SAÚDE
Representante do Ministério da Saúde vistoria veículos de transporte sanitário no Ceará
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A diretora de Programa da Secretaria de Atenção Especializada à Saúde (SAES), Regina Brizolara, esteve em Fortaleza nesta sexta-feira (4) para vistoriar veículos de transporte sanitário no Ceará. A atividade ocorreu no Centro de Eventos do Estado do Ceará.
Os 45 veículos vistoriados — sendo 23 ambulâncias do tipo A e 22 micro-ônibus — atendem cerca de 5 milhões de habitantes em 43 municípios cearenses, fortalecendo a rede de deslocamento para exames, consultas e tratamentos contínuos no estado. Os veículos integram o programa Agora Tem Especialistas.
Entre os municípios atendidos pelos veículos estão Abaiara, Aiuaba, Alto Santo, Assaré, Boa Viagem, Cedro, General Sampaio, Icapuí, Jati, Madalena, Monsenhor Tabosa, Pacajus, Pentecoste, Potengi, Salitre, São Luís do Curu, Umari, Catunda, Limoeiro do Norte, Paracuru, Paraipaba, Pindoretama, Quixeré, Acaraú, Aracati, Barbalha, Baturité, Brejo Santo, Camocim, Campos Sales, Canindé, Caucaia, Crateús, Crato, Icó, Iguatu, Itapipoca, Maracanaú, Quixadá, Russas, Sobral, Tauá e Tianguá.
“Fizemos hoje aqui no Ceará a vistoria de ambulâncias e micro-ônibus, que transportam pacientes em tratamento contínuo pelo SUS dos seus municípios até as unidades de saúde de referência. No total, o programa Agora Tem Especialistas destinou 188 veículos para o Ceará, que propiciam que os pacientes em tratamento especializado tenham mais qualidade e conforto quando precisam deixar seus municípios”, explicou Regina Brizolara, que destacou o investimento de R$ 19,2 milhões, dentro do Novo PAC Saúde, na frota vistoriada.
No Ceará, o Novo PAC Saúde teve cerca de 1,8 mil obras selecionadas, entre novos equipamentos, unidades de saúde e veículos, somando um investimento direto de mais de R$ 1,44 bilhão.
Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
SAÚDE
Complexo de Saúde Inteligente no Rio Grande do Sul incorpora evolução tecnológica ao SUS
Nesta terça-feira, 8/9, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou da abertura dos trabalhos de estruturação do projeto do Novo Complexo de Saúde Inteligente do Grupo Hospitalar Conceição (GHC). O projeto vai reorganizar, integrar e modernizar a infraestrutura do Hospital Fêmina, do Hospital Criança Conceição e do Hospital Cristo Redentor, além do Centro Obstétrico do Hospital Nossa Senhora da Conceição. O investimento, com participação do BNDES, é de R$ 1,9 bilhão.
“Estamos trazendo para o Brasil o que tem de mais moderno no mundo de ultra conexão dos equipamentos, de uso de ferramentas de inteligência artificial, de permitir que o profissional de saúde possa ter acesso aos dados do paciente em qualquer lugar. Isso faz muita diferença, porque na saúde tempo é vida. Se você consegue fechar o diagnóstico mais rápido, começar o tratamento mais rápido, ter o resultado mais rápido, está salvando vidas, está lutando contra o tempo”, afirmou o ministro.
O novo complexo integrará a rede de hospitais e UTIs inteligentes do SUS. Com uma Emergência Inteligente, haverá integração em tempo real com as unidades do SAMU, protocolos automatizados e uso de inteligência artificial na gestão de leitos, exames e fluxos. “Em alguns países, essa revolução tecnológica é feita por hospitais privados, que as pessoas não têm acesso ou têm que pagar por ele. A diferença que o Ministério da Saúde está fazendo é liderar essa evolução tecnológica pelo SUS”, disse Padilha.
A reestruturação será especialmente voltada à saúde da mulher, ao ciclo materno-infantil, à infância e adolescência, ao trauma agudo e às condições clínicas e cirúrgicas complexas, integrando, simultaneamente, assistência, ensino, pesquisa e inovação. O modelo será organizado por linhas de cuidado integradas e incorporará inteligência artificial, internet das coisas, big data, telemedicina, monitoramento remoto e dispositivos médicos conectados.
Linhas Prioritárias
As linhas prioritárias contemplam mãe-bebê/Rede Alyne, crianças com doenças respiratórias, desenvolvimento infantil, oncologia pediátrica, assistência à mulher em situação de violência, trauma agudo, queimados e neurocirurgia.
Tudo isso disponibilizado numa estrutura com 750 leitos, um aumento de 100 leitos operacionais e 100 leitos auxiliares em relação à oferta atual dos hospitais envolvidos. Serão 41 salas cirúrgicas com infraestrutura para procedimentos robóticos, 120 leitos de recuperação pós-anestética e 2 salas exclusivas para queimados.
Alta Complexidade
A nova infraestrutura deverá ampliar a capacidade do GHC para realizar procedimentos de alta complexidade, como cirurgias fetais, transplantes, procedimentos cirúrgicos robóticos e outros atendimentos especializados.
O investimento aproximado é de R$ 1,9 bilhão, com R$ 69,7 milhões destinados a projetos e serviços, R$ 1,2 bilhão para obras, e R$ 526,4 milhões para aquisição de equipamentos médicos, mobiliários e tecnologias. O projeto integra o Programa de Parcerias e Investimentos. A estruturação será conduzida pelo BNDES com o apoio de um consórcio de consultorias especializadas.
Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde



