AGRONEGOCIOS
Brasil anuncia que irá aderir à Coalizão Aquatic Blue Food, em reunião com a FAO
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O ministro da Pesca e Aquicultura, André de Paula, reuniu-se com o diretor-geral Adjunto da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) e diretor da Divisão de Pesca e Aquicultura, Dr. Manuel Barange, no último dia 8 de maio, no Pavilhão do Brasil da Seafood Expo Global 2025, em Barcelona.
Na ocasião, o ministro André de Paula anunciou a decisão do Brasil de aderir oficialmente à Coalizão Aquatic Blue Food durante a 3ª Conferência das Nações Unidas sobre os Oceanos (UNOC3), marcada para junho, em Nice, na França. Durante o encontro, o ministro expressou o reconhecimento do governo brasileiro pelo trabalho da FAO na promoção dos sistemas alimentares aquáticos e destacou a prioridade atribuída à pesca e à aquicultura pelo Brasil. Ele lembrou que, sob a presidência brasileira, os temas da pesca e da aquicultura ganharam centralidade nas agendas agrícolas do G20 (2024) e do BRICS (2025), com apoio da FAO.
“O Brasil e a Islândia foram convidados a co-presidir um dos principais eventos da UNOC3 sobre pesca. Nos sentimos muito honrados. Em Nice, convidaremos os nossos parceiros da coalizão para participar da COP30, em Belém. Queremos trabalhar com eles em projetos internacionais que beneficiem os nossos aquicultores e pescadores”, afirmou o ministro.
O encontro reforçou o alinhamento entre o Ministério da Pesca e Aquicultura e a FAO em torno da promoção de uma pesca e aquicultura sustentáveis, capazes de contribuir para a segurança alimentar, a conservação da biodiversidade e a adaptação às mudanças do clima. Também foi destacada a importância da COP30 como uma oportunidade estratégica para posicionar os sistemas alimentares aquáticos no centro do debate climático global.
Sobre a Coalizão Aquatic Blue Food
A Coalizão Aquatic Blue Food foi criada após a Cúpula das Nações Unidas sobre Sistemas Alimentares (UNFSS), em 2021, e lançada oficialmente na Conferência das Nações Unidas sobre os Oceanos (UNOC), em 2022. A iniciativa reúne governos, organizações intergovernamentais, instituições acadêmicas, sociedade civil e setor produtivo, com o objetivo de integrar plenamente a diversidade e o potencial dos alimentos aquáticos em soluções equitativas para a segurança alimentar e nutricional, a resiliência climática e a conservação da biodiversidade.
Com a adesão à Coalizão, o Brasil fortalece sua atuação internacional em favor de sistemas alimentares mais sustentáveis, inclusivos e alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.
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Exportação de carne bovina do Brasil pode bater recorde histórico em abril de 2026
As exportações brasileiras de carne bovina seguem em forte ritmo e podem alcançar um novo recorde histórico para o mês de abril. De acordo com análise do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária, com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior, os embarques já demonstram crescimento expressivo tanto em volume quanto em valor.
Até a quarta semana de abril de 2026, considerando 16 dias úteis, o Brasil exportou 216,27 mil toneladas de carne bovina, gerando receita de US$ 1,34 bilhão. A média diária embarcada foi de 13,52 mil toneladas, o que representa um avanço de 11,95% em relação ao mesmo período de abril de 2025.
Projeção indica novo recorde para o mês
Mantido o ritmo atual nos dias úteis restantes, o volume total exportado pode atingir 283,85 mil toneladas até o fim de abril. Caso a projeção se confirme, o crescimento será de 17,54% na comparação anual, configurando o maior volume já registrado para o mês.
O desempenho reforça a competitividade da carne bovina brasileira no mercado global, sustentada por demanda consistente e pela ampliação de mercados compradores.
Preço da carne bovina dispara no mercado externo
Além do aumento no volume embarcado, o preço médio da carne bovina exportada também registrou forte valorização. Em abril de 2026, o valor médio atingiu US$ 6.200,66 por tonelada, alta de 23,24% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Em termos absolutos, o avanço foi de US$ 1.169,30 por tonelada, refletindo um cenário internacional favorável, com demanda aquecida e maior disposição de pagamento por parte dos importadores.
Demanda externa sustenta crescimento das exportações
O cenário positivo para as exportações brasileiras está diretamente ligado ao aumento da demanda global por proteína animal, especialmente em mercados estratégicos. A combinação de volume elevado e preços mais altos tem impulsionado a receita cambial do setor.
Com isso, o Brasil reforça sua posição como um dos principais fornecedores de carne bovina no mundo, consolidando o agronegócio como pilar fundamental da balança comercial.
A tendência para os próximos meses dependerá da continuidade da demanda internacional, do comportamento cambial e das condições de oferta interna, mas o desempenho de abril já sinaliza um ano promissor para o setor.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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