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C.Vale amplia em 14% o processamento de peixes e bate recordes na produção de tilápias em 2025

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Crescimento expressivo da piscicultura em 2025

A C.Vale registrou resultados significativos na piscicultura em 2025, consolidando seu protagonismo no setor. Os números foram apresentados pelo presidente do Conselho de Administração, Alfredo Lang, durante a Assembleia Geral Ordinária realizada em 6 de fevereiro.

No sistema de integração, 275 piscicultores associados entregaram à cooperativa 50,8 milhões de tilápias, evidenciando o avanço da atividade. O desempenho também se destacou nas fases iniciais da produção, com 78,1 milhões de alevinos e 60,6 milhões de juvenis cultivados em 1.114 hectares de lâmina d’água, distribuídos entre 1.343 tanques escavados e 500 tanques-rede, em 21 municípios.

Frigoríficos ampliam abate e produção industrial

O crescimento na criação foi acompanhado pelo aumento no processamento industrial. Os frigoríficos da cooperativa, localizados em Palotina e Nova Prata do Iguaçu, abateram 54,2 milhões de quilos de tilápias em 2025 — um aumento de 13,97% em relação ao ano anterior.

Esse desempenho resultou na produção de 22 milhões de quilos de produto acabado, consolidando a C.Vale como uma das principais processadoras de tilápia do país.

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Destinos e participação nos mercados interno e externo

Do total produzido, 73% foram destinados ao mercado interno, com destaque para os estados do Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Minas Gerais.

No mercado internacional, os principais destinos da tilápia processada pela cooperativa foram Estados Unidos, Tailândia, Taiwan, Canadá e Espanha, ampliando o alcance global da marca e fortalecendo a presença brasileira na exportação de pescado.

Recordes de abate e eficiência industrial

O ano de 2025 também foi marcado por recordes na operação industrial.

Em 31 de julho, o frigorífico de Palotina atingiu uma marca histórica, com o abate de 225.459 peixes em um único dia. Já em Nova Prata do Iguaçu, o recorde foi alcançado em 25 de agosto, com 12.941 unidades abatidas.

Esses resultados reforçam o investimento contínuo da cooperativa em tecnologia, gestão e eficiência operacional.

Integração e diversificação fortalecem o cooperativismo

Para Alfredo Lang, o desempenho da piscicultura demonstra o acerto da estratégia de diversificação da C.Vale e a importância da integração com os produtores.

“O desempenho reforça o papel estratégico da piscicultura na diversificação das atividades da cooperativa e na geração de renda para os associados”, destacou o presidente.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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China disponibiliza procedimentos para exportação de polpas e frutas congeladas brasileiras

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A Administração-Geral das Alfândegas da China (GACC) disponibilizou o modelo de certificado sanitário aplicável às exportações brasileiras de polpas e frutas congeladas em seu sistema. Com isso, os estabelecimentos interessados já podem realizar o registro no sistema China Import Food Enterprise Registration (CIFER), etapa necessária para a habilitação das exportações ao mercado chinês.

O procedimento aplica-se às polpas e frutas congeladas produzidas a partir de espécies já reconhecidas como alimento pelas autoridades chinesas. Entre os produtos abrangidos estão açaí, manga, goiaba, abacaxi, maracujá e outras frutas admitidas para consumo humano na China. Frutas ainda não reconhecidas permanecem sujeitas aos procedimentos regulatórios específicos previstos na legislação chinesa para novos alimentos.

O registro no sistema CIFER deve ser realizado diretamente pelo estabelecimento exportador, responsável pelo envio da documentação exigida. Após a aprovação da GACC, será atribuído um número de registro ao estabelecimento, requisito para a exportação. As remessas deverão estar acompanhadas do certificado sanitário oficial acordado entre os dois países.

Orientações aos exportadores

Antes de iniciar o processo de registro, os estabelecimentos interessados devem consultar os procedimentos e requisitos estabelecidos pelas autoridades chinesas.

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Após a aprovação do registro pela GACC e a emissão do certificado oficial pela autoridade competente brasileira, as exportações poderão ser realizadas em conformidade com os procedimentos sanitários e aduaneiros aplicáveis.

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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