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IHARA destaca eficiência no manejo fitossanitário na Hortitec 2026 com foco em produtividade no campo
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IHARA leva soluções para manejo eficiente de HF à Hortitec 2026
A IHARA, referência em pesquisa e desenvolvimento de defensivos agrícolas, marcará presença na Hortitec 2026, que acontece entre os dias 17 e 19 de junho, em Holambra (SP). A empresa apresentará seu portfólio de soluções voltadas ao segmento de hortifrúti (HF), com foco no manejo eficiente de pragas e doenças e na ampliação da produtividade no campo.
Entre os destaques da participação estão o lançamento do inseticida ZEUS para a cultura da batata, além dos inseticidas ELEITTO e dos fungicidas TOTALIT, COMPLETTO e MONCUT, já reconhecidos pelo desempenho no controle fitossanitário em diferentes sistemas produtivos.
Eficiência no manejo fitossanitário é prioridade para o setor de HF
Segundo o engenheiro agrônomo e gerente de Marketing Regional da IHARA, João Silvatti, o segmento de hortifrúti segue como estratégico para a companhia, que mantém investimentos contínuos em pesquisa e desenvolvimento.
“A IHARA possui um portfólio robusto e investe continuamente em pesquisa e desenvolvimento para oferecer tecnologias inovadoras e de alta performance. Buscamos manter o pioneirismo da marca no setor, sempre com o objetivo de apoiar o produtor com soluções eficientes, que tragam mais tranquilidade no manejo e contribuam para a produtividade, a qualidade e a rentabilidade no campo”, afirma o executivo.
Cenário da batata e do tomate exige mais eficiência produtiva
O mercado brasileiro de batata atravessa um período de ajustes, influenciado por condições climáticas adversas e oscilações econômicas. Para a safra de inverno de 2026, projeções iniciais indicam leve retração na produção, o que pode manter o cenário de margens apertadas para o setor. As informações são do Cepea (HF Brasil/ESALQ).
Nesse contexto, a eficiência operacional e o manejo fitossanitário ganham ainda mais relevância para a rentabilidade do produtor.
Já a cultura do tomate deve manter expectativa de rentabilidade positiva em 2026, mesmo com leve redução de área plantada. De acordo com dados do Cepea, ganhos de produtividade tendem a ser sustentados pela adoção de tecnologias e melhorias no manejo, embora fatores como clima, pressão de doenças e custos elevados sigam como desafios.
Manejo integrado e tecnologia são essenciais para reduzir perdas
De acordo com João Silvatti, o cenário atual exige atenção redobrada do produtor rural no planejamento e condução das lavouras.
“O monitoramento constante das lavouras, aliado à adoção de programas integrados de proteção, à rotação de mecanismos de ação e ao uso correto de defensivos, torna-se fundamental para reduzir perdas e preservar a sanidade das plantas”, destaca o especialista.
IHARA apresenta portfólio completo para hortifrúti na Hortitec
Durante a Hortitec 2026, a IHARA apresentará soluções voltadas ao manejo estratégico de pragas e doenças em culturas de HF, com foco em eficiência e proteção da produtividade.
Entre os destaques está o ZEUS, inseticida sistêmico para batata no controle da vaquinha-da-raiz (Diabrotica speciosa). Aplicado no sulco de plantio, o produto é rapidamente absorvido, protegendo a batata-semente e a planta em desenvolvimento, com ação prolongada contra insetos.
Outro destaque é o ELEITTO, inseticida multipragas indicado para mais de 45 culturas. O produto atua contra pragas como mosca-das-frutas, mosca-branca, pulgão e mosca-minadora, podendo ser aplicado em diferentes estágios da cultura, inclusive próximo à colheita, devido ao seu baixo período de carência e ação de choque.
Linha de fungicidas reforça proteção contra doenças em batata e tomate
Na área de fungicidas, a IHARA apresenta o TOTALIT, indicado para o controle de doenças como requeima (Phytophthora infestans) e mancha-de-alternaria (Alternaria solani), com ação sistêmica e de contato, contribuindo também para o manejo de resistência.
O COMPLETTO é voltado para cenários de alta pressão de doenças em batata e tomate, com atuação sistêmica no controle de requeima e míldio, especialmente em condições de alta umidade e temperaturas amenas.
Já o MONCUT é indicado para o controle da rizoctoniose (Rhizoctonia solani) na cultura da batata, contribuindo para maior uniformidade do estande, melhor qualidade de pele e aumento da porcentagem de tubérculos comerciais.
IHARA reforça proximidade com o produtor rural
“A participação da IHARA na Hortitec nos permite apresentar soluções alinhadas aos desafios do campo e, ao mesmo tempo, ouvir o agricultor para compreender suas necessidades e contribuir com tecnologias que apoiem a produtividade, a qualidade e a rentabilidade”, reforça João Silvatti.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Programa que reduziu roubos no campo enfrenta gargalo de comunicação
Responsável por um dos programas de policiamento rural mais abrangentes do País, o Paraná enfrenta um gargalo tecnológico que ameaça limitar os resultados obtidos nos últimos anos. Apesar da redução de 34,6% nos roubos em propriedades rurais desde 2022, as viaturas da Patrulha Rural da Polícia Militar ainda operam sem conexão via satélite em grande parte das áreas mais remotas do Estado, dificultando a comunicação em regiões sem cobertura de telefonia ou internet.
O problema afeta um programa que reúne 37.362 propriedades cadastradas e mais de 24,6 mil propriedades certificadas. Em 2025, testes realizados pelo próprio governo estadual em Londrina e Tamarana demonstraram a viabilidade do uso de internet via satélite nas viaturas, permitindo comunicação estável mesmo durante os deslocamentos por estradas rurais. Mais de um ano depois, porém, a tecnologia ainda não foi incorporada ao sistema.
A demora levou a Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP) a cobrar prioridade para a implantação do serviço nas equipes que atuam no campo. A entidade argumenta que a falta de conectividade compromete a capacidade de resposta da polícia justamente nas regiões mais afastadas dos centros urbanos.
“O trabalho da Patrulha Rural é fundamental para a segurança no campo, mas ainda existe um problema que precisa ser resolvido. Em muitas regiões, o produtor não consegue contato com a polícia em situações de emergência porque não há sinal de telefonia ou internet. A tecnologia é indispensável para reduzir essa distância”, afirma o presidente do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette.
Segundo a Secretaria de Inovação e Inteligência Artificial do Paraná, os testes realizados em 2025 apresentaram resultados considerados positivos e o relatório técnico foi encaminhado à Secretaria de Segurança Pública (Sesp). Em nota, a pasta informou que a Polícia Militar realiza levantamentos para equipar as viaturas da Patrulha Rural, Polícia Ambiental, Batalhão de Fronteira e Polícia Rodoviária, entre outras unidades.
Para Meneguette, os investimentos em conectividade deveriam priorizar o meio rural, onde as limitações de comunicação são maiores.
“Pela própria dimensão territorial, é impossível manter equipes em todos os locais com rapidez. Por isso, a comunicação é uma ferramenta estratégica. O Paraná construiu um modelo de segurança rural que se tornou referência para outros Estados, mas é preciso avançar em tecnologia para garantir que esse sistema continue eficiente”, diz.
A discussão ocorre em um momento em que a criminalidade no campo exige respostas cada vez mais rápidas e em que Estados produtores buscam ampliar o uso de tecnologias de monitoramento e comunicação nas áreas rurais. Especialistas em segurança pública avaliam que a conectividade tende a se tornar um dos principais pilares do policiamento rural nos próximos anos.
Fonte: Pensar Agro

