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Diesel S-10 registra leve alta em novembro, enquanto o tipo comum mantém estabilidade, aponta Edenred Ticket Log
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O preço médio do diesel apresentou comportamento distinto em novembro, conforme aponta o mais recente Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), que monitora as transações realizadas em postos de combustíveis em todo o país.
De acordo com o levantamento, o diesel S-10 teve leve alta de 0,16%, atingindo média nacional de R$ 6,22 por litro, enquanto o diesel comum manteve o valor estável em R$ 6,19, o mesmo patamar observado em outubro.
“O diesel S-10 registrou um pequeno avanço nos preços em novembro, enquanto o diesel comum permaneceu estável. Mesmo com esse leve ajuste, o cenário mostra uma acomodação após um primeiro semestre com oscilações mais intensas. Como principal componente do custo do transporte, o diesel segue impactando diretamente os gastos logísticos a cada variação de preço”, explicou Renato Mascarenhas, diretor de Rede de Abastecimento da Edenred Mobilidade.
Nordeste lidera as altas do mês
A análise regional do IPTL mostra que o Nordeste registrou as maiores altas de novembro para os dois tipos de diesel.
Na região, o diesel comum subiu 0,49%, chegando a R$ 6,20, enquanto o S-10 teve alta de 0,48%, com preço médio de R$ 6,22.
O Centro-Oeste, por outro lado, apresentou a maior queda para o diesel comum, de 0,48%, com média de R$ 6,23. Nenhuma região registrou queda no preço do diesel S-10 durante o mês.
Sul mantém os preços mais competitivos
O Sul continua sendo a região com os valores mais baixos do país.
O diesel comum foi comercializado, em média, a R$ 5,97, com leve retração de 0,17%, enquanto o S-10 permaneceu estável em R$ 6,02.
Já o Norte registrou os maiores preços médios, com o diesel comum custando R$ 6,79 (+0,44%) e o S-10 vendido a R$ 6,58 (+0,15%).
Acre e Paraná têm extremos nos preços
Entre os estados, o Acre apresentou a maior média para o diesel comum, de R$ 7,46, mesmo após uma queda de 1,06% — a mais expressiva entre os estados. Já o Paraná registrou o menor valor médio para o combustível, R$ 5,94, mantendo estabilidade.
A Paraíba liderou o ranking das altas, com avanço de 3,29%, chegando a R$ 6,27, enquanto Roraima teve a maior redução, de 1,34%, com o litro sendo vendido, em média, a R$ 7,37.
Diesel S-10 também tem variações entre estados
No caso do diesel S-10, o Acre novamente aparece com o maior preço médio, R$ 7,42, mesmo com a maior queda nacional, de 0,80%.
O Paraná registrou o menor valor médio, R$ 5,97, após leve alta de 0,17%. Já Pernambuco teve a maior elevação do país, de 1,17%, com o combustível custando R$ 6,05 em média.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Conama aprova nova resolução para licenciamento ambiental da aquicultura
O Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) aprovou, nesta quarta-feira (2), a nova resolução que estabelece regras para o licenciamento ambiental da atividade de aquicultura. A norma substituirá a Resolução Conama nº 413/2009 e atualiza os critérios de enquadramento dos empreendimentos, adequando o licenciamento às características atuais do setor.
Entre os principais avanços da nova resolução está a definição do porte dos empreendimentos com base na produção. A modalidade de licenciamento também passa a considerar o porte da atividade: empreendimentos de pequeno porte poderão ser enquadrados na Licença por Adesão e Compromisso (LAC); os de médio porte, na Licença Ambiental Única (LAU); e os de grande porte estarão sujeitos ao licenciamento ordinário, conforme o enquadramento.
A nova regra também estabelece que o cultivo de espécies exóticas não altera, por si só, a modalidade de licenciamento. Além disso, o monitoramento ambiental deverá ser adequado ao porte do empreendimento, permitindo maior proporcionalidade entre as exigências ambientais e a escala da atividade.
A resolução incorpora ainda conceitos relacionados à realidade atual da aquicultura, como boas práticas aquícolas, adensamento, escapes em massa, espécies ornamentais, sistemas de cultivo integrado ou consorciado e sistemas de produção fechados.
Construção da nova resolução
A revisão da Resolução Conama nº 413/2009 foi conduzida por um Grupo de Trabalho coordenado pelo Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) e contou com a participação de diferentes órgãos públicos, instituições de pesquisa, representantes do setor produtivo, entidades estaduais e municipais de meio ambiente, especialistas e sociedade civil.
O grupo realizou reuniões ordinárias e extraordinárias entre dezembro de 2024 e novembro de 2025, período em que foram discutidas e construídas as propostas de atualização da regulamentação.
Entre os temas analisados esteve a atualização dos conceitos utilizados na regulamentação, buscando incorporar a evolução dos sistemas e das práticas de produção aquícola. Também foi discutido um novo modelo de enquadramento dos empreendimentos, considerando porte e sistema de produção.
A proposta também retirou o chamado grau de severidade da espécie como critério. Para o cultivo de espécies exóticas, alóctones ou híbridas, permanecem previstas medidas específicas de prevenção e mitigação de potenciais impactos ambientais, incluindo ações para evitar escapes e mecanismos de biossegurança.
Com a aprovação da nova resolução pelo Conama, a Aquicultura ganha muito com critérios mais justos e respeito a cadeia.
ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura
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