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ABCZ confirma presença na Feicorte 2025 em Presidente Prudente (SP)

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A carne de Zebu será uma das grandes atrações da Feicorte 2025, Feira Internacional da Cadeia Produtiva da Carne, reconhecida como um dos maiores eventos indoor do setor de pecuária de corte no mundo. A edição deste ano acontece entre os dias 17 e 21 de junho, no Recinto de Exposições Jacob Tosello, em Presidente Prudente, São Paulo.

Participação da ABCZ na feira

A Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) estará presente com um estande fixo, onde seus Técnicos de Registro estarão disponíveis para fornecer informações detalhadas sobre os produtos e serviços oferecidos pela entidade. Além disso, as associações promocionais das raças zebuínas também marcarão presença no evento.

Importância estratégica da Feicorte

Para Ricardo Abreu, Gerente de Fomento dos Programas de Melhoramento Genético da ABCZ, eventos como a Feicorte são fundamentais para reunir toda a cadeia produtiva da carne. “A Feicorte representa um ponto de encontro natural e estratégico, consolidando-se como um momento especial para discutirmos os diversos pontos que compõem essa cadeia”, destaca.

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Destaque gastronômico com churrasco das raças zebuínas

Como uma das patrocinadoras da feira, a ABCZ se uniu às associações das raças Brahman, Gir, Guzerá, Nelore, Sindi e Tabapuã para promover um dos momentos mais aguardados da programação: um churrasco de degustação da melhor carne dessas raças, coordenado pelo especialista Jorge Saab.

Foco no melhoramento genético

Quem visitar o estande da ABCZ também terá acesso a informações importantes sobre o melhoramento genético do Zebu e o impacto positivo dessa tecnologia na cadeia produtiva da carne no Brasil, reforçando a relevância da raça para o mercado nacional e internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fim da escala 6×1 acende alerta no agro para alta de custos e impacto nos alimentos

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Entidades do agronegócio intensificaram nesta semana a mobilização contra a proposta que altera o modelo de jornada de trabalho no país, incluindo o fim da escala 6×1 e a redução da carga semanal de 44 para 40 horas. O setor avalia que os impactos podem ser superiores à média da economia, com reflexos diretos sobre custos, emprego e preço dos alimentos.

Estimativa preliminar do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) indica que a mudança pode elevar os custos entre 7,8% e 8,6% em atividades como agropecuária, construção e comércio — acima da média nacional de 4,7% sobre a massa de rendimentos.

No campo, o posicionamento mais contundente partiu do Sistema Faep, que reúne a Federação da Agricultura do Estado do Paraná, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Paraná (Senar-PR) e sindicatos rurais. A entidade encaminhou ofício a deputados e senadores solicitando a não aprovação da proposta, sob o argumento de que a medida compromete a eficiência produtiva e a competitividade do setor.

Segundo levantamento do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema Faep, a redução da jornada pode gerar impacto de R$ 4,1 bilhões por ano apenas na agropecuária paranaense. A estimativa considera uma base de 645 mil postos de trabalho e uma massa salarial anual de R$ 24,8 bilhões.

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O estudo também aponta a necessidade de recomposição de 16,6% da força de trabalho para cobrir o chamado “vácuo operacional”, especialmente em atividades contínuas, como produção de proteínas animais e operações industriais ligadas ao agro.

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) também levou o tema à sua Comissão Nacional de Relações do Trabalho e Previdência Social. O debate interno reforçou a necessidade de que eventuais mudanças considerem as especificidades do campo, onde a produção segue ciclos biológicos e climáticos, muitas vezes incompatíveis com jornadas rígidas.

No segmento industrial, a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) reconheceu a importância da discussão sobre qualidade de vida no trabalho, mas alertou para os efeitos econômicos de alterações abruptas. Em nota, a entidade destacou que pressões de custo ao longo da cadeia produtiva tendem a impactar diretamente o preço final dos alimentos e o acesso da população, sobretudo de menor renda.

Entre os principais pontos de preocupação do setor está a dificuldade operacional de atividades que não podem ser interrompidas. Cadeias como suinocultura, avicultura e produção de etanol exigem funcionamento contínuo, o que demandaria aumento de quadro de funcionários para manter o mesmo nível produtivo.

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Na prática, isso significa elevação de custos e possível perda de competitividade, tanto no mercado interno quanto nas exportações. Há também o risco de repasse desses custos ao consumidor, pressionando os preços dos alimentos.

Outro fator destacado é a sazonalidade da produção agropecuária. Etapas como plantio, colheita e manejo animal dependem de condições climáticas e janelas operacionais específicas, o que limita a aplicação de modelos padronizados de jornada.

A proposta em discussão no Congresso — a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 — ainda está em fase de análise, mas tem mobilizado diferentes setores da economia. No caso do agronegócio, a avaliação predominante é de que mudanças estruturais nas relações de trabalho precisam ser acompanhadas de estudos técnicos aprofundados e regras de transição que evitem desequilíbrios na produção.

O setor defende que o debate avance, mas com base em dados e na realidade operacional do campo, para que eventuais ajustes na legislação não comprometam a oferta de alimentos nem a sustentabilidade econômica das atividades rurais.

Fonte: Pensar Agro

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