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Bahia Farm Show impulsiona economia regional e aquece múltiplos setores antes mesmo de seu início

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Reconhecida como a maior feira de tecnologia agrícola do Norte e Nordeste do Brasil, a Bahia Farm Show vai além de reunir os principais nomes do agronegócio nacional: ela também atua como um importante catalisador da economia regional. Com realização prevista para o período de 9 a 14 de junho, no município de Luís Eduardo Magalhães (BA), o evento já movimenta, com dois meses de antecedência, diversos segmentos econômicos que prestam suporte à feira.

Empresas especializadas em montagem e desmontagem de estandes, agências de viagens, hotéis, buffets, restaurantes, serviços de vigilância e limpeza, entre outros, iniciam seu planejamento para atender à demanda gerada pelo evento, que deve atrair um grande fluxo de visitantes e expositores de diferentes partes do país.

A gerente do Hotel Solar Rio das Pedras, Luana Corsi, relata que o planejamento para a feira começa ainda na edição anterior, assim que as datas são confirmadas. “As empresas e entidades que se hospedam conosco costumam fazer reservas com um ano de antecedência. Durante o evento, temos 100% de ocupação e precisamos reforçar a equipe com mais profissionais para atender a alta demanda”, explica.

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Na área de transporte, a gerente da agência Redon do Brasil, Adriana Camargo, destaca que a Bahia Farm Show representa um dos períodos de maior movimento do ano para o setor. “Há uma grande procura por transporte aéreo e rodoviário. Atualmente, contamos com voos diretos diários saindo de Salvador e Belo Horizonte para o aeroporto de Barreiras, além de linhas de ônibus convencionais e fretados para trazer os visitantes até a feira”, informa.

Outro segmento que também se aquece com a chegada do evento é o da gastronomia. Restaurantes, buffets e lanchonetes, tanto dentro quanto fora do complexo da feira, enfrentam uma alta na demanda. “Este ano estaremos com um restaurante dentro da Bahia Farm Show. A operação exige muito planejamento, investimento e preparação da equipe, já que o público é exigente”, comenta Fabiane Paloschi, do restaurante Território Steakhouse.

O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico de Luís Eduardo Magalhães, Nei Vilares, ressalta o impacto positivo da feira para a região. “Antes, durante e após a feira, centenas de empresas e prestadores de serviços experimentam aumento no volume de negócios. A feira impulsiona o comércio, gera empregos temporários e fortalece a economia regional como um todo”, avalia.

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Para Moisés Schmidt, presidente da Bahia Farm Show, o evento se consolidou como um vetor de desenvolvimento para a região oeste da Bahia. “É a maior oportunidade do ano para que empresas ampliem seus negócios, fortaleçam parcerias comerciais e contribuam diretamente para o crescimento econômico local. A feira representa uma ponte entre o campo e a cidade, promovendo inovação e desenvolvimento sustentável”, conclui.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Pirarucu: o gigante da Amazônia na mesa e na economia do Brasil

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O Pirarucu de Casaca é uma das receitas mais tradicionais e festivas da região norte. Celebrando os ingredientes amazônicos de forma harmônica, ele combina peixe salgado desfiado, farinha do Uarini e banana-da-terra.

Confira a receita logo abaixo e prestigie o trabalho dos nossos pescadores artesanais, manejadores e aquicultores.

Ingredientes

1 kg de pirarucu salgado (seco)
500 g de farinha do Uarini (farinha ovinha) ou farinha de mandioca
300 ml a 1 garrafinha de leite de coco
4 a 5 bananas pacovã (banana da terra) maduras
2 cebolas grandes picadas e em rodelas
2 pimentões (verde e vermelho ou amarelo) picados
6 pimentas-de-cheiro picadas
Azeite de oliva a gosto
Cheiro-verde (coentro e cebolinha) picado a gosto
Azeitonas picadas a gosto
Ovos cozidos e batata palha para decorar

Modo de Preparo

Dessalgar o peixe: Deixe o pirarucu de molho em água por 24 horas, trocando a água de três a quatro vezes para retirar o excesso de sal.
Cozinhar o peixe: Escorra o peixe, coloque em uma assadeira com um pouco de azeite e leve ao forno a 200°C por cerca de 25 minutos (ou frite em pedaços na panela). Deixe esfriar e desfie em lascas, retirando as espinhas se houver.
Hidratar a farinha: Misture a farinha do Uarini com o leite de coco em uma tigela e deixe descansar para hidratar. Se preferir, dê uma leve aquecida/torrada rápida em uma panela.
Fritar a banana: Corte as bananas da terra em rodelas ou tiras e frite em óleo quente até dourarem. Reserve.
Fazer o refogado: Em uma panela grande com azeite, refogue a cebola, o alho, os pimentões e a pimenta-de-cheiro. Acrescente o pirarucu desfiado e o cheiro-verde, misturando bem.
Montagem: Em uma travessa grande, monte o prato em camadas alternadas com o refogado de pirarucu, a farinha umedecida e a banana frita.
Finalização: Decore a superfície com batata palha, rodelas de banana e ovos cozidos.

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Se você não encontrar alguns dos ingredientes tradicionais da Amazônia na sua região, você pode substituí-los sem perder a essência do prato:

Principais Substituições

Farinha do Uarini (Ovinha): Use farinha de mandioca flocada ou farinha de mandioca amarela grossa (tipo Biju). Para imitar o formato redondo, você também pode usar cuscuz marroquino hidratado.
Pirarucu Seco: Substitua por bacalhau salgado ou filé de merluza/cação seco. O processo de dessalgar e descaroçar é exatamente o mesmo.
Banana Pacovã: Use a banana da terra tradicional bem madura (com a casca quase preta). Ela tem a mesma consistência firme para fritar.
Pimenta-de-cheiro: Substitua por pimenta biquinho fresca (sem picar) ou pimentão amarelo picado bem miúdo para manter o aroma suave sem ardência.

O pirarucu (Arapaima gigas), conhecido popularmente como o “bacalhau da Amazônia”, é o maior peixe de escamas de água doce do mundo e um dos maiores símbolos da sociobiodiversidade e do potencial aquícola brasileiro. Com uma carne nobre, de textura firme, alto valor proteico, baixo teor de gordura e praticamente sem espinhas, a espécie movimenta uma cadeia produtiva estratégica que une tradição, ciência, sustentabilidade e alta gastronomia.

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Para além do mercado de pescado, o pirarucu possui alto aproveitamento industrial: suas escamas rígidas são utilizadas no artesanato local e sua pele, de alta resistência, é amplamente cobiçada pelo mercado internacional da moda.

Clique aqui para assistir ao vídeo do receita e aproveite para acessar o site da Semana do Pescado.

Élen Gorski
Ministério da Pesca e Aquicultura
[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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