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Algodão Deltapine destaca-se em Mato Grosso com alta produtividade e qualidade da fibra
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O algodão produzido com sementes da marca Deltapine, reconhecida na cotonicultura brasileira, tem conquistado espaço e gerado excelentes resultados no Mato Grosso. Com o suporte técnico da Bayer, o Grupo Biancon, presente em cinco unidades na região da BR-163, tem ampliado sua produtividade e qualidade da fibra, apoiando-se em tecnologias avançadas e manejo ajustado às condições locais.
Parceria estratégica impulsiona testes e adoção das variedades Deltapine
A relação entre o Grupo Biancon e a Bayer iniciou-se por meio da implantação de campos de teste nas propriedades do grupo. Essas áreas experimentais permitiram a avaliação técnica de diferentes variedades de sementes Deltapine, das quais a DP 1949 B3RF — com biotecnologia Bollgard 3 RR Flex — destacou-se pela arquitetura da planta, retenção de frutos e qualidade da pluma.
“Plantamos inicialmente 60 hectares da variedade em duas unidades para testes e os resultados foram muito satisfatórios, com produtividade de 406 arrobas por hectare na fazenda de Lucas do Rio Verde. A qualidade da fibra também superou as expectativas do mercado”, comenta Deivid Carlos Signor, gerente de produção e planejamento do Grupo Biancon.
Expansão e confiança técnica sustentam o crescimento da variedade
Diante do desempenho expressivo, o Grupo Biancon decidiu ampliar o plantio da DP 1949 B3RF a partir da safra 2022/2023, tornando-a o material mais cultivado nas suas operações. A confiança na variedade é reforçada pela equipe de desenvolvimento da Bayer, que acompanha e ajusta o manejo técnico, incluindo o uso de reguladores de crescimento, o que faz diferença nos resultados em campo.
Outro diferencial da DP 1949 B3RF é sua adaptabilidade, que permite o cultivo em solos de alta fertilidade e em áreas com condições menos favoráveis, garantindo resultados consistentes mesmo em diferentes históricos de cultivo.
Sustentabilidade e qualidade como pilares da estratégia de produção
Com a genética avançada da Deltapine, o Grupo Biancon promove um crescimento sustentável, aumentando a produtividade sem necessidade de expansão territorial. “Conseguimos crescer verticalmente, otimizando cada hectare por meio de práticas como adubação orgânica, manejo biológico e uso de microrganismos, sem abrir mão da produtividade”, explica Signor.
A qualidade superior do algodão colhido também impacta diretamente a rentabilidade, pois permite melhores negociações e fortalece a confiança com parceiros comerciais, elementos fundamentais para a sustentabilidade econômica da operação.
Variedades Deltapine reforçam alta produtividade e resistência em Mato Grosso
Além da DP 1949 B3RF, outras variedades Deltapine também se destacam pela combinação de rendimento, adaptabilidade e resistência a doenças.
A DP 2111 B3RF alia precocidade, alta produtividade e estabilidade, facilitando o manejo em campo. Com resistência a nematoides das galhas e mancha de ramulária, a variedade apresentou produtividade de 401 arrobas por hectare na safra 2023/2024, conforme resultados obtidos por produtores em Lucas do Rio Verde (MT).
Já a DP 2176 B3RF é reconhecida por seu elevado potencial produtivo e pela qualidade da fibra, que se destaca pela uniformidade e resistência. Também resistente a nematoides e mancha de ramulária, essa variedade rendeu 380 arrobas por hectare em 2023/2024, conforme o Grupo Fedrizzi, de Campo Novo do Parecis (MT).
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Mercado de arroz segue travado em abril, com preços firmes e baixa liquidez no Brasil
A primeira quinzena de abril consolidou um cenário de baixa liquidez no mercado de arroz, marcado pelo desalinhamento entre a oferta potencial e a disponibilidade efetiva do produto. Segundo o analista e consultor da Safras & Mercado, Evandro Oliveira, a formação de preços segue descolada do fluxo de negociações.
De acordo com ele, o comportamento do produtor tem sido determinante nesse contexto. A retenção estratégica dos estoques, motivada por margens abaixo do custo de produção, limita a oferta no mercado e reduz o volume de negócios.
Intervalo de preços indica estabilidade artificial no mercado
Durante o período, as cotações oscilaram dentro de uma faixa entre R$ 61 e R$ 68 por saca de 50 quilos, configurando um piso no curto prazo. No entanto, essa estabilidade não reflete um mercado ativo.
Segundo o analista, trata-se de uma estabilidade artificial, com preços ofertados, mas sem efetivação de negociações, em um ambiente de baixa profundidade no mercado spot.
Indústria compra apenas para reposição imediata
Do lado da demanda, a indústria manteve uma postura cautelosa, realizando aquisições pontuais e voltadas exclusivamente à reposição de curto prazo. Esse comportamento reforça o cenário de poucos negócios e contribui para a manutenção do mercado travado.
Exportações perdem competitividade com queda do dólar
No mercado externo, a competitividade do arroz brasileiro apresentou deterioração significativa ao longo da quinzena. O principal fator foi a valorização do real frente ao dólar, com a moeda norte-americana operando abaixo de R$ 5,00.
Esse movimento reduziu as margens de exportação (FOB), tornando inviável a participação do Brasil em mercados internacionais. Como consequência, o país atingiu paridade com os Estados Unidos, eliminando o diferencial competitivo necessário para exportações nas Américas.
Queda na demanda externa reduz ritmo de embarques
Após um início de ano com volumes expressivos, superiores a 600 mil toneladas no trimestre, o mercado registrou desaceleração nas exportações. A redução da atratividade do produto brasileiro resultou em retração da demanda internacional.
Com isso, as exportações deixaram de cumprir o papel de escoamento da produção, ampliando a pressão sobre o mercado interno.
Entrada da nova safra amplia oferta e pressiona dinâmica do mercado
O período também foi marcado pela transição entre o fim da entressafra e a chegada da nova safra, com avanço da colheita e consolidação de uma produção volumosa, com boa produtividade.
Esse aumento na oferta potencial, somado à retração das exportações e à baixa liquidez interna, reforça o cenário de desequilíbrio entre produção e comercialização.
Cotação do arroz registra leve alta na semana, mas segue abaixo de 2025
No Rio Grande do Sul, principal estado produtor, a média da saca de 50 quilos (58% a 62% de grãos inteiros, pagamento à vista) foi cotada a R$ 63,14 na quinta-feira (16), registrando alta de 0,77% em relação à semana anterior.
Na comparação mensal, o avanço foi de 7,12%. No entanto, em relação ao mesmo período de 2025, o preço ainda acumula queda de 18,14%, evidenciando o cenário desafiador para o setor orizícola.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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