AGRONEGOCIOS
Chuvas abundantes rebrotam o pasto e animam pecuaristas do RS
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Enquanto na região norte a seca já afeta mais de 600 mil pessoas, no outro extremo as chuvas em excesso têm impulsionado o crescimento exuberante das pastagens de azevém no Rio Grande do Sul, resultando em rebrotes expressivos, e animando os pecuaristas da região. A intensidade desse crescimento varia de acordo com a gestão da adubação e a carga animal nos pastos.
O Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, vinculado à Secretaria Estadual de Desenvolvimento Rural (SDR), ressalta que esse período também tem sido benéfico para o desenvolvimento das áreas de campo nativo, com boa exposição solar e um gradual aumento das temperaturas, após alguns dias mais frios.
O cuidadoso manejo da lotação tem contribuído para um avanço satisfatório nas taxas de crescimento. Em algumas regiões, no entanto, o excesso de chuvas chegou a impactar negativamente o aproveitamento das pastagens, tanto cultivadas quanto nativas.
As chuvas intermitentes e as temperaturas amenas representaram melhorias significativas no estado nutricional do rebanho de corte. Os animais estão recuperando suas condições corporais e desfrutando das áreas de campo nativo, que estão passando por um processo de regeneração.
Neste período, destaca-se a fase de parições e o preparo das matrizes para a temporada reprodutiva. No que diz respeito à saúde, é necessário manter a atenção devido ao início das infestações por carrapato.
Em praticamente todas as regiões do Rio Grande do Sul, enfrentaram-se desafios no manejo do gado leiteiro e houve atrasos na implementação das pastagens de verão devido às chuvas abundantes.
Apesar das condições climáticas adversas, a saúde e a condição física dos bovinos se mantiveram estáveis. A desvalorização dos preços do leite tem gerado preocupação e estreitado as margens de lucro para os produtores, especialmente nesta época do ano, quando os preços costumam estar acima da média.
Fonte: Pensar Agro
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Mercado de arroz segue travado em abril, com preços firmes e baixa liquidez no Brasil
A primeira quinzena de abril consolidou um cenário de baixa liquidez no mercado de arroz, marcado pelo desalinhamento entre a oferta potencial e a disponibilidade efetiva do produto. Segundo o analista e consultor da Safras & Mercado, Evandro Oliveira, a formação de preços segue descolada do fluxo de negociações.
De acordo com ele, o comportamento do produtor tem sido determinante nesse contexto. A retenção estratégica dos estoques, motivada por margens abaixo do custo de produção, limita a oferta no mercado e reduz o volume de negócios.
Intervalo de preços indica estabilidade artificial no mercado
Durante o período, as cotações oscilaram dentro de uma faixa entre R$ 61 e R$ 68 por saca de 50 quilos, configurando um piso no curto prazo. No entanto, essa estabilidade não reflete um mercado ativo.
Segundo o analista, trata-se de uma estabilidade artificial, com preços ofertados, mas sem efetivação de negociações, em um ambiente de baixa profundidade no mercado spot.
Indústria compra apenas para reposição imediata
Do lado da demanda, a indústria manteve uma postura cautelosa, realizando aquisições pontuais e voltadas exclusivamente à reposição de curto prazo. Esse comportamento reforça o cenário de poucos negócios e contribui para a manutenção do mercado travado.
Exportações perdem competitividade com queda do dólar
No mercado externo, a competitividade do arroz brasileiro apresentou deterioração significativa ao longo da quinzena. O principal fator foi a valorização do real frente ao dólar, com a moeda norte-americana operando abaixo de R$ 5,00.
Esse movimento reduziu as margens de exportação (FOB), tornando inviável a participação do Brasil em mercados internacionais. Como consequência, o país atingiu paridade com os Estados Unidos, eliminando o diferencial competitivo necessário para exportações nas Américas.
Queda na demanda externa reduz ritmo de embarques
Após um início de ano com volumes expressivos, superiores a 600 mil toneladas no trimestre, o mercado registrou desaceleração nas exportações. A redução da atratividade do produto brasileiro resultou em retração da demanda internacional.
Com isso, as exportações deixaram de cumprir o papel de escoamento da produção, ampliando a pressão sobre o mercado interno.
Entrada da nova safra amplia oferta e pressiona dinâmica do mercado
O período também foi marcado pela transição entre o fim da entressafra e a chegada da nova safra, com avanço da colheita e consolidação de uma produção volumosa, com boa produtividade.
Esse aumento na oferta potencial, somado à retração das exportações e à baixa liquidez interna, reforça o cenário de desequilíbrio entre produção e comercialização.
Cotação do arroz registra leve alta na semana, mas segue abaixo de 2025
No Rio Grande do Sul, principal estado produtor, a média da saca de 50 quilos (58% a 62% de grãos inteiros, pagamento à vista) foi cotada a R$ 63,14 na quinta-feira (16), registrando alta de 0,77% em relação à semana anterior.
Na comparação mensal, o avanço foi de 7,12%. No entanto, em relação ao mesmo período de 2025, o preço ainda acumula queda de 18,14%, evidenciando o cenário desafiador para o setor orizícola.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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