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ALGODÃO/CEPEA: Preços sobem com força e se aproximam dos R$ 6,30/lp

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Cepea, 17/8/2022 – Os preços do algodão em pluma voltaram a registar alta nos últimos dias, impulsionados pela posição firme de vendedores. De acordo com colaboradores do Cepea, esses agentes vêm disponibilizando baixos volumes de pluma no spot, especialmente de lotes de melhor qualidade, dando prioridade ao cumprimento de contratos a termo. Além disso, as recentes e fortes elevações na Bolsa de Nova York (ICE Futures) e da paridade de exportação também reforçaram os aumentos no Brasil. Do lado comprador, indústrias adquirem o necessário para seguir com suas atividades e ainda têm dificuldades em acordar preço e qualidade. Já comerciantes buscam fazer novas aquisições para cumprir com suas programações e/ou realizar negócios “casados”. Nesse cenário, de 9 a 16 de agosto, o Indicador CEPEA/ESALQ, com pagamento em 8 dias, subiu expressivos 4,1%, fechando a R$ 6,2962/lp nessa terça-feira, 16. Na parcial do mês, o Indicador acumula alta de 5,15%. Na primeira quinzena de agosto (até dia 15), o preço no Brasil ficou, em média, 14,6% superior à paridade de exportação. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

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Fonte: CEPEA

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Exportações de madeira movimentaram R$ 860 milhões com retomada dos EUA

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O Brasil vendeu R$ 859 milhões em abril, avanço de 34% no comparativo mensal, em produtos de madeira para os Estados Unidos. Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) mostram avanço tanto no volume embarcado quanto no faturamento do setor, impulsionados principalmente pela retomada da demanda dos Estados Unidos.

Segundo o levantamento, os embarques da cesta de produtos florestais saltaram de 515,5 mil metros cúbicos em março para 771,3 mil metros cúbicos em abril, crescimento de 38% em apenas um mês.

O faturamento das exportações passou de R$ 641,5 milhões em março para R$ 859 milhões em abril, avanço de 34% no comparativo mensal. O resultado representa a primeira recuperação consistente de 2026 acima dos níveis registrados no ano passado, tanto em volume quanto em receita.

A retomada do mercado norte-americano foi decisiva para o avanço das exportações brasileiras. Após a redução das tarifas de importação aplicadas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, de 50% para 10%, as negociações voltaram a ganhar ritmo e ampliaram a competitividade da madeira nacional.

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Segundo o Mdic, os Estados Unidos responderam por cerca de um terço de todas as exportações brasileiras de madeira em abril. O principal destaque foi o compensado de Pinus destinado ao mercado norte-americano. As vendas do produto saltaram de R$ 41 milhões em março para R$ 132 milhões em abril, praticamente retornando aos níveis observados em 2025.

Entre os produtos mais exportados, a madeira serrada de Pinus liderou os embarques, com 320,5 mil metros cúbicos exportados e faturamento de R$ 370 milhões. Na sequência aparece o compensado de Pinus, que movimentou R$ 346 milhões, com embarques de 234,6 mil metros cúbicos.

Apesar da recuperação em abril, o setor ainda acumula retração em 2026. Entre janeiro e abril, as exportações dos produtos monitorados pela WoodFlow somaram R$ 2,72 bilhões, abaixo dos R$ 3,16 bilhões registrados no mesmo período do ano passado.

Em volume, os embarques também seguem menores, refletindo a desaceleração da demanda internacional observada nos primeiros meses do ano, além das oscilações logísticas e da instabilidade econômica global.

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A avaliação do mercado é de que o ambiente internacional seguirá sendo determinante para o ritmo das exportações brasileiras de madeira ao longo de 2026, especialmente diante da forte dependência do mercado norte-americano para produtos industrializados do setor florestal.

Fonte: Pensar Agro

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