oscilação recente, saindo de US$ 3.895 por tonelada na última segunda-feira para US$ 3.831 por tonelada nesta semana, reforçando a tendência de estabilidade no curto prazo.

Clima segue como principal fator de atenção no mercado

O comportamento das cotações indica que o mercado aguarda novos gatilhos para definir uma direção mais clara para os preços. Entre os principais elementos de atenção está a evolução das condições climáticas na África Ocidental, especialmente diante da influência de padrões atmosféricos associados ao fenômeno El Niño.

Na Costa do Marfim e em Gana, responsáveis pela maior parte da produção global de cacau, as chuvas acima da média têm contribuído para manter bons níveis de umidade do solo. Esse cenário favorece o desenvolvimento da safra intermediária e sustenta, no curto prazo, a expectativa de produção considerada satisfatória.

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Excesso de chuvas já preocupa agentes do mercado

Apesar dos impactos positivos iniciais, o excesso de precipitações começa a gerar preocupação entre analistas e agentes do setor. As previsões climáticas indicam volumes entre 50 e 150 milímetros acima da média em algumas áreas produtoras nos próximos 15 dias.

Esse quadro pode trazer efeitos adversos para as lavouras, como aumento da incidência de doenças fúngicas, dificuldades operacionais no manejo agrícola e possíveis impactos na qualidade das amêndoas.

Mercado segue em compasso de espera

Com o cenário ainda indefinido, o mercado internacional de cacau permanece operando dentro de uma faixa estreita de preços, refletindo o equilíbrio temporário entre oferta e demanda.

Enquanto não surgem novos fatores capazes de alterar significativamente as expectativas, investidores e traders seguem monitorando de perto o avanço das chuvas na África Ocidental. Qualquer mudança mais relevante no quadro climático pode voltar a influenciar diretamente as cotações internacionais do cacau nas próximas semanas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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